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domingo, 15 de abril de 2018

Milagres, há muitos… Oh, palerma…


Primeira página do Correio da Manhã

Milagres, há muitos… Oh, palerma…

Por enquanto, apenas são sinais anunciadores, dos milagres que hão-de vir, e que serão enviados pela chancelaria divina, mas, como de costume, sem a indicação dos respectivos prazos de validade.
Eu sempre disse que Fátima é a fábrica da cera e dos milagres, dois produtos de elevado valor acrescentado, mas que estão isentos do pagamento do IVA., o que, só por si, já é um autêntico milagre da santa, assim como é, também,   milagre o facto das esmolas dos peregrinos não pagarem aquele imposto. Isto, num país onde a caça aos impostos, ao nível da classe média, é particularmente tenaz e incisiva, não deixando espaço para o cidadão respirar.
Alexandre de Castro
2018 04 15

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Resposta a uma pergunta sobre o texto “A bivalência da coisa”


Resposta a uma pergunta sobre
o texto “A bivalência da coisa”


Num Grupo do facebook, um leitor interessado, reagiu ao meu texto, A bivalência da coisa, também aqui publicado, deixando a seguinte pergunta: Qual a solução?

Respondi assim:

Há várias soluções, A T:

1ª - Se eu tivesse uma bomba atómica, lançava-a no edifício da sede da UE. Cortava-se o mal pela raiz.

2ª - Forçar, da parte do governo português, a renegociação da dívida e a sua reestruturação, perdoando-se parte do seu montante e alongando o prazo da sua total liquidação, para dar folga a Portugal, que assim poderia aumentar o investimento público, de forma a fazer crescer a economia para os quatro e cinco por cento, o que não está a ser conseguido, nem pode estar, porque a dívida contraída às entidades da troika, tal como está estruturada, constitui um verdadeiro garrote para a economia portuguesa.

Não está a pedir-se nada que a então Alemanha Ocidental não tenha pedido aos países vencedores da Segunda Guerra Mundial, em relação ao pagamento das indemnizações de guerra, entretanto transformadas em dívida

Recorde-se que, quando o governo da nossa desgraça assinou o acordo com a troika, o cálculo então feito - para que Portugal conseguisse pagar a dívida até ao prazo estabelecido (2035 para a dívida do FMI e 2036 para a dívida ao BCE e à Comissão Europeia) - apontava para a necessidade da economia portuguesa crescer os tais quatro a cinco por cento, ao ano. Ora, nos últimos três exercícios anuais, o crescimento da economia nem sequer chegou a metade dessa percentagem, nem nunca vai chegar, se não houver dinheiro para mais investimento público.

A não se negociar nada, o esforço orçamental do Estado português terá de ser muito maior, em prejuízo dos salários, das pensões e do Serviço Nacional de Saúde, como, aliás, já está a acontecer com o Orçamento de Estado deste ano. E, com excepção dos anos eleitorais, os orçamentos serão cada vez mais apertados, o que se vai repercutir na descida gradual do nível de vida dos portugueses, no aumento da pobreza e na degradação do Estado Social.

Pergunto: É isto que os portugueses querem? É desta forma cruel que a Europa é amiga de Portugal? É a isto que se chama virar a página, como António Costa anda sempre a dizer?

3ª– Se a primeira hipótese é inviável, impraticável e impossível e a segunda é rejeitada pelos partidos europeístas nacionais, então o melhor é ir à bruxa.
É o que eu também vou fazer.

Alexandre de Castro
2018 04 12

sábado, 31 de março de 2018

A política também é feita de humor…


A política também é feita de humor…

Por vezes, os dirigentes comunistas são criticados por terem um discurso político rígido, hirto e muito formal, como se fosse desenhado a régua e esquadro e talhado e moldado pela foice e pelo martelo, e em que faltam as subtilezas da linguagem, que, uma vez bem enquadradas, podem ter um efeito corrosivo enorme.
Foi esse efeito corrosivo, engalanado por uma subtil e oportuna ironia, que Jerónimo de Sousa conseguiu desmontar a gratuitidade (e, também, alguma hipocrisia) daquelas frases chavão, sonoras e grandiloquentes, que exprimem pensamentos sublimes e sedutores. mas que apenas valem pela sua amplitude metafórica, não tendo nenhuma repercussão na realidade vivida e sentida.
E com esta frase de antologia, "PCP defende aumentos salariais para que Marcelo deixe de ter vergonha da pobreza" Jerónimo de Sousa, sem deixar de fora o que politicamente exigia, arrasa, de uma penada, a vacuidade do pomposo discurso político, em que o disfarce, a demagogia e até a mentira andam de mãos dadas.

Alexandre de Castro
2018 03 31

segunda-feira, 12 de março de 2018

O escândalo Novartis que está a abalar a Grécia

© Swipe News, SA © Fornecido por ECO - Economia Online

O escândalo Novartis que está a abalar a Grécia

Os dez políticos gregos, alegadamente envolvidos no esquema de corrupção da Novartis (uma multinacional farmacêutica suíça), já fizeram saber que pretendem ser julgados em Portugal.
(Nota de humor, claro)

Alexandre de Castro
2018 03 12

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Marcelo, o campeão dos abraços e dos beijinhos


Isto já não é, apenas, o charme presidencial, a distribuir beijinhos e abraços, para colher afectos. É mais alguma coisa!…
Por esta andar, Marcelo é muito bem capaz de vir a apear do pódio Mário Soares, que conseguiu montar uma tartaruga gigante, nas Seychelles.

Alexandre de Castro
Sobre uma fotografia, retirada da internet
2017 10 29

Nota: Um leitor bem formado, que viu esta publicação num site, onde colaboro, escreveu-me, todo escandalizado, a criticar-me por eu estar a publicar “coisas”, de cariz sexual, e envolvendo altas figuras do Estado.
Respondi-lhe, educadamente, que estava equivocado, pois eu, nesta publicação, estava, indirectamente, a referir-me a fenómenos do Entroncamento.

domingo, 15 de outubro de 2017

Madona fez campanha pela CDU

Clicar para ampliar a fotografia

Agradeço à Leila Gomes a montagem da legenda nesta fotografia, que circulou pelas redes sociais, sem a identificação da respectiva  autoria
«««*»»»
Para curar a azia, recorro ao humor...
Como disse Jerónimo de Sousa, as autarquias que, à esquerda, mudaram de mãos, ainda irão ter saudades da CDU.
Alexandre de Castro 

domingo, 8 de outubro de 2017

Segredos de Estado...