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segunda-feira, 19 de março de 2018

Floresta Amazónia ameaçada…


Com um clik, amplie a imagem do vídeo.

Isto diz-nos respeito. Aliás, isto diz respeito a toda a Humanidade. E não podemos ficar calados, perante a tentativa do actual governo do Brasil de querer vender a investidores estrangeiros, e para fins industriais, uma área significativa da maior floresta do mundo, a Amazónia, o que conduziria à sua lenta e progressiva destruição.

Sem a Amazónia, a grande fábrica natural de oxigénio, os desequilíbrios ambientais, em todo mundo, seriam dramáticos, quer para a saúde humana, quer para a agricultura, da qual dependemos para viver.

E a melhor maneira de participares nesta luta é divulgares este vídeo pelos teus amigos, pedindo-lhes que façam o mesmo. É o que eu estou a fazer.

Alexandre de Castro.
2018 03 18

Vídeo enviado pela minha amiga, a "poeta" Maria Gomes.

domingo, 21 de junho de 2015

Estudo: Mundo está iniciar 6.ª extinção em massa. Homem pode desaparecer:


Estudo Mundo está iniciar 6.ª extinção em massa. Homem pode desaparecer

O mundo está a iniciar a sexta extinção em massa, com os animais a desaparecerem a um ritmo 100 vezes superior ao que ocorreu, e os humanos podem estar entre as primeiras vítimas, segundo um estudo divulgado hoje.
Nunca desde o fim da era dos dinossauros, há 66 milhões de anos, o planeta perdeu espécies a um ritmo tão rápido quanto o atual, segundo a investigação realizada por cientistas das universidades Stanford, Princeton e da Califórnia, em Berkeley.

O estudo "mostra sem qualquer dúvida significativa que se está a entrar na sesta grande extinção em massa", afirmou um dos autores, Paul Ehrlich, professor de Biologia na Universidade de Stanford.
E os humanos estão entre as espécies que vão desaparecer, aponta-se no estudo, que os próprios autores consideram "conservador", publicado na revista Science Advances.
"Se conseguir continuar, a vida vai levar muitos milhões de anos a recuperar e a nossa própria espécie deve ser das primeiras a desaparecer", afirmou o principal investigador, Gerardo Ceballos, da Universidade Autónoma do México.
A análise está baseada em extinções documentadas de vertebrados, ou animais com esqueletos internos, como sapos, répteis e tigres, em registos fósseis e outra informação histórica.
As causas da eliminação das espécies vão das alterações climáticas à desflorestação, passando por várias outras.
Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza, cerca de 41% de todas as espécies anfíbias e 26% de todos os mamíferos estão ameaçados de extinção.
No estudo apela-se a "esforços rápidos e intensificados para conservar as espécies já ameaçadas e aliviar as pressões sobre as suas populações, designadamente a perda de habitat, a sobre-exploração de recursos para fins económicos e as alterações climáticas".
***«»***
É um dinâmico processo, normal na evolução do planeta, e que ocorre em ciclos longos de milhões de anos. Mas, a ação predadora dos humanos, que, no último século, basearam a economia no petróleo, fonte libertadora de uma gigantesca massa de CO2, vai acelerar o processo. Daqui por um milhão de anos a Humanidade poderá já não existir. Julgo que as espécies mais resistentes, que sobreviverem, não vão ter saudades nenhumas.
AC

sábado, 12 de abril de 2014

Notas do meu rodapé: Razão, Moral e Biologia

Presidente do Uruguai, Mujica, em discurso Rio+20
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O homem é o maior predador de si próprio e do próprio ambiente onde vive. E isto acontece desde que o primeiro bípede descobriu que a tíbia de um rinoceronte morto podia ser uma arma de ataque e de defesa, muito eficaz para neutralizar o seu semelhante e abater animais selvagens. A partir daí, a guerra foi uma constante na História da Humanidade, intervalada por curtos períodos de paz. Até hoje!.. E, desde o momento em que aquele primeiro bípede descobriu que, dando uma forte pancada na cabeça do seu semelhante, podia roubar-lhe um pedaço de carne, a guerra começou a ter como causa a economia. 
Durante todos estes milhões de anos, que o Homem leva sobre a Terra, nenhum moralista conseguiu impor às sociedades um comportamento e uma praxis, tendo na base os valores da equidade, da justiça e da paz, valores estes que são arquétipos do ideal que os mais lúcidos foram construindo ao longo do tempo. 
A violência é uma característica de substrato biológico do mundo animal e do próprio Homem, que pode ser minimizada e controlada, mas não irradicada. A aquisição da racionalidade pela espécie humana não superou o instinto, que se impõe soberano ao comportamento, quando o impulso da sobrevivência ou o desejo de dominar prevalecem. Podemos pois dizer que a guerra é uma decisão biologicamente racional e moralmente irracional. E o que a História nos ensina é que em tempos de crise a moral é atirada para o caixote do lixo e que, depois, começa a ser adotada a moral e a justiça do vencedor. Sempre foi assim e assim continuará a ser para mal da Humanidade, até que o relógio biológico consiga, no processo evolutivo, acertar as horas entre a Razão e a Moral. 
O mesmo problema se coloca em relação ao ambiente. Os mais fortes são os primeiros, clandestinamente ou à luz do dia, a torpedear os acordos que subscreveram em relação à proteção do ambiente. Também aqui se pode dizer que destruição do ambiente pode ser minimizada e controlada, mas nunca poderá ser irradicada. É uma fatalidade. No entanto, este ceticismo, sustentado por uma visão, aparentemente realista, não invalida o desassombro e brilhantismo das palavras do presidente do Uruguai, que deu uma bofetada de luva branca aos países mais ricos, Mas, quando ele diz que a causa dos problemas ambientais não é a Ecologia, mas sim a Política, não tem razão, ou apenas tem metade da razão. Antes da Política está a Economia, que é dominada pelos mais ricos entre os ricos. Quando ele diz que são os mercados a comandar o Homem, também apenas diz a meia verdade. É que os mercados são desenhados e ferreamente controlados pelos mais ricos entre os ricos, a fim de assegurarem e perpetuarem o seu domínio sobre os outros homens, servindo-se dos políticos e da ideologia dominante.
No nosso tempo, o sistema político designa-se por imperialismo, o sistema económico por capitalismo financeiro internacional e o sistema ideológico por neoliberalismo, todos eles dominantes à escala planetária. Chegados ao fim da linha, apressemos a conclusão: Só com outro sistema político, só com outro sistema económico e só com outra ideologia se poderá fazer a mudança para a conceção e aplicação de um novo paradigma universal, que tem de se basear no axioma de que é necessário garantir, custe o que custar, uma vida minimamente digna aos mais miseráveis pobres do planeta, baixando os limiares da riqueza, a quem a possui, até que se consiga aquele desiderato. Tem de se inventar a Economia do Bem Comum... E, mesmo assim, permanecerá sempre a dúvida se será possível derrotar a Biologia.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Sebastião Salgado: O silencioso do drama da FOTOGRAFIA

Amabilidade de Diamantino Silva, que enviou este vídeo.

Ao sacrificar a floresta, a industrialização desenfreada, que a globalização promove intensivamente, está a ameaçar a sobrevivência futura da Humanidade. É esta a mensagem de Sebastião Salgado, que, com o seu exemplo, demonstra que é possível inverter este ciclo de destruição, restituindo ao planeta o equilíbrio ambiental e a sustentabilidade necessária, para o deixar habitável para as gerações futuras. 
Em Portugal, aos crimes ambientais, que o cimento provocou em toda a orla marítima e nas zonas protegidas, soma-se agora outro crime, de efeitos mais imediatos: a desarticulação da própria sociedade, que a austeridade predadora, a contento do capitalismo financeiro, está a provocar, espalhando a miséria, acentuando as desigualdades sociais e colocando em risco, através da queda da taxa da natalidade, o equilíbrio demográfico futuro. 
A consciência coletiva do povo português tem de acordar para o drama deste cenário político, social e económico, se quiser, saudavelmente, sobreviver no futuro, com liberdade, segurança,  e prosperidade.

terça-feira, 28 de maio de 2013

O Planeta Terra és Tu

Amabilidade da minha irmã Helena
*
O Homem nega-se a si próprio ao provocar uma desapiedada delapidação do planeta. Os demónios que governam tentacularmente o mundo negligenciam o Ambiente, confiando o seu destino à força cega dos mercados e aos desígnios do lucro fácil. Com a globalização não controlada da economia, perdeu-se o sentido de equilíbrio entre o Homem e a Natureza, equilíbrio este que norteou durante milénios a Humanidade. As futuras gerações irão pagar muito caro os desmandos ambientais que estão a ocorrer no nosso tempo, a que se juntam as trágicas repercussões da atual crise mundial. A uma ferida profunda junta-se outra, para agravar a infeção.      

terça-feira, 23 de outubro de 2012

EARTH SONG by MICHAEL JACKSON


EARTH SONG by MICHAEL JACKSON (CENSURADO NOS EUA)
O vídeo é do single de maior sucesso de Michael Jackson no Reino Unido, que não foi nem "Billie Jean", nem "Beat it", e sim a ecológica "Earth Song", de 1996. A letra fala de desmatamento, sobrepesca e poluição, e, por um pequeno detalhe, talvez você nunca terá a oportunidade de assistir na televisão.
O Detalhe: "Earth Song" nunca foi lançada como single nos Estados Unidos, historicamente o maior poluidor do planeta. Por isso a maioria de nós nunca teve acesso ao clipe.
Vejam, então, o que os americanos nunca mostraram de Michael Jackson.
Filmado em África, Amazónia, Croácia e New York.
Amabilidade do João Fráguas
***«»***
Earth Song, devido à sua original e criativa conceção e à fama do seu intérprete, tornou-se numa bandeira dos ambientalistas, que naquela canção viram uma forma incisiva de denunciar os crimes ambientais, que, lentamente, vão destruindo os instáveis equilíbrios do nosso planeta. A realização é notável, ao confrontar-nos com imagens chocantes, que acompanham o ritmo da música, mostrando, ao mesmo tempo, a violência da força dos elementos da natureza, na sua resposta vingativa às ações predadoras, de que é vítima. Mickael Jackson, igual a si próprio, e através da sua voz e de uma exuberante coreografia,  deu corpo e consistência ao grito de protesto e de revolta de todos nós.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Quercus acusa Governo de querer gastar verbas climáticas em actividades poluidoras


O Governo prepara-se para gastar os 2,1 mil milhões de euros de receita de um mecanismo de combate às alterações climáticas no financiamento de défices tarifários, sobretudo, da produção de electricidade poluente, denuncia hoje a Quercus.
A Quercus considera “escandaloso” e “impensável” que parte da receita do leilão das licenças de emissão de CO2 (dióxido de carbono) – que abrange a grande indústria poluente em Portugal – “seja para pagar a produção de energia eléctrica poluente e de investimentos passados que deveriam ter sido devidamente alocados”.
PÚBLICO - Helena Geraldes
***
Este governo é na realidade sui generis. É perito em criar situações na base das contradições dos contrários  Diz que quer promover o desenvolvimento do país, empobrecendo a população. Agora vai gastar dinheiro destinado a combater a poluição, preparando-se para produzir mais poluição. Começo a acreditar que o governo, com as medidas de austeridade, se prepara para matar os velhinhos. Poupa na despesa da comparticipação de medicamentos e no pagamento das pensões de reforma e, ao mesmo tempo, acaba com as listas de espera para as consultas e para as cirurgias. Um sucesso! Maquiavel não se lembrou disto, no seu livro "O Príncipe".

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Sócrates inaugura hoje estação de esgotos que promete tirar o mau cheiro de Lisboa



Depois de cinco anos de obras, a Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Alcântara, a maior do país, está finalmente pronta e entra hoje em funcionamento.
Nesta estação vão ser tratados esgotos de mais de 756.000 habitantes de Lisboa, Amadora e Oeiras. "É um sinal de grande modernidade do nosso país", defende a ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, que estará na abertura, com José Sócrates.
PÚBLICO
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Uma boa oportunidade para Sócrates tomar um bom banho higiénico, embora se saiba que a água não lava tudo.
http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1491837

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Milhões de litros de esgoto não-tratado foram parar a reserva de água que abastece Beja


Situação verificou-se durante uma semana,
no fim de Agosto. Administração Regional
Hidrográfica desconhece.
Durante oito dias, milhões de litros de esgoto
não-tratado misturaram-se com a reserva de
água que tem por função abastecer quase
50.000 habitantes dos concelhos de Beja e
Aljustrel.
O vereador José Velez, responsável pelo
pelouro do Saneamento Básico da Câmara de
Beja, confirma a existência de descargas,
admitindo que a situação era "grave". Mas
atribuiu as causas ao comportamento de
alguns moradores que lançam "clandestinamente"
o esgoto que produzem nos ramais da rede
pluvial, a entupimentos dos colectores ou a causas
"ainda não detectadas".
PÚBLICO
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E eu que julgava que esta situação apenas ocorria em África e na Indonésia (ver post anterior).
É necessário explicar ao senhor vereador José Velez que a água das redes pluviais deve ser monitorizada e tratada a juzante e não a montante (da clandestinidade).

Uma monstruosidade contra o ambiente!...

Clicar na imagem para a ampliar








Imagens enviadas pelo leitor João Grazina
***
Fica-se sem se perceber se é lixo na água ou água no lixo. Existe ainda um longo e penoso caminho a percorrer para se compreender, em plenitude, a importância do ambiente na preservação do planeta e na continuidade da vida.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Raimundo Quintal: "Alertei para o que podia acontecer e chamaram-me inimigo da Madeira"


O conhecido geógrafo e investigador madeirense
Raimundo Quintal, presidente da Associação dos
Amigos do Parque Ecológico do Funchal e
ex-vereador do Ambiente da câmara da cidade,
afirma em entrevista ao Expresso que alertou
várias vezes as autoridades, nos últimos anos,
para o desastre que poderia ocorrer na ilha, mas
chamaram-lhe "fundamentalista, radical e inimigo
da Madeira".
Expresso
***
E teve muita sorte! Se fosse em Viseu, teria sido corrido à pedrada, por ordem expressa do respectivo presidente da câmara.
http://clix.expresso.pt/raimundo-quintal-alertei-para-o-que-podia-acontecer-e-chamaram-me-inimigo-da-madeira=f567907

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Tragédia na Madeira: Um desastre já anunciado há dois anos (Versão 5 Minutos)

***
A Natureza acaba sempre por se vingar! Devido à sua orografia, à sua hidrografia e às características da sua pluviosidade, a Madeira constitui-se numa zona de ocorrência de cheias repentinas e violentas. Os autarcas e os responsáveis governamentais locais ignoraram sempre os conselhos avisados de quem sabe. Os resultados estão à vista. A mesma imprevidência e a mesma falta de bom senso ocorrem também no território do continente, principalmente nas zonas de maior pressão urbanística. O celebérrimo Freeport e o parque de Castanheira do Ribatejo, construídos à revelia dos critérios das boas práticas da gestão do território, que as próprias leis já consagram, são exemplos paradigmáticos de como o interesse na obtenção do lucro fácil subverte a imprescindível defesa do ambiente. Enquanto houver autarcas que pedem às populações para correrem à pedrada os ambientalistas, como foi o caso do presidente da câmara de Viseu, Portugal será sempre um país adiado e em risco!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

GREENPEACE: "O Fundo da Linha" - PESCA DO ARRASTO


***
A Greenpeace está a divulgar o vídeo O Fundo da Linha, para alertar para a destruição causada pela pesca de profundidade, em águas internacionais. Este vídeo conta com o apoio de Sigourney Weaver e insta os governos de todo o mundo a adoptar medidas concretas e urgentes para defender a vida marinha que se esconde nas profundezas dos oceanos.Em Novembro deste ano, a Assembleia Geral das Nações Unidas vai voltar a abordar este tema e vai decidir os próximos passos relativamente à implementação da resolução 61/105. Esta resolução pede a tomada de medidas imediatas que administrem os stocks de peixe de maneira sustentável e que protejam os ecossistemas marinhos vulneráveis de práticas de pesca destrutivas.Desde o dia 16 de Outubro que a Greenpeace está na estrada para sensibilizar consumidores para as ameaças que os ecossistemas vulneráveis em alto mar enfrentam e pressionar os retalhistas a tomar a liderança e parar de comercializar espécies de peixe de profundidade. Estas grandes empresas têm o dever de garantir aos seus consumidores a sustentabilidade de todo o peixe que vendem e de não encorajar a destruição dos últimos refúgios de vida marinha do planeta.Acreditamos que este vídeo é uma boa oportunidade para divulgar as ameaças que os ecossistemas das águas profundas enfrentam. Contamos com o teu apoio: divulga O Fundo da Linha!
Enviado pelo Diamantino Silva

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

ÁGUA QUE JÁ NÃO EXISTE...

Delhi - India. Todos querem apenas um pouco de água...



Dois sudaneses bebem água do pântanos com tubos plásticos, especialmente concebidos para este fim, com filtro para filtrar as larvas flutuantes responsáveis pela enfermidade da lombriga de Guiné. O programa distribuiu milhões de tubos e já conseguiu reduzir em 70% esta enfermidade debilitante.


Os glaciares que abastecem a Europa de água potável perderam mais da metade
do seu volume no século passado. Na foto, trabalhadores da estação de esquí do glaciar de Pitztal, na Austria, cobrem o glaciar com uma manta especial para proteger a neve e retardar seu derretimento durante os meses de verão.


As águas do delta do rio Niger são usadas para defecar, tomar banho, pescar e despejar o lixo.



Água suja em torneiras residenciais, devido ao avanço
indiscriminado do desenvolvimento.


Aldeões na ilha de Coronilla, Quénia, cavam poço profundos em busca do precioso líquido, a apenas 300 metros do mar. A água é salobra.

Aquele que foi o quarto maior lago do mundo, agora é um cemitério poeirento
de embarcações que nunca mais zarparão..

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Fotografias enviadas pelo João Grazina
***


A água potável ainda não é totalmente acessível a todas as populações do mundo. Calcula-se que, em 2025, vinte e cinco por cento da humanidade sinta grandes dificuldades em obtê-la, quer para uso doméstico, quer para a agricultura. Vive-se actualmente a guerra do petróleo (Iraque e Afeganistão), e há especialistas que prevêem a guerra da água, ainda neste século.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Um planeta ameaçado pela loucura dos homens!...


Vídeo da Quercus

Nas três campanhas eleitorais, realizadas este ano, as questões ambientais e as alterações climáticas estiveram arredadas do discurso político. Não rende votos. Os políticos são como os burros. Só andam, quando picados.