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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Contraste a preto e branco...


As muçulmanas nem calculam o que perdem por esconderem o corpo todo!... Perdem os nossos olhares, que não ofendem, antes exaltam a beleza, onde ela existe.

domingo, 30 de novembro de 2014

Estar no poder altera automaticamente a voz


Um estudo levado a cabo pela Columbia School of Business, nos Estados Unidos, revela que as pessoas que foram colocadas em posições de poder mudaram automaticamente o modo como colocavam a voz enquanto falavam, conta o Mashable.
Certamente que já reparou que os políticos não falam da mesma maneira quando estão no Parlamento ou quando estão, apenas, perante os jornalistas. Pois bem, em causa, revela um estudo da Columbia School of Business, está o facto de se encontrarem ou não numa posição de poder.
Margaret Thatcher é o melhor exemplo. Antes de se tornar primeiro-ministro do Reino Unido, a britânica foi submetida a treino vocal para que parecesse mais poderosa. Primeiro, levantou o tom em que falava, depois manteve a sonoridade firme e, por fim, aprendeu a oscilar a intensidade e som da voz conforme o contexto em que falava. Mas será que valia a pena tanto trabalho?

***«»***
Trata-se do típico reflexo "pavloviano". Será uma boa terapia para os gagos, metê-los na política, já que aquela experiência de Demóstenes, de tentar falar com calhaus na boca, é muito incómoda e de resultados incertos.
Margaret Thatcher começou por experimentar o método de Demóstenes, metendo calhaus na boca, mas, depois, começou às pedradas contra tudo o que mexia, e foi o que se viu!...

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Esta é a fórmula matemática da felicidade

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A partir do estudo das respostas neurológicas associadas à satisfação, um grupo de cientistas da Universidade de Cambridge apurou uma fórmula matemática que define a felicidade.
estudo, intitulado “Um modelo neuronal e computacional para um momento subjetivo de felicidade” tratou de perceber o que se passa no cérebro durante um momento de alegria. Para isso desenvolveu um jogo que envolveu ganhos monetários de curto prazo, o que implicou gerir expectativas e desejos de modo a perceber os impulsos cerebrais envolvidos na sensação de felicidade descrita pelos participantes — que era medida numa escala de um a dez. O estudo envolveu um rácio de esquecimento, determinando que quanto mais distante no tempo era o momento de felicidade, menos relevante ele se tornava para o sentimento presente. Outra conclusão interessante é a relação da felicidade com as expectativas. Dito de outra forma: se a recompensa for inesperada, a sensação de felicidade é bem maior.
Este trabalho científico envolveu 26 pessoas que se sujeitaram a um scan cerebral enquanto jogavam no computador. Os resultados de base foram depois usados para prever intervalos para padrões de felicidade de 18.420 sujeitos que participaram num jogo no smartphone, demonstrando a utilidade dos valores originais apurados. Estudos mais avançados poderão contribuir para determinar valores mais rigorosos que apurem a felicidade de uma pessoa sem ter de recorrer a testes subjetivos como os que são usados hoje por psicólogos.
Se esta parece uma questão mais filosófica que matemática, é porque é. E é o próprio estudo de Cambrigde que começa por referir o “a felicidade tem uma importância central no bem estar subjetivo do ser humano”, algo que tem sido estudado há milénios por filósofos — “de Aristóteles a Bentham”. Claro que  encontrar o estado emocional puro de felicidade individual é utópico porque isso depende de cada pessoa e das suas circunstâncias, pelo que a única possibilidade de efetuar uma medida seria pela felicidade subjetiva dos povos — que as Nações Unidas já medem através do Relatório Mundial da Felicidade — ou pelo transitório estado emocional de satisfação. A metodologia foi a que permitiu atingir resultados mensuráveis, embora seja criticável por associar satisfação a somas monetárias em jogos.
Já no ano passado um outro estudo da Universidade de Missouri tentou apurar a relação entre a busca da felicidade e a música. Sendo que aqui é mais fácil associar comportamentos a épocas ou até gerações — o que facilita a criação de uma banda sonora da felicidade. Deixamos três sucessos musicais que muitos associam a felicidade:
No final dos anos sessenta, os Turtles lançaram um hit chamado “Happy Together” que resumiu o espírito da geração.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Portugal já está à venda!...



Primeiro palmo de terra portuguesa vendido a um espanhol
O Governo português aceitou vender, em segredo, o terreno mais a Norte de Portugal a um proprietário espanhol. A população de Melgaço está revoltada, de acordo com o Jornal de Notícias, e exige que o negócio seja anulado.
“É lamentável, a todos os níveis, que tenham sido vendidos os primeiros palmos de terra de uma nação”. É desta forma que a população de Melgaço, nas palavras do deputado municipal do PSD Jorge Ribeiro, reage à venda, por parte do Governo, dos 60 metros quadrados de terreno mais a Norte de Portugal.
No terreno vendido, está a mais importante casa da Guarda Fiscal, que em tempos funcionou como uma prisão provisória para os contrabandistas, na fronteira que liga Melgaço a S. Gregório.
O negócio foi feito por ajuste direto e em segredo, com um proprietário espanhol, que pagou 2.800 euros ao Estado português.
“A nossa ideia é restaurar a casa, içar a bandeira portuguesa e colocar no local informações sobre a história da fronteira”, contou ao Jornal de Notícias o antigo guarda-fiscal Avelino Fernandes.
Para evitar situações futuras, o presidente da Câmara de Melgaço sugere que se qualifiquem os restantes edifícios das fronteiras como sendo de interesse municipal.

***«»***

Qualquer dia acordamos com a notícia de que o Mosteiro dos Jerónimos foi vendido a um chinês e o Museu Nacional de Arte Antiga a um angolano.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Cântaro


"cântaro sobre a mesa"

El cántaro que tiene la suprema
realidad de la forma,
creado de la tierra
para que el ojo pueda
contemplar la frescura.
El cántaro que existe conteniendo,
hueco de contener se quebraria
inánime. Su forma
existe solo así,
sonora y respirada.
El hondo cántaro
de clara curvatura,
bella y servil:
el cántaro y el canto

Jose Angel Valente
***«»***
O cântaro é um utensílio ancestral da Humanidade, amplamente registado no espólio arqueológico do Período Neolítico e representou uma verdadeira revolução no transporte individual da água para o consumo familiar. A sua forma, adelgaçada nas extremidades e bojuda no centro, é aquela que permite, quando pousado na cabeça, manter um maior equilíbrio para uma maior quantidade de água transportada, ao mesmo tempo que liberta as mãos. Para o transporte da água, à mão, em utensílios cilíndricos ou paralelepipédicos, era exigido um maior esforço e reduzia-se, devido ao peso, a respetiva quantidade de água. Por outro lado, tornava-se difícil, durante a caminhada, equilibrar na cabeça estes utensílios cilíndricos e paralelepipédicos, cheios de água. 
O Homem, durante toda a sua evolução antropológica e histórica, procurou sempre, usando a sua racionalidade, cruzar a economia de meios com a eficiência. O cântaro é um bom exemplo desta asserção. E os ganhos de uma maior comodidade no seu transporte, sobre a cabeça, talvez tivessem levado a Mulher, a quem foi destinada esta tarefa, a cantar durante a caminhada. Daí, o poeta enaltecer a forma do cântaro, ao dizer " El cántaro que tiene la suprema realidad de la forma, creado de la tierra", e em o associar ao canto: "el cántaro y el canto".
É a minha explicação...

Adenda: Esqueci-me de referir que aquela forma do cântaro permite que, quando cheio, o seu centro de gravidade se desloque para a sua parte inferior, o que facilita o seu equilíbrio, quando transportado na cabeça.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Superar os limites!...


Raparigas fantásticas, famosas na época. Um vídeo de 1944, foi recuperado, digitalizado e colorido. Nesta clássica coreografia do filme “Broadway Rhythm”, as assim chamadas The Ross Sisters, Aggie, Maggie e Elmira, cantam e movimentam-se de uma forma que não parece ser humanamente possível. Nos primeiros 45 segundos elas cantam. Mas o que vem a seguir é impressionante.
Texto e vídeo, da página de Jorge Manuel Magalhães Ribeiro.
***«»***
Umas bonecas de borracha não seriam tão maleáveis e flexíveis!... 

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Vox Pop - A ignorância dos nossos universitários

Sugestão de Diamantino Silva e de Joaquim Pereira da Silva
***
Esta amostra poderá não ser estatisticamente significativa. Poderá até ter havido a intenção malévola de selecionar os exemplos mais negativos. Mas é, sem dúvida, exemplarmente elucidativa! Comprova, pelo menos, o elevado grau de iliteracia de muitos jovens universitários portugueses. Alguns até poderão vir a ser brilhantes, nas áreas específicas dos seus conhecimentos, mas serão sempre ignorantes na compreensão e na apreensão do mundo que os rodeia. Falta-lhes a visão dialética, a cultura geral e a capacidade de pensamento crítico. E isto é preocupante, porque sem elites esclarecidas, nenhum país progride.
Lembro-me que, no início da década oitenta, do século passado, um jornal deu-se ao trabalho de fazer, em entrevista, um pequeno teste de Língua Portuguesa aos alunos do 1º ano da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Um autêntico desastre, que provocou algum escândalo, na época. E eu fiquei em pânico, porque fico sempre em pânico, quando vejo pobreza à minha volta.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Cantora pede desculpa por ter dormido com um rapaz


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A cantora japonesa Minami Minegishi confessou publicamente, num vídeo lançado no YouTube, que tinha dormido com um namorado, o que é proibido na banda pop AKB48.
Um insólito vídeo de arrependimento de uma cantora da banda pop japonesa AKB48 por ter dormido com um rapaz deu a volta ao mundo através do YouTube.
Nas imagens, Minami Minegishi, de 20 anos, com a cabeça rapada (sinal tradicional de luto ou dor no Japão) surge, desolada, a fazer uma confissão perante as câmaras. A estrela pop japonesa pede desculpa aos seus fãs por ter dormido com um rapaz e assegura, lavada em lágrimas, que não quer deixar a sua banda.
Segundo o jornal espanhol "ABC", o insólito caso aconteceu após Minami Minegishi ter passado uma noite com um rapaz e ter sido "apanhada" pelas câmaras a abandonar o seu "ninho de amor". O produtor do grupo não perdou a "falha" e acusou-a imediatamente de ter quebrado a principal regra dos AKB48: não namorar com ninguém.
Após a publicação do polémico vídeo na Internet, que teve mais de 7 milhões de visualizações, os fãs acabaram por defender a jovem e perdoar o seu "deslize".
A cantora explica a sua noite com Alan Shirahama, bailarino de um grupo juvenil, como uma atitude "imatura e irrefletida". "Não acredito que por ter feito isto não possa ser perdoada e tenha de abandonar o grupo, porque não quero abandonar os AKB48", diz.
O grupo AKB48 foi lançado pelo produtor Yasushi Akimoto em 2005, sendo formado por 90 raparigas, que vão formando grupos que aparecem diariamente em teatros, canais televisivos, anuncios comerciais e revistas. O seu êxito já é exportado para fora do Japão devido á boa imagem que oferecem. As mulheres do grupo tem de ter uma imagem de pureza e castidade e casos como este são considerados pelos produtores da banda como prejudiciais à sua imagem.
Diário de Notícias
***«»***
Deveria ser proibido proibir, principalmente as relações sexuais assumidas entre adultos, que pertencem por inteiro ao universo dos afetos e que nenhum poder alheio pode tutelar. Pelo efeito de uma particular sharia, com resquícios de uma cultura feudal, ainda a perturbar as mentes de alguns japoneses, o fundador do grupo AKB48, por motivos de ordem comercial e de imagem pública,  impôs às cantoras e às coristas a abstinência sexual. Trata-se de uma violação grosseira dos direitos individuais e, aqui, também, do Direitos do Trabalho, uma vez que a jovem mulher arrisca-se a perder o emprego. Uma afronta à dignidade de uma jovem mulher, que viu a sua privacidade devassada e a sua sexualidade condenada. 
http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=3031227&seccao=M%FAsica&page=-1

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Pontapés na Gramática!...


Banif vai usar dinheiro do Estado para comprar dívida pública
O Governo exigiu como condição de ajudar o Banif a recapitalizar-se que fossem extinguidas essas garantias, pelo que esses títulos serão devolvidos ao Estado.
Diário Económico
***«»***
Os erros gramaticais começam a não ser exceção na imprensa escrita portuguesa. Se ainda não se constituíram como regra, já começam, por outro lado, a ser irritantemente frequentes.
Há dias, denunciámos aqui um erro gramatical, relativo à confusão destas duas formas gramaticais distintas, «porque» e «por que», que surgiu num artigo do Jornal de Notícias. Hoje trazemos aqui a notícia de um outro erro gramatical, aparecido no Diário Económico, e que se relaciona com a confusão, muito generalizada, aliás, da utilização do particípio passado dos verbos com duas versões para aquela forma nominal, quando são conjugados com os verbos auxiliares ser/estar e ter/haver. 
O verbo extinguir, da terceira conjugação, apresenta duas formas para o particípio passado: a forma regular, «extinguido», que se formou por via popular, durante a evolução da língua, e que se conjuga com verbo auxiliar ter/haver, e a forma irregular «extinto», que é a forma erudita, vinda diretamente do latim, e que se conjuga com o verbo auxiliar ser/estar.
No artigo do Diário Económico, que aqui está em causa, deveria ter sido escrito "que fossem extintas" e não "que fossem extinguidas"
Existem, no entanto, algumas exceções a esta regra.
Eu não percebo a razão da elevada ocorrência deste erro gramatical, já que se trata de uma regra muito simples, de fácil memorização. Eu aprendi-a na minha 4ª classe, e é com tristeza que assisto ao seu constante atropelo na televisão, atropelo este até cometido por personalidades de elevada qualificação.
Talvez fosse interessante instituir o "Observatório dos erros gramaticais da Língua Portuguesa", a juntar às muitas dezenas de observatórios já existentes, e cuja utilidade ninguém percebe. 
http://economico.sapo.pt/noticias/banif-vai-usar-dinheiro-do-estado-para-comprar-divida-publica_159556.html
http://alpendredalua.blogspot.pt/2012/12/pontapes-na-gramatica.html

sábado, 29 de dezembro de 2012

Pontapés na Gramática!...


Por que se pergunta "és de Braga" a quem deixa a porta aberta? - Jornal de Notícias
São muitos os que atiram de pronto um irritado "és de Braga?" quando alguém deixa a porta aberta, mas raros os que conhecem uma explicação minimamente plausível para a utilização daquela expressão.
A explicação mais conhecida para aquela expressão tem, de facto, a ver com o Arco da Porta Nova, que, como o nome diz, é uma nova porta na muralha de Braga mandada construir no início do século XVI pelo arcebispo Diogo de Sousa.
Como, na altura, já não havia guerras e como a cidade já se estendia para fora dos muros, não foi colocada nenhuma porta naquele arco, assumindo-se assim os bracarenses como pioneiros em deixar as portas das muralhas abertas.
A partir daí, os habitantes de Braga ficaram para sempre conotados como aqueles que não fecham a porta.
Jornal de Notícias
***«»***
Mais uma vez, e agora num jornal de referência, como é o Jornal de Notícias, a Gramática foi pontapeada, tal como acontece com os jogadores de futebol, também eles profissionais de referência, quando abrem a boca para falar para um microfone de uma televisão ou de uma rádio. Mas se compreendemos esses jogadores de futebol, porque admitimos que os seus neurónios lhes tenham fugido para os pés, a mesma complacência não pode ser concedida a um jornal que permite deixar passar um erro gramatical nas suas páginas, e, ainda por cima, e para que o erro assuma maior visibilidade, no título de uma notícia.
A confusão que existe, ao nível da linguagem escrita, entre a utilização das expressões "por que" e "porque", é generalizada, e até julgo que a prevalência da ocorrência desta confusão supera aquela outra, já clássica, sobre a utilização da expressão "há", uma forma do verbo haver, e a expressão "à", contração da preposição "a", com o artigo definido "a". 
Numa frase interrogativa, como é a do título desta notícia, a forma correta de a escrever seria: Porque se pergunta "és de Braga" a quem deixa a porta aberta?
"Porque" é um advérbio (antes do verbo), e era este advérbio que,  na frase em questão, deveria ter sido utilizado, a anteceder a forma do verbo "perguntar". Pelo contrário, utilizar-se-ia a expressão "por que", caso se, em vez de um verbo, a frase se iniciasse por um substantivo: Por que razão se pergunta "és de Braga" a quem deixa a porta aberta?
Aqui, não está apenas em causa a distração ou a ignorância do jornalista que escreveu a notícia, mas também as do editor (chefe de secção), que leu o texto, para o poder editar, e as do chefe de redação, que também teve de o ler para lhe hierarquizar a importância, para opções de paginação.
Para compreender melhor a utilização daquelas duas expressões homófonas, em outros tipos de frases, além das frases interrogativas, remeto o leitor, através do link, incluído no final deste texto, para um post deste blogue, onde o assunto é abordado.
Achei interessante a explicação da origem histórica desta frase idiomática, do léxico popular, "és de Braga", origem essa que desconhecia, assim como desconheço a origem daquela outra "vai para baixo de Braga", que tem um sentido civilizadamente insultuoso.
Nota: Há quem me chame carinhosamente picuinhas, por estar sempre (embora com sentido pedagógico e não com acinte crítico) a apontar erros ortográficos, gramaticais e de pontuação. O que sempre digo nestas situações, é que eu também hesito muito em escrever corretamente certas palavras, principalmente no computador, em que deixa de funcionar a memória visual das palavras, ligada à escrita manual. Por isso, tenho sempre junto a mim um dicionário, que, inclusivamente, já utilizei para escrever esta texto. Mesmo assim, não sei se sobrará um qualquer erro gramatical ou ortográfico.
Não tenho a obrigação de saber tudo, em relação à Língua Portuguesa, mas sei que tenho a obrigação de lhe respeitar as regras gramaticais e ortográficas, regras que não são gratuitas nem inúteis, pois têm o objetivo de a disciplinar, para que o discurso escrito seja integralmente entendido, por quem o lê. E é esta filosofia que os jornalistas do Jornal de Notícias devem recuperar.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Imaginando o futuro em 1954

*
Acertaram quase em tudo. No entanto, enganaram-se no formato dos botões dos televisores do futuro, na máqina de lavar a louça, sem água e sabão, e, acima de tudo, esqueceram-se do computador Magalhães.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Já se pode urinar e marcar pontos ao mesmo tempo

Em cima de cada urinol, um ecrã LCD de 30 centímetros,
que serve para os jogos correrem e serem visualizados
Empresa britânica criou um videojogo para urinóis e não é necessário inserir moedas para jogar. Só é preciso estar aflitinho.
A empresa britânica Captive Media considerou o tempo que os homens passam em frente ao urinol – uma média de 55 segundos – e deu-lhes algo para se distraírem (e competirem): urinóis com videojogos. Apesar de ainda não haver jogos de tiros, já se sabe quais são, nesta aplicação, as balas e a pistola.
PÚBLICO
***
Protesto veementemente! É um jogo machista, pois as mulheres não o podem jogar.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

"Vou vender um produto muito especial que é Cascais

Lili Caneças, a raínha do jet-set, em Portugal, quer
vender Cascais para pagar a dívida do país.
Fotografia do Diário de Notícias

Para seleccionar um produto português merecedor de destaque Lili Caneças não precisou de procurar muito: encontrou-o à porta de casa. "Vou vender um produto muito especial que é Cascais. Vivo em Cascais há 57 anos e se estivesse no poder acho que vender Cascais era tão fácil. Porque Cascais podia ser feito das pessoas mais interessantes do mundo", salienta.
Diário de Notícias 
***
Inútil, Lili Caneças. Já se vendeu o Martin Moniz e o Intendente aos paquistaneses, e o único resultado que se obteve foi aumentar o número de putas, que não contam para a contabilidade nacional, porque não passam recibo verde.
http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=2066800

terça-feira, 11 de outubro de 2011

domingo, 9 de outubro de 2011

À falta de humanos, avançam os cães...

Uma mulher reza ao lado do seu cão. No dia de S. Francisco de Assis,
padroeiro dos animais no Brasil, os crentes levam-nos à igreja
para serem abençoados (Nacho Doce / REUTERS)
A irracionalidade da Fé não ofende a irracionalidade dos cães. Não sei, no entanto, se este será o entendimento das Sociedades Protectoras dos Animais, que poderão vir a contestar estas conversões à força.
Imagem retirada do blogue papa açordas

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Portugal invertido...

Amabilidade de Francisco Aragão, autor da imagem.
Não precisei de ouvir o vigoroso discurso de Carvalho da Silva, no final da grande manifestação dos trabalhadores portugueses, no passado dia 1 de Outubro. Esta imagem, obtida nesse próprio dia, na praça dos Restauradores, esclareceu-me. É uma verdadeira caricatura do meu país.
Os meus agradecimentos ao Francisco Aragão.

sábado, 17 de setembro de 2011

I miei abbracci..​.

Amabilidade da Dalia Faceira
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O simples abraço que pode mudar o mundo por breves instantes. É um abraço emocionante, ao qual ninguém pode ficar indiferente.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Tribo na Papua Nova Guiné encontra o homem branco pela primeira vez (1976)

Amabilidade do Campos de Sousa, que enviou este vídeo.
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Um registo raro do encontro da actual civilização com a sua ancestralidade genealógica. O momento mágico da descoberta, onde se misturou o medo e o espanto perante a novidade nunca vista. Foi preciso usar as mãos para desfazer as dúvidas daquilo que o olhar via. Foi preciso tactear os músculos dos braços e apalpar o cabelo, para reconhecer identidades gémeas. E, depois, foi a alegria da descoberta das maravilhas, nunca suspeitadas. Foi difícil aceitar a imagem do rosto, devolvida pelo espelho, que mais parecia um feitiço, e que, por isso, espalhava o terror . Foi difícil apurar o paladar para a comida exótica. Os gestos eram toscos e descoordenados no manuseamento dos objectos esquisitos. Batiam com o punho na cabeça para exprimirem alegria e satisfação. Ficaram a saber que o mundo se estendia muito para além do território da sua vivência de recolectores e caçadores. A História, para eles, tinha parado no tempo.