segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O PS entrou na campanha

Fotografia do PÚBLICO
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Santos Silva, Francisco Assis, José Sócrates, Almeida Santos. O PS está finalmente em campanha dando a cara por Manuel Alegre. A máquina partidária pode até continuar ausente. As estruturas locais do PS podem estar mais ou menos refractárias, é manifesto que a campanha de Alegre não tem os meios humanos e de aparelho partidário que, por exemplo, a de Cavaco Silva tem. Mas, depois deste fim-de-semana e a manter-se o ritmo de participação de dirigentes socialistas, será impossível dizer que o PS não está a apoiar Alegre, nem a integrar a campanha pela sua eleição. E está a ser consequente a decisão de Sócrates de dar indicações às distritais para entrarem a sério na campanha.
PÚBLICO
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Essas "indicações" de Sócrates às distritais do PS, para "entrarem na campanha a sério", não deveriam ter sido dadas há mais tempo? Que eu saiba, uma campanha eleitoral exige um planeamento atempado e a sua performance organizacional não se compadece com improvisos momentâneos.

4 comentários:

Anónimo disse...

Esta foto é das ultimas eleições presidenciais? Ou estou confuso?

Alexandre de Castro disse...

Não sei responder-lhe, anónimo. A fotografia é do PÚBLICO, conforme indiquei na respectiva legenda, e ilustrava, na sua edição online, a notícia que eu comentei neste blogue. Só naquele jornal poderá obter uma resposta à sua dúvida.
Obrigado.

Anónimo disse...

Não percebeu a ironia!
Há 5 anos o Socrates abraçou o Alegre?

Alexandre de Castro disse...

Tem toda a razão. Não percebi a ironia, porque não me detive,por distração, nesse importante pormenor, que o leitor, num golpe de perspicácia, apanhou com muita oportunidade. Nessa altura, Sócrates e Alegre andavam às turras, e não poderiam ser apanhados naquele abraço tão fraternal.
Não sei se, na redacção do Público,de onde eu retirei a fotogrfia, alguém deu por este erro editorial.
Agora, também já não valerá a pena substituir a fotografia, já que essa acção iria tornar ininteligível os seus comentários.
Obrigado.
Alexandre de Castro