Os
nossos direitos de hoje têm o preço do sangue vertido por outros, no passado...
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domingo, 1 de maio de 2016
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Dia do Trabalhador
A execução dos cinco anarquistas, em Chicago, no ano de 1887, na sequência da luta pelas oito horas de trabalho diárias, deve excitar, de forma orgástica, o dono da cadeia de supermercados Pingo Doce, Alexandre Soares, que, num ato de inqualificável provocação, ao ordenar a abertura ao público daqueles espaços comerciais, tentou emporcalhar as manifestações do 1º de Maio. Da parte do (des)governo não se ouviu uma voz de condenação por este atentado à dignidade de todos aqueles trabalhadores que saíram à rua para festejar o seu dia.
segunda-feira, 14 de março de 2011
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Mercedes Sosa, "La Negra": Calou-se a voz mestiça da liberdade!...


Morreu Mercedes Sosa, La Negra, cujas canções emocionaram a América Latina e o mundo. Integrou, no início da década de sessenta, o movimento musical, Nueva Canción, onde desempenhou um papel de relevo, juntamente com o seu primeiro marido. As suas canções eram profundamente marcadas ideologicamente pela constante denúncia do imperialismo norte-americano e pelo protesto contra as desigualdades sociais do seu povo. Criou um estilo musical, onde se cruzavam influências da música africana, cubana, andina e espanhola.
A sua militância política custou-lhe o exílio, durante a ditadura do general Vilela, tendo sido presa, em 1979, em La Plata, durante um concerto que estava a efectuar naquela cidade argentina. Só regressou à sua Pátria, em 1982, quando o regime militar, instaurado em 1976, já se encontrava moribundo, devido à humilhação da guerra das Malvinas. Peronista de esquerda, fez oposição ao presidente Carlos Menem e apoiou, nas eleições presidenciais, Néstor e a actual presidente, Cristina Kirchner, que, ao saber da morte da cantora, antecipou o regresso de uma visita à Patagónia, e decretou três dias de luto nacional.
Também Hugo Chávez se lhe referiu, considerando que Mercedes Sosa lhe "iluminou a vida". O jornal londrino, The Daily Telegraph afirmou que ela foi "uma intérprete incomparável de obras de seu compatriota, o argentino Atahualpa Yupanqui, e da chilena Violeta Parra". Helen Poopper da agência Reuters anunciou sua morte dizendo que ela "lutou contra os ditadores da América do Sul com sua voz e se tornou uma gigante da música latino-americana contemporânea".
Mercedes Sosa nasceu em San Miguel de Tucumán, na província de Tucumán, no noroeste da Argentina e morreu no dia 4 de Outubro, em Buenos Aires, onde vivia. O velório do seu corpo realizou-se no edifício do Congresso Nacional.
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