Nota: A descentralização, em si, não é um mal, desde que seja feita com bom senso e que se destine a fazer melhor, com mais qualidade, com maior rapidez e com menores custos. Mas, percebe-se que esta projectada descentralização tem por objectivo descaracterizar a universalidade e a gratuitidade do Serviço Nacional de Saúde, já que, mais tarde ou mais cedo, e tal como aconteceu com o sector da água, os municípios, por dificuldades financeiras, acabarão por ter de optar pela sua privatização.
sábado, 6 de maio de 2017
A descentralização é o melhor caminho para a privatização
Nota: A descentralização, em si, não é um mal, desde que seja feita com bom senso e que se destine a fazer melhor, com mais qualidade, com maior rapidez e com menores custos. Mas, percebe-se que esta projectada descentralização tem por objectivo descaracterizar a universalidade e a gratuitidade do Serviço Nacional de Saúde, já que, mais tarde ou mais cedo, e tal como aconteceu com o sector da água, os municípios, por dificuldades financeiras, acabarão por ter de optar pela sua privatização.
domingo, 29 de junho de 2014
Educação, precisa-se...
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| José Mujica é Presidente do Uruguai |
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Opinião: O Tirano - por Santana Castilho
PÚBLICO (01 Ago, 2012)
domingo, 2 de outubro de 2011
O sistema educativo integra, mas integra mal...
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Grito de uma professora revoltada!...
sábado, 7 de maio de 2011
Quem não fez a prova de aferição não terá outra chance
http://publico.pt/Educação/quem-nao-fez-a-prova-de-afericao-nao-tera-outra-chance_1493150
domingo, 5 de dezembro de 2010
Coisas que eu escrevi: Uma Educação que falhou...
No essencial, concordo com a mensagem deste apelo. O que, em geral, se passa diariamente nas salas de aula (digo, nas "jaulas") das nossas escolas é um absurdo, um contra-senso. Os alunos precisam de muito mais do que aquilo que os professores, normalmente, lhes oferecem. Basta ter filhos "escolarizados" e não ser completamente idiota para o perceber.
Posted by: Alexandre de Castro October 26, 2007 10:42 PM
sábado, 30 de outubro de 2010
Novas Oportunidades: um programa típico do país do faz de conta...
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Notas do meu rodapé: Depois de acabar com os chumbos, acabem com as escolas!...

- A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) alertou hoje para o perigo de seguir o caminho do facilitismo e da deturpação das estatísticas de sucesso escolar ao acabar com os chumbos no ensino.
- O CDS-PP considerou hoje um “disparate” e uma “injustiça” a intenção do Governo de acabar com os chumbos no ensino, opondo-se “tenaz e competentemente” à medida e sustentando que “Portugal necessita de valorizar a cultura do mérito”.
- O PCP considerou hoje que a proposta da ministra da Educação de acabar com os chumbos nas escolas é uma medida “facilitista” e que “desqualifica completamente o ensino”, sublinhando que a intenção não resolve nenhum problema.
- A Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) mostrou-se hoje preocupada com a intenção da ministra da tutela de acabar com os chumbos dos alunos, considerando-a “avulsa” e uma “acção de merchandisig”.
- A Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) considerou hoje que o fim dos chumbos em Portugal será a maior revolução na educação desde o 25 de Abril, dando o seu apoio à ideia da ministra da tutela.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Um quarto dos alunos reprovou a Física e Química A
domingo, 27 de junho de 2010
Ministério contesta críticas ao facilitismo das provas para repetentes do 8.º ano
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Estudantes têm cada vez mais dificuldades de base a Matemática
Um meio mais um meio? 27 % dos alunos doTécnico falharam. Professores alertam que as
lacunas que os “caloiros” trazem afectam as
licenciaturas. E temem não recuperá-los.
PÚBLICO
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Exame do 9º ano privilegia poesia
Notas do meu rodapé: Com patrões destes, o que é que Portugal pode esperar?!
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Notas do meu rodapé: O grande desastre da Educação em Portugal

Escolaridade média dos portugueses é a segunda pior da OCDE
Em 50 anos, os portugueses mais do que duplicaram
o seu tempo médio de permanência na escola, mas
apesar deste salto Portugal continua a estar em
penúltimo lugar entre os países da OCDE, mantendo
assim a mesma posição relativa que ocupava em 1960,
segundo confirmam dados da OCDE respeitantes a 2010
a que o PÚBLICO teve acesso. A escolaridade média dos
portugueses entre os 15 e os 64 anos que já não
frequentavam a escola era, em 1960, de 3,15 anos. Na
OCDE só a Turquia estava então pior. À semelhança de
Portugal, também não conseguiu descolar desta posição:
é a mesma que ocupa em 2010, apesar de a escolaridade
média ter subido para 6,89 anos. Em Portugal, situa-se
agora em 7,89. O mesmo já não aconteceu, por exemplo,
com a República da Coreia. Passou de 4,98 anos de
escolaridade média em 1960 para 13,34 em 2010. Era o
país com a quarta pior escolaridade média da OCDE.
Agora está entre os dois melhores, disputando o primeiro
lugar com o Reino Unido.
PÚBLICO
Os antigos países socialistas (República Checa, Eslováquia, Polónia e Hungria), que já pertencem à OCDE, ocupam lugares invejáveis neste ranking. O regime comunista deixou-lhes como herança um sistema de ensino de elevada qualidade, que só os ideologicamente vesgos não querem admitir.
sábado, 5 de junho de 2010
Notas do meu rodapé: varrer o lixo para debaixo do tapete...
domingo, 11 de abril de 2010
Notas do meu rodapé: A direita continua a desprezar as funções sociais do Estado

segunda-feira, 7 de setembro de 2009
O Plano Tecnológico da Educação não pode retroceder...

O Plano Tecnológico da Educação (PTE), que não se resume à distribuição do computador Magalhães, não pode retroceder, pois desperdiçar-se-ia o enorme esforço financeiro efectuado. Aceitam-se as críticas da oposição às várias opções nesta matéria, mas não se pode desvalorizar o mérito deste governo em dotar as escolas e os alunos com computadores, a ferramenta básica necessária sem a qual não se poderia avançar para outras etapas, que aperfeiçoassem o plano com outra dinâmicas. É importante salientar que em 2005 havia nas escolas públicas um computador para 18 alunos, passando-se em 2009 para um rácio de 5,3 alunos por computador. Este investimento, que na sua fase inicial ascendeu aos 400 milhões de euros, vai ter consequências na formação da actual geração de estudantes do ensino básico ao secundário, possibilitando-lhes a aquisição de competências, que vão ser úteis à economia nacional quando eles começarem a integrar-se, daqui por una anos, no mercado de trabalho. Não se pode falar em revolução tecnológica na economia se não se constituir, a diversos níveis de formação, uma base alargada de trabalhadores que se adaptem com facilidade às constantes evoluções da tecnologia. O importante, é que os futuros governos não se deslumbrem com os planos elaborados e não se esqueçam da sua eficaz aplicação no terreno, nem cedam à tentação de fazer a fácil demagogia eleiçoeira, baseados apenas nas ilusões das aparências.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
A avaliação dos professores marcou decisivamente, pela negativa, o mandato de Maria Lurdes Rodrigues
Negar o óbvio, por estupidez ou por ignorância, já é dramático. Negá-lo por conveniência, além de dramático, é desonesto. E quando essa negação vem de um responsável ministerial, a atitude é abjecta. Maria de Lurdes Rodrigues sabe muito bem que, durante o seu mandato, como ministra da Educação do governo de José Sócrates, pouco fez para que a qualidade do ensino melhorasse. Nos últimos tempos, passou o tempo entrincheirada para salvar o seu absurdo modelo de avaliação dos professores, que se resumia unicamente a um vasto e confuso questionário, e a tentar defender-se dos ataques certeiros dos sindicatos, que também já demonstraram não estar interessados em nenhum modelo de avaliação.
sábado, 1 de agosto de 2009
A conta poupança futuro é enganadora e inútil...

http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=380118








