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terça-feira, 22 de março de 2016

A Europa não pode aliar-se com quem a vem atacar no próprio coração

As ruas da minha cidade encheram-se de blindados do Exército. Outra vez. [Expresso]

A Europa não pode aliar-se com quem a vem atacar no próprio coração

Ontem, quando publiquei aqui um vídeo humorístico sobre o terrorismo bombista dos fanáticos jihadistas muçulmanos, a coisa era a brincar. Hoje, em Bruxelas, foi a sério. E continuará a ser a sério, no futuro, enquanto a Europa continuar a fomentar guerras no Médio Oriente e a fornecer armamento a grupos rebeldes, que combatem regimes daquela região, que lhe são hostis, como é o caso do governo da Síria, ou a assinar acordos, como aquele que assinou, há dias, com o regime do fundamentalista Ergodan, da Turquia, que é um autêntico tiro no pé, já que a Turquia joga, no xadrez do Médio Oriente, com um pau de dois bicos. A Turquia, por um lado, e formalmente, é um membro da NATO, logo um aliado do ocidente, mas, por outro lado, e secretamente, apoia o extremismo islâmico, colaborando activamente com o ISIS (Estado Islâmico). O território da Turquia é a placa giratória do trânsito dos terroristas entre o Médio Oriente e o ocidente. É pela Turquia que as armas, provenientes da Europa, chegam ao ISIS. 
O palhaço do Eliseu e a vaca de Berlim ainda não perceberam (ou não querem perceber) que basta meia dúzia de muçulmanos fanáticos para porem em polvorosa uma cidade como Paris, Bruxelas ou Berlim. E, além da fome, nada é mais desestabilizador para a vida de uma cidade, do que a percepção, por parte dos cidadãos, da falta de segurança no espaço público.E o problema não se resolve apenas com o reforço da segurança, e muito menos com a transformação da Europa numa fortaleza securitária. O reforço da segurança interna é necessário, pois o inimigo está cá dentro, assim como é necessária a apertada vigilância das fronteiras, as da UE e as dos países que a compõem. Mas o grande problema continua a ser político, mais propriamente, um problema de política externa. E, neste domínio, a Europa tem de se demarcar das intenções belicistas dos EUA, em relação ao Médio Oriente, um processo que teve início com a absurda invasão do Iraque, justificada com o obtuso argumento da existência de armas de destruição maciça e massiva, e que, posteriormente, nunca foram encontradas, o que me levou a afirmar que os serviços secretos ocidentais confundiram as caixas de fósforos, que os iraquianos traziam nos bolsos, para acender cigarros, com as tais perigosíssimas armas. 
Em todas as guerras levadas a cabo pelos Estados Unidos, contra países árabes, e o apoio ao Estado de Israel, na sua luta cruel contra o povo da Palestina, verificou-se sempre o envolvimento da Europa, com a França a liderar esse envolvimento, como aconteceu na invasão da Líbia. Hoje, já se sabe que a França treinou, no território sírio, dominado pelos rebeldes, que lutam contra o presidente Bashar al-Assad, militantes do ISIS (Estado Islâmico). Também se sabe que a França vende armas a esses rebeldes, que, posteriormente, vão para as mãos do ISIS. A Alemanha e a Bélgica também entram nesses negócios. E isto para não falar da aliança do ocidente com a Arábia Saudita, o país que mais financia o terrorismo jihadista e que, ao mesmo tempo, tem um projecto ambicioso para implantar o Islão na Europa, através da disseminação de madrassas e de mesquitas, por tudo que é sítio no espaço europeu. 
Resumindo: a Europa não pode aliar-se nem financiar quem, posteriormente, a vem atacar no seu coração, matando cidadãos europeus inocentes.

sábado, 13 de dezembro de 2014

Bélgica paga 4 mil milhões pelo Dexia

Amabilidade do João Fráguas

Na Bélgica, tal como em Portugal, e com o Partido Socialista no poder, a regra é a mesma. Os banqueiros, nos tempos de euforia, arrecadam os lucros, e, perante as falências, atiram os prejuízos para os contribuintes.
Será com o Partido Socialista belga que António Costa vai contar, para sua gloriosa luta contra a austeridade, a nível europeu?
A experiência recente, em relação aos partidos europeus da Internacional Socialista, demonstra que, quando no poder, não se distinguem da direita conservadora.

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Nota: Esta manifestação reporta a 2011. Publica-se agora, por razões de oportunidade, para demonstrar a cumplicidade de mais um partido socialista com os banqueiros.

Bélgica paralisada devido à greve geral do setor público

Amabilidade do João Fráguas

Na próxima manifestação, chamo os bombeiros...

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Nota: Esta manifestação reporta a 2011. Publica-se agora, por razões de oportunidade, para demonstrar a cumplicidade de mais um partido socialista com as políticas de austeridade.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Mulheres de políticos belgas aconselhadas a greve de sexo

Iniciativa partiu da socialista flamenga Marleen Temmerman
A Bélgica caminha a passos largos para bater o Iraque em termos de recorde mundial de dias sem Governo e as iniciativas para forçar os políticos do país a um acordo multiplicam-se.
A última veio da socialista flamenga Marleen Temmerman, que meio a brincar meio a sério propôs às mulheres desses mesmos políticos que façam greve de sexo enquanto eles não chegarem a um entendimento.
"Se nos pusermos todas de acordo sobre a abstinência sexual, talvez consigamos que as negociações avancem mais rápido. Já se sabe o que pensam os homens sobre essas coisas", disse a senadora em entrevista à rádio belga RTL.
Diário de Notícias
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Inútil!. Inútil, minha cara Marleen (o seu nome é uma doçura). Inútil, porque os políticos passariam a foder ainda mais os cidadãos. A sua proposta apenas proporcionaria uma vantagem para o Reino: O aumento do número de turistas, pois, os machos latinos correriam imediatamente para a Bélgica, aproveitando a folga, oferecendo-se gratuitamente para darem o seu apoio às grevistas.
http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1777922&seccao=Europa

sábado, 6 de novembro de 2010

Arcebispo belga esbofeteado na missa...

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O chefe da Igreja Católica belga, o arcebispo
André-Joseph Léonard, foi esbofeteado
durante uma missa...
André-Joseph Léonard suscitou recentemente
a indignação em muitas pessoas ao afirmar que
a primeira propagação do vírus da sida foi uma
"espécie de justiça perdurável".
Sobre a homossexualidade, o arcebispo disse que
"não está em coerência com a lógica objectiva da
sexualidade".
Jornal de Notícias
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Se repararem bem, o arcebispo, piamente, ofereceu a outra face.