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domingo, 25 de outubro de 2015

Um olhar sobre Lisboa Simbólica - Fernanda Lobo (UNISBEN 2015)



Os maçons de hoje já não deixam os seus símbolos na arquitectura das cidades. Preferem guardá-los nos bancos, atados com cifrões, e utilizá-los para marcar as cadeiras ministeriais.

domingo, 22 de junho de 2014

Júlio Meirinhos é o novo grão-mestre da Grande Loja


O socialista Júlio Meirinhos foi hoje eleito com uma "larga margem" o novo grão-mestre da Grande Loja Legal de Portugal, confirmou ao DN fonte da obediência
O atual vice-grão-mestre da Grande Loja Legal de Portugal (GLLP), Júlio Meirinhos, foi escolhido pelos "irmãos" da maçonaria regular para suceder a José Moreno. Fonte da GLLP confirmou ao DN que o advogado e político Júlio Meirinhos venceu confortavelmente (por uma "larga margem") o seu opositor, o arquiteto José Pereira da Silva.
Na maçonaria desde 1992, Júlio Meirinhos tem tido uma vida "profana" ativa na política. Foi durante quatro mandatos presidente da Câmara de Miranda do Douro (onde vive) e deputado do PS.
Nas últimas autárquicas, em outubro de 2013, concorreu pelo PS à Câmara de Bragança, perdendo para Hernâni Dias (do PSD, que é seu "irmão" de Loja na R: L: Rigor).

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Eu ainda não percebi se a Opus Dei é a maçonaria do Vaticano ou se a maçonaria é a Opus Dei do Bloco Central (PS-PSD). Possivelmente, as duas afirmações são verdadeiras....
Uma coisa, no entanto, é certa: Quer na prezalia pessoal, quer na organização iniciática (ambas secretas), dinheiro é coisa que não falta e a influência política é enorme. São dois grandes trampolins para o salto à vara.
E assim temos um triângulo equilátero, cujos vértices são a política, a religião e os negócios. Antes, odiavam-se uma à outra, hoje, toleram-se, competindo. Amanhã não sei de optarão para uma união de facto, em "part time".

terça-feira, 17 de julho de 2012

Notas do meu rodapé: As ligações perigosas das maçonarias.

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A Maçonaria, ou melhor, as maçonarias sempre se desenvolveram numa lógica de poder, promovendo a defesa de classe dos interesses dos seus membros e criando entre eles uma forte ligação solidária e fraternal. E é esta linha de pensamento e ação que atravessa desde os tempos imemoriais do ainda incipiente movimento maçónico da chamada Maçonaria Primitiva, de que muito pouco se conhece. Mas é na Idade Média, com a Maçonaria Operativa, alimentada pelos obreiros das catedrais, e com a Maçonaria Especulativa, nascida na época iluminista, e que centrou a sua ação no pensamento e na razão, que esta forma de associativismo secreto e reservado atingiu o seu máximo esplendor, passando a ter uma grande importância no poder político e na sociedade mais intelectualizada. 
Em Portugal, foi o Grande Oriente Lusitano, fundado em 1802, a manter até ao advento do 25 de Abril o monopólio do exercício da atividade maçónica, tendo tido grande influência na instauração do Liberalismo, na implantação da República e na oposição ao Salazarismo. Os principais vultos da intelectualidade e os militares mais prestigiados eram maçons, e era na atividade desenvolvida na sua loja que eles faziam o tirocínio para os altos cargos da política.
Quando se chega ao 25 de Abril, é o Partido Socialista que alberga a maioria desses maçons, que ainda se orientavam, no ponto de vista político, pelos ideais democráticos e republicanos, pugnando pela existência de um Estado, que estivesse ao serviço do bem comum, Mas com a voragem do dinheiro entrado no país com a adesão à então CEE, e devido à rotatividade geracional, o Grande Oriente Lusitano depressa se transformou na placa giratória entre a política e os negócios, dando oportunidade a todo o tipo de oportunistas e e aventureiros.
A direita política estava diminuída a este nível. Daí terem aparecido outras lojas maçónicas, de outras obediências, que pudessem recrutar no meio universitário os estudantes mais aptos e mais fidelizados ideologicamente, para depois serem treinados para a política. Os membros destas novas lojas depressa aprenderam que a política e o exercício de cargos públicos e políticos deveriam ser orientados para o seu interesse pessoal e o do clã a que pertenciam.
Miguel Relvas aprendeu depressa e bem, merecendo por isso, ser distinguido com uma licenciatura de aviário. Só que teve azar. Foi descoberto, e hoje é a personagem central do anedotário nacional e a ovelha negra de um governo desprestigiado