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Ruínas de Palmira
O dia de hoje não poderia ter trazido melhor notícia: a histórica cidade de Palmira foi reconquistada aos vândalos do Estado Islâmico, pelo exército sírio, que contou com a preciosa ajuda da aviação da Rússia, a única potência estrangeira, envolvida naquela guerra, que está verdadeiramente interessada em combater o terrorismo islâmico na região (as outras potências apenas vão fazendo umas cócegas, até porque foram elas, em colaboração com a Arábia Saudita, a fonte inspiradora e financiadora daquela organização criminosa).
Aquelas ruínas históricas do mundo antigo e do mundo romano, que os vândalos chegaram a danificar, regressam assim ao mundo da civilização.
Por outro lado, em termos militares, a Síria ganhou uma nova supremacia estratégica sobre o invasor, já que, a partir da cidade de Palmira, situada num oásis, consegue controlar um vasto território, um deserto, que se estende até à fronteira com o Iraque.
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domingo, 27 de março de 2016
A histórica cidade síria de Palmira regressa ao seio da civilização
quinta-feira, 24 de março de 2016
A reconquista de Palmira, ao Estado Islâmico, está para breve...
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Sobre a cidade de Palmira, ver aqui..
O
arco do triunfo de origem romana, com 2000 anos, na cidade histórica de
Palmira, foi alvo, no ano passado, de uma acção criminosa, levada a cabo pelo
Estado Islâmico, que o fez explodir, o que levou a UNESCO a considerar que se
tratou de um crime de guerra.
No entanto, as forças do exército da Síria, com a ajuda da aviação russa, já entraram na cidade e estão prestes a reconquistá-la.
No entanto, as forças do exército da Síria, com a ajuda da aviação russa, já entraram na cidade e estão prestes a reconquistá-la.
terça-feira, 22 de março de 2016
A Europa não pode aliar-se com quem a vem atacar no próprio coração
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As ruas da minha cidade encheram-se de blindados do
Exército. Outra vez. [Expresso]
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A Europa não pode aliar-se com quem a vem atacar no próprio coração
Ontem,
quando publiquei aqui um vídeo humorístico sobre o terrorismo bombista dos
fanáticos jihadistas muçulmanos, a coisa era a brincar. Hoje, em Bruxelas, foi
a sério. E continuará a ser a sério, no futuro, enquanto a Europa continuar a
fomentar guerras no Médio Oriente e a fornecer armamento a grupos rebeldes, que
combatem regimes daquela região, que lhe são hostis, como é o caso do governo
da Síria, ou a assinar acordos, como aquele que assinou, há dias, com o regime
do fundamentalista Ergodan, da Turquia, que é um autêntico tiro no pé, já que a Turquia joga, no xadrez do Médio Oriente, com um pau de dois bicos. A Turquia, por um lado, e formalmente, é um membro da NATO, logo um aliado do ocidente, mas, por outro lado, e secretamente, apoia o extremismo islâmico, colaborando activamente com o ISIS (Estado Islâmico). O território da Turquia é a placa giratória do trânsito dos terroristas entre o Médio Oriente e o ocidente. É pela Turquia que as armas, provenientes da Europa, chegam ao ISIS.
O palhaço do Eliseu e a vaca de Berlim ainda não perceberam (ou não querem perceber) que basta meia dúzia de muçulmanos fanáticos para porem em polvorosa uma cidade como Paris, Bruxelas ou Berlim. E, além da fome, nada é mais desestabilizador para a vida de uma cidade, do que a percepção, por parte dos cidadãos, da falta de segurança no espaço público.E o problema não se resolve apenas com o reforço da segurança, e muito menos com a transformação da Europa numa fortaleza securitária. O reforço da segurança interna é necessário, pois o inimigo está cá dentro, assim como é necessária a apertada vigilância das fronteiras, as da UE e as dos países que a compõem. Mas o grande problema continua a ser político, mais propriamente, um problema de política externa. E, neste domínio, a Europa tem de se demarcar das intenções belicistas dos EUA, em relação ao Médio Oriente, um processo que teve início com a absurda invasão do Iraque, justificada com o obtuso argumento da existência de armas de destruição maciça e massiva, e que, posteriormente, nunca foram encontradas, o que me levou a afirmar que os serviços secretos ocidentais confundiram as caixas de fósforos, que os iraquianos traziam nos bolsos, para acender cigarros, com as tais perigosíssimas armas.
O palhaço do Eliseu e a vaca de Berlim ainda não perceberam (ou não querem perceber) que basta meia dúzia de muçulmanos fanáticos para porem em polvorosa uma cidade como Paris, Bruxelas ou Berlim. E, além da fome, nada é mais desestabilizador para a vida de uma cidade, do que a percepção, por parte dos cidadãos, da falta de segurança no espaço público.E o problema não se resolve apenas com o reforço da segurança, e muito menos com a transformação da Europa numa fortaleza securitária. O reforço da segurança interna é necessário, pois o inimigo está cá dentro, assim como é necessária a apertada vigilância das fronteiras, as da UE e as dos países que a compõem. Mas o grande problema continua a ser político, mais propriamente, um problema de política externa. E, neste domínio, a Europa tem de se demarcar das intenções belicistas dos EUA, em relação ao Médio Oriente, um processo que teve início com a absurda invasão do Iraque, justificada com o obtuso argumento da existência de armas de destruição maciça e massiva, e que, posteriormente, nunca foram encontradas, o que me levou a afirmar que os serviços secretos ocidentais confundiram as caixas de fósforos, que os iraquianos traziam nos bolsos, para acender cigarros, com as tais perigosíssimas armas.
Em
todas as guerras levadas a cabo pelos Estados Unidos, contra países árabes, e o
apoio ao Estado de Israel, na sua luta cruel contra o povo da Palestina,
verificou-se sempre o envolvimento da Europa, com a França a liderar esse
envolvimento, como aconteceu na invasão da Líbia. Hoje, já se sabe que a França
treinou, no território sírio, dominado pelos rebeldes, que lutam contra o
presidente Bashar al-Assad, militantes do ISIS (Estado Islâmico). Também se
sabe que a França vende armas a esses rebeldes, que, posteriormente, vão para
as mãos do ISIS. A Alemanha e a Bélgica também entram nesses negócios. E isto
para não falar da aliança do ocidente com a Arábia Saudita, o país que mais financia o
terrorismo jihadista e que, ao mesmo tempo, tem um projecto ambicioso para implantar o Islão na Europa, através da disseminação de madrassas e de mesquitas, por tudo que
é sítio no espaço europeu.
Resumindo: a Europa não pode aliar-se nem financiar quem, posteriormente, a vem atacar no seu coração, matando cidadãos europeus inocentes.
Resumindo: a Europa não pode aliar-se nem financiar quem, posteriormente, a vem atacar no seu coração, matando cidadãos europeus inocentes.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Afinal, Paris está mais perto!...
Estado Islâmico executa 200 crianças publicamente
Os terroristas do autoproclamado Estado Islâmico
executaram 200 crianças sírias e publicaram o vídeo na Internet.
A gravação mostra que as crianças foram
alinhadas umas ao lado das outras e obrigadas a baixar as cabeças em direcção ao chão. Estão de costas voltadas
para os carrascos, que as mataram em segundos.
***«»***
Afinal, Paris está mais perto!...
Há crimes que não passam debaixo dos nossos
olhos. Não se vêem, não se conhecem, não se sentem. Não se cantam hinos
patrióticos nos estádio de futebol. Não se ouvem discursos inflamados nos
parlamentos nem nos fóruns internacionais. As vítimas não têm nome.Não chega lá
a solidariedade, nem as lágrimas da emoção, nem os gritos dos protestos,
simplesmente porque faltámos à chamada e não ouvimos o rebate dos sinos, porque
os sinos não tocaram. É um outro mundo que não entra nas nossas casas, na hora
do jantar.
Afinal, Paris está mais perto!...
Afinal, Paris está mais perto!...
AC
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
domingo, 8 de março de 2015
Decapitações executadas por jihadistas do Estado Islâmico
Um verdadeiro horror! Um estado de demência e
crueldade, que nos conduz ao absurdo, antes de nos agitar a repugnância e de
nos levar à revolta. É o regresso à barbárie e a assumção da glorificação da
Besta. Os vândalos, emergindo da escuridão das trevas, matam homens, como se
matam os porcos, num espetáculo degradante, grotesco, sórdido e macabro,
exibido intencionalmente, a fim de provocar o medo e espalhar o terror.
Não pode haver lugar neste mundo, para quem
promove, apoia e executa estas monstruosidades.
sábado, 7 de fevereiro de 2015
Jihadistas recrutam, escravizam e enterram crianças vivas no Iraque
As minorias são as principais vítimas. Há
crianças muito pequenas usadas como bombistas suicidas ou escravas sexuais. Os
radicais também decapitam e crucificam menores, diz a ONU.
***«»***
Nunca pensei viver num tempo em que estes crimes
acontecessem e ficassem impunes! Soltaram-se todos os demónios do mal no mundo
da barbárie. Depois disto, a Humanidade não será a mesma, pois envergonhar-se-á
da infâmia.
É a descida ao inferno!...
domingo, 1 de fevereiro de 2015
Jordânia: "Matem o nosso piloto e matamos todos os vossos prisioneiros"
O governo da Jordânia respondeu à letra aos
extremistas do Estado Islâmico, garantindo-lhes que se matarem o piloto que têm
sob custódia, todos os prisioneiros jihadistas serão mortos em resposta.
***«»***
Já se chegou à fase do "olho por olho,
dente por dente". A guerra está aí, à nossa porta, grotesca e brutal, no
absurdo da banalização da morte e do festival do sangue, e com todos os seus
tiques animalescos, a desfilarem perante os nossos olhos atónitos!...
domingo, 28 de dezembro de 2014
A Farsa do Grupo Terrorista ISIS
Ex-Contratante da CIA confirma:
O ISIS foi Completamente fabricado pelos EUA
No artigo ISIS: Uma Criação da CIA para justificar a Guerra no Oriente Médio e a Repressão no Ocidente, foi dito que o ISIS estava sendo usado pela mídia e pelo governo americano apenas como uma ferramenta para justificar a guerra e a invasão na Síria e para causar medo e pânico em todo o mundo. Ainda, ele teria sido criado pelas mesmas forças que o combatem hoje. Meses após o início dos ataques aéreos contra alvos do ISIS, aquilo que era apenas especulação começa a se confirmar: os ataques aéreos estão sendo considerados insuficientes. Steven D. Kelly, um ex-contratante da CIA fala abertamente o que ele pensa sobre o ISIS no vídeo a seguir.
No artigo ISIS: Uma Criação da CIA para justificar a Guerra no Oriente Médio e a Repressão no Ocidente, foi dito que o ISIS estava sendo usado pela mídia e pelo governo americano apenas como uma ferramenta para justificar a guerra e a invasão na Síria e para causar medo e pânico em todo o mundo. Ainda, ele teria sido criado pelas mesmas forças que o combatem hoje. Meses após o início dos ataques aéreos contra alvos do ISIS, aquilo que era apenas especulação começa a se confirmar: os ataques aéreos estão sendo considerados insuficientes. Steven D. Kelly, um ex-contratante da CIA fala abertamente o que ele pensa sobre o ISIS no vídeo a seguir.
***«»***
Lembram-se das armas de destruição massiva, que
eram uma ameaça para a paz mundial e que serviram de argumento para a invasão
do Iraque, pelas forças armadas dos EUA e da Grã-Bretanha, e que levou à destituição
e posterior enforcamento de Sadam Hussein?... Eu lembro-me perfeitamente… Até me
lembro de o nosso ministro Paulo Portas, então ministro da Defesa, vir à televisão
explicar que um qualquer terrorista poderia, a partir de um quarto alugado, no
bairro do Intendente, destruir Lisboa e os seus arredores, manuseando uma
dessas potentes armas, que cabia perfeitamente numa pequena e simples pasta, de
tamanho A4. Até fiquei alarmado, porque resido a uns mil metros do Intendente.
Do que eu não me lembro é se aquelas armas
mortíferas alguma vez foram encontradas no meio dos destroços provocados pela
guerra, ou se, pelo menos, os exércitos invasores afincadamente as procuraram.
É que essas armas, lançadas profusamente pela comunicação social, em sucessivas
narrativas catastróficas, nunca chegaram a rebentar, numa qualquer traiçoeira armadilha,
nem nunca apareceram, para nosso descanso e alívio, e eu nunca mais ouvi alguém
falar delas. Talvez Alá (e Deus é grande!) as tivesse escondido, por precaução,
no paraíso, confiando-as à guarda das mil virgens, que o acompanham sempre.
Também é de admitir que a CIA, que zela pela
nossa segurança coletiva, as tivesse encontrado e secretamente guardado num qualquer esconderijo subterrâneo, no Iraque, de onde os militantes do
Estado Islâmico as roubaram. Talvez tivesse sido isto…
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