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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Le Pen dá os parabéns a Salvini


 Le Pen dá os parabéns a Salvini

Marine Le Pen, líder da Frente Nacional, já deu os parabéns ao líder do considerado partido-irmão da força extremista gaulesa, a Liga do Norte. Além dos parabéns dados a Matteo Salvini, Le Pen aproveita ainda, num outro post publicado no Twitter, para considerar que "os italiano renunciaram à UE e a Renzi". A Liga do Norte defende o regresso à lira italiana e a saída do projecto europeu.
Jornal de Negócios
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Regozijo-me com os resultados de referendo em Itália, por ver neles uma abertura de oportunidades para, num futuro próximo, poder desarmar-se a ditadura do euro, que é um verdadeiro torniquete para as economias dos países do sul da Europa. Mas, por outro lado, preocupa-me o facto de verificar que, na generalidade dos países, com excepção de Portugal, de Espanha e da Grécia, o processo está a ser conduzido pelas forças da extrema-direita xenófoba e fascizante, o que é um mau sinal para o futuro. E a culpa não é desses partidos. A culpa tem de ser assacada, por inteiro, a todos os dirigentes governamentais europeus e a todos os altos funcionários das estruturas da UE, que, através do euro e da centralização de poderes soberanos, extorquidos aos países membros, quiseram construir uma Europa desigual, facilitando o saque dos países do sul da Europa, pelo capital financeiro dos países dominantes (a Alemanha e a França). E os povos, embora tardiamente, começaram a perceber a engenhosa armadilha que proporcionou o enriquecimento dos mais ricos, à custa do empobrecimento dos mais pobres.
AC

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Jornal acusa Alemanha de ser o "quarto reich"


A capa do "Il Giornale" de sexta-feira não precisa de tradução. "Quarto reich", pode ler-se em letras garrafais, em cima de uma fotografia da chanceler Angela Merkel a fazer um gesto com a mão direita, normalmente associado à saudação nazi. O "Il Giornale" é detido por Paolo Berlusconi, irmão de Silvio Berlusconi, ex-primeiro-ministro italiano. O artigo foi publicado na sexta-feira, contribuindo para aquecer ainda mais o tom do debate em torno da crise da zona euro. O jornal argumenta que Berlim colocou Itália e toda a Europa de joelhos. "No Primeiro Reich, a Alemanha também queria o título de Imperador de Roma e nos dois [reichs] seguintes usaram os seus meios contra os outros estados da Europa, duas guerras mundiais e milhões de mortos não foram obviamente suficientes para acalmar o ego alemão", escreve o "Il Giornale", dizendo que, em vez de "usar canhões", desta vez Berlim está a usar o euro. "Desde ontem [quinta-feira] que Itália já não está na Europa, está no Quarto Reich."
Diário de Notícias
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Por diversas vezes, aqui, no Alpendre da Lua, nos temos referido a Angela Merkel como sendo a Hitler de saias, ao mesmo tempo que, também por diversas vezes, temos afirmado sem rebuços que a Alemanha de Merkel pretende fazer com o euro aquilo que Hitler não conseguiu fazer com os canhões. É confrangedor assistir à impávida passividade dos nossos políticos e comentadores que, por atávico pudor e obedecendo ao exercício da linguagem do politicamente correto, não se atrevem a chamar os bois pelos nomes, ao mesmo tempo que se mostram incapazes de classificar a submissão de Portugal ao memorando da troika como um ato de alta traição à Pátria e de vergonhosa capitulação perante os interesses estrangeiros. Esperemos que o gratificante exemplo do "Il Giornale" os torne mais corajosos e contundentes. Já não existem dúvidas de que está instalada uma guerra financeira na Europa, capitaneada pela Alemanha contra os países do sul, os mais débeis economicamente. 

sábado, 17 de setembro de 2011

I miei abbracci..​.

Amabilidade da Dalia Faceira
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O simples abraço que pode mudar o mundo por breves instantes. É um abraço emocionante, ao qual ninguém pode ficar indiferente.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Itália prepara imposto de 20 por cento sobre ganhos financeiros

Giulio Tremonti., ministro da Economia e Finanças de Itália
O Governo italiano planeia aumentar os impostos sobre os ganhos financeiros até vinte por cento, disse hoje o ministro da Economia e Finanças, Giulio Tremonti.
“Excepto os títulos do Estado, todos os títulos financeiros seriam taxados entre 12,5 a 20 por cento”, precisou o ministro durante uma audição no Parlamento italiano.
Esta é uma das medidas previstas no novo plano de austeridade a ser aplicado em Itália, que Tremonti disse que vai incluir “medidas muito fortes” para os próximos dois anos, que pretende arrecadar entre 20 a 30 mil milhões de euros, citada pelas agências.
PÚBLICO
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Aqui está uma medida que a troika e o governo PSD/CDS não assumiram nos seus planos de austeridade. Ao contrário do que vai acontecer em Itália, em Portugal, os rendimentos do capital ficaram a salvo de qualquer tributação suplementar. E isto, apesar dos escandalosos privilégios concedidos anteriormente a estes rendimentos, em sede fiscal.
O peso da austeridade recaiu em cheio sobre os trabalhadores, os pensionistas e os desempregados, que também vão ser os mais castigados com as fortes restrições orçamentais ao nível do Serviço Nacional de Saúde, que está a ser paulatinamente destruído, e do ensino.
Este governo, que não está ao serviço do bem comum, pois limita-se servilmente a ser a correia de transmissão do imperialismo financeiro e dos grandes capitalistas indígenas, não está apenas a castigar a actual geração de portugueses. Está a comprometer seriamente as gerações futuras, que irão receber uma indesejável herança.   

domingo, 21 de novembro de 2010

Berlusconi gasta 70 mil euros em pénis de estátua romana

O primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi,
gastou cerca de 70 mil euros na reconstrução do
pénis de uma estátua romana, do Deus Marte,
que se encontra no escritório do italiano, revela
a imprensa local.
... O arquitecto oficial de Berlusconi, Mario Catalano,
garante que a restauração foi autorizada, e que as
partes do corpo, um pénis e uma mão, vão ser
adicionadas e serão “removíveis”.
Correio da Manhã
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Como as peças anatómicas são "removíveis", não se chegará a saber se Berluscini, com fama de garanhão, não irá pedir emprestado o pénis ao Deus Marte, em caso de necessidade urgente e inadiável, que ele, pelos seus próprios e exclusivos meios, não possa satisfazer.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Devolveu sorriso a Berlusconi e virou candidata

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Ex-bailarina e higienista oral tratou primeiro-ministro após ataque em Dezembro.
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Naquele dia de Dezembro em que um doente mental
o atacou com uma réplica da catedral de Milão tudo
parecia estar a correr mal a Silvio Berlusconi.
O primeiro-ministro italiano acabava de ser internado
no hospital San Rafaelle com várias feridas, um lábio
rebentado e dois dentes partidos.
Foi precisamente no momento de tratar dos dentes que

o dia de Berlusconi melhorou: a higienista Nicole Minetti,
que até três meses antes era mais conhecida por ser
bailarina em programas de televisão, terá impressionado
Il Cavaliere. De tal forma que este decidiu dar-lhe uma
oportunidade na política, escolhendo-a como candidata
do seu partido, Povo da Liberdade, às eleições regionais
de Março, na Lombardia. Isto apesar de não ser conhecida
qualquer experiência prévia na política à jovem.
Diário de Notícias
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Espero que se tenha tratado, apenas, de sessões de higiene oral. É que Il Cavaliere não dá ponto sem nó.
Mas, convenhamos, que, a uma candidatas destas, é difícil recusar o voto democrático.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Silvio Berlusconi in action

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Teria sido o filho deste motorista, o autor da agressão a Berlusconi, hoje, em Milão? É que há ofensas à dignidade, que nunca se perdoam.

Silvio Berlusconi hospitalised in attack

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O fantasma de Mussoline, enforcado em 1943, e cujo corpo, pendurado pelos pés, ficou exposto à execração pública, durante vários dias, na Piazza Loreto, em Milão, deveria ter assombrado Berlusconi, quando hoje foi agredido naquela cidade.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Seremos menos livres se a liberdade dos outros estiver ameaçada...




Para Antonio Tabucchi


As democracias livres precisam de indivíduos livres. De indivíduos indisciplinados, corajosos, criativos. Que ousem, que provoquem, que desassosseguem. É assim para os escritores cuja liberdade de ‘pluma’ é indissociável da própria ideia de democracia. De Voltaire e Vítor Hugo a Camus e Sartre, passando por Zola e Mauriac, a França e as suas liberdades sabem aquilo que devem ao livre exercício do seu direito de ver e de dever de alertar para a opacidade, das mentiras e das imposturas dos poderes. E a Europa Democrática, desde que foi construída, não parou de se confrontar com esta liberdade dos escritores contra abusos de poder e razões estatais.E não é que em Itália, essa liberdade foi agora posta em causa através de um ataque desmedido dirigido a Antonio Tabucchi? O presidente do senado italiano, Renato Schifani, pediu-lhe em tribunal a soma exorbitante de 1350 mil euros devido a um artigo publicado no «Unità» – jornal que, no entanto, não é perseguido. O crime de Tabucchi foi interpelado Schifani, personagem central do poder berlusconiano, sobre o seu passado, as suas relações negociais e andanças duvidosas – questões sobre as quais se recusa a comentar. Interrogar o itinerário, a carreira e a biografia de um alto responsável público faz parte das necessidades e das legítimas curiosidades da vida democrática.Dada a escolha particular deste alvo – um escritor que não renuncia a exercer a sua liberdade – e pela soma reclamada – um montante astronómico para um caso de imprensa –, o objectivo é intimidar uma consciência crítica e, com isto, calar várias vozes. Das recentes perseguições contra a imprensa opositora a este processo dirigido a um escritor europeu, não podemos ficar indiferentes e passivos perante tal ofensa do poder italiano contra a liberdade de julgar, criticar e interpelar. É por isso que manifestamos a nossa solidariedade com Antonio Tabucchi e apelamos para que mais se juntem, assinando massivamente esta petição.

Assine aqui:
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