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domingo, 10 de fevereiro de 2013

Cantora pede desculpa por ter dormido com um rapaz


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A cantora japonesa Minami Minegishi confessou publicamente, num vídeo lançado no YouTube, que tinha dormido com um namorado, o que é proibido na banda pop AKB48.
Um insólito vídeo de arrependimento de uma cantora da banda pop japonesa AKB48 por ter dormido com um rapaz deu a volta ao mundo através do YouTube.
Nas imagens, Minami Minegishi, de 20 anos, com a cabeça rapada (sinal tradicional de luto ou dor no Japão) surge, desolada, a fazer uma confissão perante as câmaras. A estrela pop japonesa pede desculpa aos seus fãs por ter dormido com um rapaz e assegura, lavada em lágrimas, que não quer deixar a sua banda.
Segundo o jornal espanhol "ABC", o insólito caso aconteceu após Minami Minegishi ter passado uma noite com um rapaz e ter sido "apanhada" pelas câmaras a abandonar o seu "ninho de amor". O produtor do grupo não perdou a "falha" e acusou-a imediatamente de ter quebrado a principal regra dos AKB48: não namorar com ninguém.
Após a publicação do polémico vídeo na Internet, que teve mais de 7 milhões de visualizações, os fãs acabaram por defender a jovem e perdoar o seu "deslize".
A cantora explica a sua noite com Alan Shirahama, bailarino de um grupo juvenil, como uma atitude "imatura e irrefletida". "Não acredito que por ter feito isto não possa ser perdoada e tenha de abandonar o grupo, porque não quero abandonar os AKB48", diz.
O grupo AKB48 foi lançado pelo produtor Yasushi Akimoto em 2005, sendo formado por 90 raparigas, que vão formando grupos que aparecem diariamente em teatros, canais televisivos, anuncios comerciais e revistas. O seu êxito já é exportado para fora do Japão devido á boa imagem que oferecem. As mulheres do grupo tem de ter uma imagem de pureza e castidade e casos como este são considerados pelos produtores da banda como prejudiciais à sua imagem.
Diário de Notícias
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Deveria ser proibido proibir, principalmente as relações sexuais assumidas entre adultos, que pertencem por inteiro ao universo dos afetos e que nenhum poder alheio pode tutelar. Pelo efeito de uma particular sharia, com resquícios de uma cultura feudal, ainda a perturbar as mentes de alguns japoneses, o fundador do grupo AKB48, por motivos de ordem comercial e de imagem pública,  impôs às cantoras e às coristas a abstinência sexual. Trata-se de uma violação grosseira dos direitos individuais e, aqui, também, do Direitos do Trabalho, uma vez que a jovem mulher arrisca-se a perder o emprego. Uma afronta à dignidade de uma jovem mulher, que viu a sua privacidade devassada e a sua sexualidade condenada. 
http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=3031227&seccao=M%FAsica&page=-1

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

"Estou cansado" é a desculpa dos homens para a falta de interesse sexual - PÚBLICO


Estudo diz que mais de 10% dos homens portugueses diz ter falta de interesse sexual. A culpa é do cansaço, alega metade.
O cansaço e o stress profissional já não ficam à porta de casa e estão a afectar cada vez mais a vida sexual dos homens portugueses. De tal forma que estes dois factores foram apontados num estudo como as principais razões para a falta de interesse sexual dos inquiridos.
Os dados fazem parte do “Estudo transcultural sobre factores associados ao interesse sexual masculino”, que será apresentado nesta segunda-feira no ISPA - Instituto Universitário, em Lisboa, coordenado pela psicóloga clínica e investigadora Ana Carvalheira, em parceria com os investigadores Aleksandar Štulhofer, da Universidade de Zagreb, na Croácia, e Bente Træen, da Universidade de Olso, na Noruega.
PÚBLICO
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Não é nada o cansaço, a provocar a falta de interesse sexual. O problema é que o «tesão» já está a pagar imposto. A troika, no seu programa de ajustamento, quer também acabar com o mito do macho latino, ressuscitando um outro, que andava perdido, mas que é muito atrativo para os portugueses, o mito sebastianista. 

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Sexo: os portugueses falam muito, mas fazem pouco (!...)


O Expresso publica na Revista de sábado, 15, os primeiros resultados do maior inquérito na imprensa nacional ao sexo dos portugueses. Para começar: não praticam muito nem são muito criativos. Mas estão satisfeitos.
Sabia que os algarvios são quem tem mais desejo sexual e quem melhor avalia o seu desempenho e o dos seus parceiros? Que os sportinguistas são os que revelam menos vontade de ter sexo, por contraste com os portistas? Que quem fuma, e também quem bebe, tem uma vida sexual mais ativa do que quem prefere manter-se longe dos vícios? E imaginava que 35% dos portugueses que se consideram politicamente de direita não tiveram sexo no último ano? Se cora só de imaginar dois corpos entrelaçados, prepare-se: vamos falar de sexo. Hoje, na Revista, analisamos os primeiros resultados do extenso inquérito realizado pelo Expresso sobre a vida sexual dos portugueses. Como são afinal na cama (e fora dela)? As respostas surpreendem em muitos casos, preocupam noutros, denunciam, por vezes, curiosidades regionais ou até clubísticas, mas confirmam uma realidade: apesar da revolução sexual ocorrida nas últimas décadas, que aproximou os comportamentos dos homens e das mulheres, subsistem ainda importantes diferenças de género na hora dos portugueses se entregarem ao prazer.
EXPRESSO
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Os machos latinos também já emigraram... Os que ficaram andam a tomar Prosac...

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Estudo: O novo "American way of sex"



O que se passa no quarto, na cama
(debaixo dos lençóis) dos americanos?
Um novo estudo levanta uma pontinha
do segredo e um cientista português
propõe que comecemos a olhar também
para nós.
... a maioria dos norte-americanos, diz um
novo estudo alargado dos comportamentos
sexuais na América, praticam frequentemente
o sexo oral. "Os pássaros fazem-no. As abelhas
fazem-no. Até as pulgas esclarecidas o fazem -
vamos fazê-lo também", diz o refrão da canção
do compositor norte-americano Cole Porter.
PÚBLICO
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Respondendo ao cientista português, eu diria que no meu quarto não acontece nada, mas quando acontecia, era sempre por cima dos lençóis. É que eu fui sempre muito acalorado!
Quem não vai gostar mesmo nada das conclusões deste estudo, que a jornalista Clara Barata, do PÚBLICO, descreve num longo artigo, vai ser o papa Bento XVI, que irá dar murros na sua secretária, tal será a sua revolta, por ficar a saber que o rebanho do Senhor «fode» à grande e à francesa, de qualquer maneira, e com ou sem preservativo, mandando às urtigas a sua requentada teoria da humanização da sexualidade. Para cúmulo do seu desespero, o papa ficará a saber que a maioria dos americanos e americanas optam pela prática frequente do sexo oral, que deixou de ser tabu.
Este estudo, estatisticamente representativo da população americana, pois foi respeitada a transversalidade da amostra, através de uma selecção cuidada das 5865 pessoas inquiridas, acautelou a eventualidade da ocorrência de falsas respostas, optando por receber os questionários preenchidos, através da Internet, garantindo-se assim o anonimato.
Foi o mais significativo estudo sobre o comportamento sexual da população americana desde há 20 anos, e, nesse período de tempo, segundo anotaram os autores do estudo, as atitudes perante o sexo sofreram grandes mudanças comportamentais, às quais não são alheios os novos padrões culturais e a influência dos media, que começaram a abordar a sexualidade com outra abertura, rigor e transparência.
Essencialmente, os investigadores do "Estudo Nacional sobre a Saúde e Comportamentos Sexuais" da Universidade de Indiana, pretendiam saber os seguintes aspectos ligados à vida sexual: o intervalo etário dos indivíduos com práticas sexuais activas; o tipo de sexo praticado preferencialmente pelos americanos (coito? anal? oral? masturbação com o parceiro ou solitária?); onde o praticavam; e, excluindo as relações homossexuais, que com que tipo de parceiros (companheiro habitual? parceiro ocasional? amigo? pagando?) praticavam as suas relações sexuais. Paralelamente, tentaram também conhecer a incidência de doenças específicas, que a previsível mudança de hábitos poderia acarretar.
Será interessante reproduzir a afirmação do sexólogo Pedro Nobre à jornalista do PÚBLICO: "O coito vaginal é apenas uma das formas de prazer sexual. É fundamental na reprodução - não para o prazer no sexo".