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quinta-feira, 2 de março de 2017

Mais de um milhão de migrantes ilegais podem ser expulsos da Europa


Mais de um milhão de migrantes ilegais podem ser expulsos da Europa

Então, agora, Donald Trump também já manda na Europa?! Ou será que a Comissão Europeia também vai construir um Muro, desde o Cabo de S. Vicente atá ao Bósforo?
Vou ficar à espera que. todos aqueles que tanto criticaram Trump, de pretender continuar a construção do Muro, que Clinton iniciou, venham agora, aqui, protestar contra a hipotética possibilidade de a civilizada Europa deportar 1,1 milhões de imigrantes ilegais.
Eu não sei como os europeístas ferrenhos vão descalçar esta bota, em que a hipocrisia política é manifesta. "Faz o que eu digo, mas não faças o que eu faço", é um aforismo, digno de constituir-se em mais um leme desta Europa, que já esgotou o seu tempo histórico.
Alexandre de Castro
2017 03 02

terça-feira, 19 de abril de 2016

Turquia faz ultimato à UE e ameaça rejeitar refugiados [ou o declínio da Europa]


Turquia faz ultimato à UE e ameaça rejeitar refugiados

Se restrições à atribuição de vistos a cidadãos turcos não forem aliviadas até junho, como definido no acordo Turquia-UE, Ancara vai deixar de aceitar acolher refugiados e migrantes que entraram “ilegalmente” em território europeu
A um dia de se encontrar com o chefe da Comissão Europeia, previsto para esta terça-feira à tarde, o primeiro-ministro turco avisou que o acordo firmado entre o país e a União, há um mês, vai ter um fim abrupto se as restrições à atribuição de vistos a turcos não tiverem sido aliviadas até junho, como previsto nesse acordo.
Expresso
Ver aqui
***«»***
A Europa de joelhos, perante o turco. Uma outra Constantinopla irá cair nas mãos dos otomanos, se a Turquia entrar na UE. Será um verdadeiro Cavalo de Tróia.
A islamização da Europa é um projecto global para todo o mundo árabe, tal como é o dos EUA, para conseguir dominar o mundo, no ponto de vista militar, económico e financeiro. São dois projectos que já estão a ser executados, passo a passo, em surdina, sem que os europeus se tenham apercebido, ou, se perceberam, tenham calado.
Tal como aconteceu com o Império Romano (aliás, com todos os impérios), a Europa entrou num declínio irreversível, tendo esgotado o seu potencial civilizacional. A morte será lenta, com uma agonia prolongada.
AC

domingo, 20 de setembro de 2015

A Europa, os refugiados e a imigração...


 A Europa, os refugiados e a imigração...

Na realidade, não podemos confundir razões humanitárias, caso queiramos continuar a ser "civilizados", com as razões geo-estratégicas. E digo isto assim, porque ontem os portugueses (e, possivelmente, muitos europeus) acordaram sobressaltados com a divulgação de um vídeo, em que um radical líder religioso muçulmano, numa mesquita em Jerusalém, proferiu um discurso incendiário, de incontido ódio, a incitar os refugiados sírios a "procriarem com os europeus", a fim de alcançar-se uma maioria muçulmana na Europa, que conduziria à sua islamização, tal "como ordena o Profeta".
O discurso não é novo, pois já o antigo dirigente líbio, Kadafi, disse o mesmo no início deste século. Também se sabe que esta peregrina ideia de querer islamizar a Europa, através da demografia, anima as cabecinhas alucinadas de muitos líderes religiosos e políticos muçulmanos. Mas, neste momento delicado, aparecer uma "declaração de guerra" deste tipo, só vem acicatar os ânimos. Trata-se, pois, de um vídeo que pode tornar-se viral e que poderá potenciar sentimentos xenófobos em relação aos refugiados sírios, que outra coisa não querem, senão reorganizar as suas vidas destruídas pela guerra.
É certo que a islamização da Europa virá a ser uma realidade, mas que não será incontornável nem alarmante se esta mesma Europa mudar atempadamente a sua política e o seu paradigma ideológico e abdicar de promover políticas de empobrecimento, que têm um impacto muito negativo na natalidade.
Só existem dois processos para evitar uma maioria islâmica na Europa, maioria essa que eu não desejo: o aumento da natalidade e uma reformulação justa e equilibrada das políticas de imigração, que permitam acolher quem vem com a intenção de encontrar trabalho e vier por bem (os jihadistas seriam recusados, e, no caso de já se encontrarem radicados na Europa, seriam expulsos) e, também, todos aqueles que são vítimas das guerras e das perseguições políticas nos seus países de origem.
Por outro lado, esta Europa, que se autoproclama pacifista e não belicista, não pode continuar a apoiar, directa ou indirectamente, a política de permanente agressão, levada a cabo pelos EUA contra os países do Médio Oriente, e que têm por único objectivo o de vir a exercer um domínio absoluto sobre a região. Onde há guerras, há refugiados, e, no caso do Médio Oriente, é a Europa que está a colher as tempestades dos ventos que os EUA andam a semear.

sábado, 19 de setembro de 2015

The European Refugee Crisis and Syria Explained


Os refugiados sírios não são uma ameaça para a Europa. Podem ser uma oportunidade. A generosidade humanitária em os acolher, neste momento dramático, poderá ser, no futuro próximo, amplamente compensada pelo fortalecimento da economia europeia e pelo rejuvenescimento da sua população, que está a envelhecer. Os sírios que arriscaram a vida a passar o seu cabo das Tormentas - o Mar Mediterrâneo - não são maltrapilhos nem muçulmanos fanáticos. Trata-se, no ponto de vista cultural, da população mais ocidentalizada do Médio Oriente. Por outro lado, a maioria deles regressará ao seu país, mal a paz seja restabelecida e a situação normalizada.
Não há nenhuma razão para ter medo...

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Notas do meu rodapé: Se houver paz não haverá refugiados...


Eu compreendo que a Alemanha, assim como todos os outros países da UE, que estão a sofrer o impacto directo da onda migratória dos refugiados sírios e iraquianos, se debatam com graves problemas logísticos, para receber tanta gente. Por outro lado, a Alemanha foi dos países que mais se disponibilizou para receber esses refugiados de guerra, embora essa boa vontade manifestada não tivesse sido inocente, pois, se eles não excederem o número previamente calculado, até darão jeito à sua economia, que ali teria uma enorme reserva de mão de obra barata, ao mesmo tempo que contribuiria para a desvalorização salarial das áreas da economia que recrutam mão de obra menos qualificada.
Mas este grave problema, que se apresenta dramaticamente em termos humanitários - o que não pode ser ignorado, em nome dos apregoados valores da civilização ocidental e sob pena, se esses valores não forem respeitados, de regressarmos à barbárie - tem de ser analisado na perspectiva da História recente. E a primeira questão que se coloca diz respeito à pergunta incómoda de saber quem é que andou (e ainda anda) a provocar guerras, desde há vinte anos, no Médio Oriente, em obediência a um agressivo plano geo-estratégico, centrado no objectivo de dominar totalmente os países ricos em petróleo.
Os EUA, a Grã-Bretanha e a França (a Alemanha não se meteu nisso, mas solidarizou-se com esta estratégia, por omissão, assim como todos os outros países da UE) desencadearam guerras no Afeganistão, no Iraque, na Líbia e, agora, indirectamente, através do Estado Islâmico, na Síria. Esses países ficaram totalmente destruídos, nas suas infra-estruturas, na sua economia e a nível social, pois nunca mais tiveram paz. As populações, que o puderam fazer, fugiram àquela violência bárbara e criminosa. É um dever da Europa e dos outros países do mundo prestarem a sua ajuda desinteressada.
Mas, o tiro da agrssão saiu pela culatra à Europa, que está agora a braços com uma grave crise migratória e humanitária. Os EUA semearam ventos e a Europa está a colher as tempestades. Por isso, só há um caminho. Em primeiro lugar, acolher esses refugiados, até ao momento que possam regressar em paz aos seus países. Em segundo lugar, acabar com os conflitos militares no Médio Oriente e desistir de querer liquidar o regime sírio, objectivo que os EUA perseguem.
Se houver paz não haverá refugiados. 

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Marselha ainda é francesa?!

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         O PROBLEMA DA INVASÃO ISLÃMICA EM FRANÇA E EM OUTROS PAISES ´
EUROPEUS NÃO PARECE TER SOLUÇÃO E OS GOVERNOS DENTRO
DE ALGUNS ANOS SERÃO TAMBEM ISLÃMICOS.

Quer as políticas de assimilação, praticadas em França, quer a política de integração, posta em prática na Grã-Bretanha e em mais alguns países nórdicos, em relação aos imigrantes, revelaram-se um autêntico fracasso. A religião de origem da maioria destes imigrantes, a religião muçulmana, teve mais força do que as políticas dos estados e a complacência da sociedade autóctone. Os muçulmanos recusam a assimilação ou a integração e alimentam o sonho, tal como se assistiu nas ruidosas e ameaçadoras manifestações em Londres e em Paris, de fazer um ajuste de contas com o Ocidente. Esta postura é surdamente alimentada pelos sacerdotes, que, silenciosamente, trabalham no grande desígnio de um dia, pela força da demografia, imporem o islão aos europeus.
As violentas manifestações dos jovens descendentes dos abnegados imigrantes, em Paris, em 2007, e, este ano, em Londres, confrontaram as respectivas sociedades com os monstros que estavam a ser fabricados no eu seio. Mas os políticos depressa deixaram cair a discussão no esquecimento, já que se trata de uma questão melindrosa, que poderá vir a causar mais tumultos e violência, adoptando aquela atitude conformista de que quem vier atrás, que feche a porta.
Mas não são apenas causas religiosas e culturais a inquinarem as políticas de assimilação e as de integração. Os filhos dos imigrantes não querem ocupar os empregos dos pais. Como estudaram, fazendo a escolaridade obrigatória, por vezes aos tropeções, anseiam empregos mais qualificados, que a sociedade lhes nega. O gueto e a marginalidade são a solução. Solução enganadora, que irá no futuro rebentar na boca dos europeus.
Fotografias enviadas pelo João Fráguas

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Notas do meu rodapé: Não quero ver a raínha de Inglaterra vestida com a burka

Ao contrário do anunciado na primeira imagem pode clicar em todas para as ampliar














Estas manifestações fundamentalistas, que nada têm de espontaneidade, antes obedecem a um plano difusor altamente organizado e centralizado, fazem-me recordar as manifestações das juventudes hitlerianas dos anos trinta do século passado. A uni-las, um rancoroso ódio de brutalidade animalesca contra o inimigo eleito, assumido numa encenação grotesca e patética, e ao arrepio de todos os avanços civilizacionais baseados na tolerância e no direito pela diferença. Os países muçulmanos podem ter muitas razões de queixa em relação ao colonialismo europeu do passado e às agressões permanentes do sionismo judaico sobre o martirizado povo da Palestina, cuja independência as forças progressistas do ocidente defendem com sincera convicção. Não podem, contudo, através das suas comunidades europeias, alimentar o ódio xenófobo contra os povos que lhe deram acolhimento, nem ameaçar de morte quem não se identifica com a sua satânica religião, idêntica na sua vocação totalitária e exclusivista à matriz original das duas outras religiões monoteístas. 
Sabe-se que os fundamentalistas islâmicos, ensandecidos pela cegueira de ajustar contas com a História, pretendem conquistar através da demografia, aquilo que, na Idade Média, não conseguiram pelas armas. E, neste aspecto, aceito plenamente que se deva aplicar a lei da reciprocidade de tratamento, expulsando do solo europeu aqueles muçulmanos hostis, que nele entraram, utilizando o cavalo de Tróia, e limitando as liberdades a quem não quer respeitar as liberdades dos outros. A Europa não pode transformar-se na cloaca dos fundamentalistas islâmicos, que nela pretenderão impor, quando para isso tiverem a força suficiente, as implacáveis leis corâmicas da sharia, reclamadas na manifestação de Londres, e à qual reportam as imagens publicadas.
Não quero ver a rainha de Inglaterra vestida com a burka nem quero regressar ao tempo da Inquisição, em que apostasia e o ateísmo eram purificados pelo fogo.
Notas:
(1) "Deste modo, tornou-se uma obrigação individual, à qual não há escapatória, de cada Muçulmano preparar o seu equipamento, decidir-se a participar na jihad, e preparar-se para ela até que a oportunidade seja oportuna e Deus decrete uma matéria que é certo que será completada..."
al-Banna, fundador da Irmandade Muçulmana
(2) Sobre a total intolerância pelos costumes não-muçulmanos: "Tudo no Universo é Muçulmano pois tudo obedece a Deus pela submissão às suas leis... Em toda a sua vida, desde o estado embriónico até à dissolução do corpo após a morte, cada tecido dos seus músculos e cada membro do seu corpo segue o curso prescrito pelas leis de Deus. A sua língua, que pela sua ignorância defenda a negação de Deus ou professe divindades múltiplas, é na sua própria natureza "Muçulmana"... Aquele que negar Deus é um Kafir ("escondedor") porque ele esconde pela sua descrença o que é inerente à sua natureza e embalsamado na sua alma. Todo o seu corpo funciona em obediência a esse instinto... A realidade torna-se-lhe alienada e ele tateia na escuridão".
Sayed Abul ala Mawdudi, fundador da  Jamaat-e-Islami 

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Há cada vez mais imigrantes a desistir de Portugal

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Nos últimos três anos, quadriplicaram os pedidos de imigrantes residentes em Portugal para regressar aos seus países de origem, referem dados do Centro Nacional de Apoio ao Imigrante (CNAI) de Lisboa. Em primeiro lugar, estão os brasileiros seguidos, a grande distância, de cidadãos dos países africanos de língua oficial portuguesa (PALOP’s).
O desemprego e a dificuldade em obter vínculos sociais estáveis, estão entre os principais motivos que levam os imigrantes a desistir de Portugal, explica ao PÚBLICO, a responsável do Gabinete de Apoio Social do CNAI, Lígia Almeida.
PÚBLICO
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Os imigrantes já perceberam que Portugal não tem futuro. Ou, então, tiveram medo de serem vendidos por engano, juntamente com a dívida soberana. Só falta saírem os portugueses e encerrar definitivamente este país. Talvez algum magnata árabe o compre por atacado e nele assente arraiaias para iniciar, muitos séculos depois dos «mouros» terem sido expulsos, a Reconquista Muçulmana da Península Ibérica. Então, chegará o momento de glória de Paulo Portas, a refugiar-se nas Astúrias para iniciar a resistência cristã, à espera da sua batalha de Covadonga, qual Pelágio restaurado, vestido a preceito com armadura Yves Saint-Laurent, elmo Giorgio Armani e uma cota de malha desenhada especialmente para ele pela Fátima Lopes.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

O Islamismo- por F. Fernandes

A integração dos muçulmanos

Existem aproximadamente vinte milhões de muçulmanos na Europa. Estes representam todo o espectro de atitudes religiosas possíveis, desde a indiferença até ao fanatismo.
Os muçulmanos europeus tendem a viver agrupados em comunidades, quase sempre mal integrados, seja nos subúrbios das grandes cidades, como em França, ou em bairros abandonados pela população autóctone, como em Bruxelas ou Londres. São mais pobres, sofrem uma taxa de desemprego elevada. A maioria chegou à Europa em vagas desde a Segunda Guerra, numa altura em que estes precisavam de emprego e a Europa devastada pela guerra, precisava de mão-de-obra para a sua reconstrução. Pela primeira vez na sua história, a Europa encontra-se na difícil situação de ter que integrar uma enorme massa de imigrantes não europeus. Um desafio difícil que custa levar a bom termo.
A maioria dos muçulmanos europeus, concorda com a emancipação da mulher, com o papel que a esta cabe na sociedade, é a favor de um Islão moderado e não considera os europeus hostis ao Islão. Mas não nos enganemos, o Islão continua a ser o principal pólo identitário dos muçulmanos. A integração destas comunidades na Europa não é realmente um êxito. Apesar de milhões de muçulmanos viverem a sua vida sem causarem problemas no país de acolhimento, nem por isso se fundem na cultura que os rodeia. De nada serve ignorar o problema da integração, ele existe.
Na Europa existem dois modelos de integração, o modelo republicano francês e o comunitário britânico. O primeiro tenta integrar as identidades estrangeiras, transformando os imigrantes em franceses. O segundo aposta em preservar as identidades estrangeiras num mosaico de muçulmanos. Nenhum dos dois resulta. Sustentados por sólidas muralhas ideológicas, as tragédias recentes – o assassinato de Theo van Gogh em Amesterdam, os atentados de Londres, e os tumultos nos subúrbios franceses - derrubaram as muralhas e mostraram o fracasso de tal ideologia. Há que reconhecer: os modelos, cada um, com suas incongruências, acabaram por criar guetos. O multiculturalismo é uma gafe?
A ideologia multiculturalista é ambígua, serve para cobrir com roupagens novas o velho racismo. - Cada um em sua casa e deus na de todos… A ideologia multiculturalista parte quase sempre de uma boa intenção; peca então por ingenuidade. Não existem critérios para determinar o famoso limite de tolerância, mas, queiramos ou não, o multiculturalismo conduz ao gueto. Uma coisa é certa, estão melhor integrados os avós e os pais, do que os filhos, porque será?
A capacidade de integrar, e proporcionar a cidadania a milhões de cidadãos alienados, de criar as condições de autêntica pertença a esse princípio espiritual que é a Nação, é necessariamente geradora de frustração, de isolamento comunitário, da busca de sentido onde haja uma possibilidade de o encontrar. Nem por isso se convertem todos em fanáticos dispostos a matar, mas reúnem-se as condições para que alguns o façam. Uma integração harmoniosa não é só por si, uma garantia contra o fanatismo assassino, mas a capacidade de recrutar adeptos ficaria minorada.
Efectivamente, do trabalho de socialização que o estado se mostra incapaz de realizar, se encarrega o Islamismo. Financiado com dinheiro saudita, através dos irmãos muçulmanos, uma enorme rede de organizações, realiza um incrível trabalho de islamização profunda das comunidades muçulmanas. As mesquitas, associações, instituições caritativas e educacionais, em princípio, não são instituições terroristas. A sua estratégia a longo prazo, tem quatro objectivos bem definidos: assegurar o monopólio da representação das comunidades muçulmanas, impedir a assimilação dos muçulmanos da Europa, preservando e afirmando a sua identidade; reforçar a sua própria capacidade de influência na política nacional nos centros de decisão, e transformar paulatinamente o Islamismo numa força política decisiva na Europa.
Publicado no Diário Ateísta, 3 OUT 2009