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terça-feira, 24 de novembro de 2020
terça-feira, 11 de novembro de 2014
PINK FLOYD ENDLESS RIVER -SKINS
"The
Endless River" é tributo instrumental de Pink Floyd a Richard Wright
O Pink Floyd lançou nesta segunda-feira o seu
último disco, "The Endless River", um álbum principalmente
instrumental dedicado ao tecladista Rick Wright, morto em 2008.
Ao mesmo tempo que era colocado à venda através
do selo Parlophone, o álbum foi lançado em grande estilo em Londres, num evento
em que a inconfundível música da banda foi acompanhada de uma instalação de luz
e projeções psicodélicas como as canções que os levaram à fama nos anos 60 e
70.
Uma seleta lista de convidados foi ao Porchester
Hall de Battersea, onde puderam ouvir o disco sentados em mesas baixas
iluminadas com lâmpadas marroquinas e com perfume de incenso.
"The Endless River" recupera os sons
do grupo nos anos 90 e, como já tinha explicado David Gilmour, um dos
produtores junto com Phil Manzanera, Youth e Andy Jackson, bebe e se nutre da
"música que surgiu das sessões (de gravação) de 'Division Bell' em
1993".
Nessas sessões ainda estava presente o
tecladista Rick Wright, a quem Gilmour e o baterista Nick Mason dedicam o
trabalho como uma "homenagem póstuma".
"Escutamos mais de 20 horas de nós três
tocando e selecionamos a música que queríamos trabalhar para este novo
álbum", afirmou Gilmour, que assinalou que acrescentaram "partes
novas" para transformar o trabalho "em um disco de Pink Floyd do
século XXI".
"Nem sempre o reconheci devidamente. As
pessoas têm maneiras diferentes de lidar com seu trabalho e podemos fazer
muitos juízos de valor e pensar que alguém não está esforçando o suficiente,
sem nos darmos conta que seu esforço é diferente", admitiu o vocalista.
Para Mason, o disco "é uma grande
oportunidade de reconhecer, lembrar e talvez dar mais crédito, apesar de um
pouco tarde", a Wright, que morreu aos 65 anos.
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"Acho que este álbum é uma boa maneira de
reconhecer muito do que fazia e como sua maneira de tocar estava no coração do
som Pink Floyd", afirmou.
O resultado é um álbum de quatro caras ao mais
puro estilo Pink Floyd, com sons surrealistas e quase étnicos, muito sugestivo
e reminiscente do melhor do grupo.
Com uma única música com letra, "Louder
Than Words", que encerra ao álbum, o espírito de "The Endless
River" (O rio infinito) captura a enigmática imagem da capa, criada pelo
artista digital egípcio Ahmed Emad Eldin, de 18 anos, e que mostra um homem
"remando" em um mar de nuvens.
Embora talvez pouco surpreendente, "The
Endless River" confirma a qualidade musical de uma banda lendária, que
compôs clássicos como "The dark side of the moon", "The
wall" e "Wish you were here".
Há algumas semanas, Gilmour já antecipou a
iminente publicação deste trabalho e, em uma advertência aos fãs, avisou:
"Este é o último que lançaremos".
O Pink Floyd foi formado em Londres em 1965 por
Syd Barrett, Nick Mason, Roger Waters e Richard Wright.
O guitarrista David Gilmour se uniu em 1967 e
Barrett, que tinha problemas de saúde mental, deixou o grupo um ano depois.
Com suas letras filosóficas, sua experimentação
de sons e mais de 300 mil álbuns vendidos, o Pink Floyd está considerado um dos
grupos musicais mais influentes do século XX.
terra
sábado, 5 de junho de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
terça-feira, 11 de agosto de 2009
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Roger Waters - Mother (live)
***
Raramente a música instrumental electrónica atinge a plenitude dos seus efeitos melódicos, como nesta composição de Roger Waters, a que se acrescenta a riqueza tonal de um coro de elevada qualidade. Nunca me canso de, repetidamente, a ouvir.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Pink Floyd - Another Brick in the Wall
***
Uma notável realização cinematográfica, a ilustrar uma canção de antologia, onde o poema e o ritmo sincopado da música se fundem na denúncia do modelo de educação vitoriano, de vocação totalitária e militarista, e que perdurou na Grã-Bretanha durante muito tempo. As imagens escancaram a dureza dos métodos e a implacável disciplina que recaía sobre os jovens. Uma autêntica razia da individualidade e da criatividade, bem expressa na tentativa de ridicularizar um jovem poeta. Curiosamente, nos meus tempos de estudante, no Liceu de Lamego, testemunhei um episódio idêntico. Numa prova escrita de Português, um colega meu resolveu responder ao pedido de uma composição escrita, que aparecia no final do questionário, com um poema da sua autoria. No dia da entrega da prova, corrigida e classificada, o professor, intencionalmente, deixou para o fim a entrega da prova daquele jovem poeta. Com sarcasmo, ridicularizou-o perante toda a turma, acabando por o esbofetear. Só que, em Lamego, naquele tempo de medo e de ignorância, não foi possível incendiar o liceu, nem fazer a revolta nas ruas. Acabámos por sair modelados em forma de salsicha enlatada, tal como neste filme. Alguns conseguiram libertar-se do aguilhão e apagar da mente os sulcos deixados pela marca do ferro em brasa, como se faz ao gado . Outros, não!
Não sei se, naquele dia, alguém tentou matar a poesia, como também não sei se alguém matou um jovem poeta. Eu, por mim, durante toda a minha vida, tentei resistir!
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