segunda-feira, 6 de junho de 2016
Ensino de Religião apenas deveria ser permitido ministrar a maiores de 18 nanos...
domingo, 2 de outubro de 2011
O sistema educativo integra, mas integra mal...
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Saber contar até 8 bastava para pergunta de Física
domingo, 5 de dezembro de 2010
Coisas que eu escrevi: Uma Educação que falhou...

No essencial, concordo com a mensagem deste apelo. O que, em geral, se passa diariamente nas salas de aula (digo, nas "jaulas") das nossas escolas é um absurdo, um contra-senso. Os alunos precisam de muito mais do que aquilo que os professores, normalmente, lhes oferecem. Basta ter filhos "escolarizados" e não ser completamente idiota para o perceber.
Posted by: Alexandre de Castro October 26, 2007 10:42 PM
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Notas do meu rodapé: Depois de acabar com os chumbos, acabem com as escolas!...

- A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) alertou hoje para o perigo de seguir o caminho do facilitismo e da deturpação das estatísticas de sucesso escolar ao acabar com os chumbos no ensino.
- O CDS-PP considerou hoje um “disparate” e uma “injustiça” a intenção do Governo de acabar com os chumbos no ensino, opondo-se “tenaz e competentemente” à medida e sustentando que “Portugal necessita de valorizar a cultura do mérito”.
- O PCP considerou hoje que a proposta da ministra da Educação de acabar com os chumbos nas escolas é uma medida “facilitista” e que “desqualifica completamente o ensino”, sublinhando que a intenção não resolve nenhum problema.
- A Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) mostrou-se hoje preocupada com a intenção da ministra da tutela de acabar com os chumbos dos alunos, considerando-a “avulsa” e uma “acção de merchandisig”.
- A Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) considerou hoje que o fim dos chumbos em Portugal será a maior revolução na educação desde o 25 de Abril, dando o seu apoio à ideia da ministra da tutela.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Um quarto dos alunos reprovou a Física e Química A
domingo, 27 de junho de 2010
Ministério contesta críticas ao facilitismo das provas para repetentes do 8.º ano

quarta-feira, 16 de junho de 2010
Exame do 9º ano privilegia poesia
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Notas do meu rodapé: O grande desastre da Educação em Portugal

Escolaridade média dos portugueses é a segunda pior da OCDE
Em 50 anos, os portugueses mais do que duplicaram
o seu tempo médio de permanência na escola, mas
apesar deste salto Portugal continua a estar em
penúltimo lugar entre os países da OCDE, mantendo
assim a mesma posição relativa que ocupava em 1960,
segundo confirmam dados da OCDE respeitantes a 2010
a que o PÚBLICO teve acesso. A escolaridade média dos
portugueses entre os 15 e os 64 anos que já não
frequentavam a escola era, em 1960, de 3,15 anos. Na
OCDE só a Turquia estava então pior. À semelhança de
Portugal, também não conseguiu descolar desta posição:
é a mesma que ocupa em 2010, apesar de a escolaridade
média ter subido para 6,89 anos. Em Portugal, situa-se
agora em 7,89. O mesmo já não aconteceu, por exemplo,
com a República da Coreia. Passou de 4,98 anos de
escolaridade média em 1960 para 13,34 em 2010. Era o
país com a quarta pior escolaridade média da OCDE.
Agora está entre os dois melhores, disputando o primeiro
lugar com o Reino Unido.
PÚBLICO
Os antigos países socialistas (República Checa, Eslováquia, Polónia e Hungria), que já pertencem à OCDE, ocupam lugares invejáveis neste ranking. O regime comunista deixou-lhes como herança um sistema de ensino de elevada qualidade, que só os ideologicamente vesgos não querem admitir.
sábado, 5 de junho de 2010
Notas do meu rodapé: varrer o lixo para debaixo do tapete...
domingo, 24 de janeiro de 2010
Notas do meu rodapé: Marinho e Pinto critica proliferação de cursos de Direito

"Tenho de lançar uma crítica muito forte
... "Formei-me quando havia três faculdades
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
O Plano Tecnológico da Educação não pode retroceder...

O Plano Tecnológico da Educação (PTE), que não se resume à distribuição do computador Magalhães, não pode retroceder, pois desperdiçar-se-ia o enorme esforço financeiro efectuado. Aceitam-se as críticas da oposição às várias opções nesta matéria, mas não se pode desvalorizar o mérito deste governo em dotar as escolas e os alunos com computadores, a ferramenta básica necessária sem a qual não se poderia avançar para outras etapas, que aperfeiçoassem o plano com outra dinâmicas. É importante salientar que em 2005 havia nas escolas públicas um computador para 18 alunos, passando-se em 2009 para um rácio de 5,3 alunos por computador. Este investimento, que na sua fase inicial ascendeu aos 400 milhões de euros, vai ter consequências na formação da actual geração de estudantes do ensino básico ao secundário, possibilitando-lhes a aquisição de competências, que vão ser úteis à economia nacional quando eles começarem a integrar-se, daqui por una anos, no mercado de trabalho. Não se pode falar em revolução tecnológica na economia se não se constituir, a diversos níveis de formação, uma base alargada de trabalhadores que se adaptem com facilidade às constantes evoluções da tecnologia. O importante, é que os futuros governos não se deslumbrem com os planos elaborados e não se esqueçam da sua eficaz aplicação no terreno, nem cedam à tentação de fazer a fácil demagogia eleiçoeira, baseados apenas nas ilusões das aparências.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
A avaliação dos professores marcou decisivamente, pela negativa, o mandato de Maria Lurdes Rodrigues

Negar o óbvio, por estupidez ou por ignorância, já é dramático. Negá-lo por conveniência, além de dramático, é desonesto. E quando essa negação vem de um responsável ministerial, a atitude é abjecta. Maria de Lurdes Rodrigues sabe muito bem que, durante o seu mandato, como ministra da Educação do governo de José Sócrates, pouco fez para que a qualidade do ensino melhorasse. Nos últimos tempos, passou o tempo entrincheirada para salvar o seu absurdo modelo de avaliação dos professores, que se resumia unicamente a um vasto e confuso questionário, e a tentar defender-se dos ataques certeiros dos sindicatos, que também já demonstraram não estar interessados em nenhum modelo de avaliação.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Novas Oportunidades: um programa que poderia ter sido bom (texto revisto)

quinta-feira, 9 de julho de 2009
Exames: Melhores alunos dizem-se prejudicados

Maria de Lurdes Rodrigues: O disparate à solta!...
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Exame para atrasados mentais!...

quinta-feira, 18 de junho de 2009
No sucesso escolar somos os melhores!...
terça-feira, 16 de junho de 2009
Diário de um professor e de uma aluna (1)
Numa iniciativa original, o PÚBLICO vai publicar diariamente, durante as duas próximas semanas, as impressões de um professor de Artes Visuais e de uma aluna da área de Humanidades, sobre as respectivas vivências e expectativas em relação aos exames nacionais do 12º ano, que hoje se iniciaram com a prova de Português. Iremos acompanhá-los com atenção.
No seu primeiro depoimento, António Marques destacou a especificidade da sua área de docência, não aplicável às outras áreas, em que o aluno pode ser motivado e aliciado, no processo da aprendizagem, para um projecto criativo de descoberta, a nível individual, o que desencadeia outro entusiasmo e envolvimento. E isto, segundo este professor, que considera imprescindíveis as avaliações anuais padronizadas e universais, não é mensurável neste tipo de exames.
Na minha modesta opinião, penso que uma coisa não invalida a outra, já que estes exames nacionais se destinam a avaliar os resultados e não os processos de aprendizagem. Se o aluno aproveitou bem o tal projecto individual, criativo e motivador, com que o professor, com todo o mérito e competência, conseguiu seduzir o aluno, certamente que isso irá aparecer reflectido na maior parte dos casos, nos resultados finais.
A aluna Catarina Amaro escreveu um texto muito mais intimista. A sua grande preocupação reside nas opções que terá de fazer em relação ao curso que irá escolher. Apavora-a a ideia de tirar um curso profissional com poucas saídas profissionais e ter de se resignar, acabado o curso, a ter de trabalhar na caixa de um supermercado.
É legítima a preocupação da Catarina, preocupação esta de capital importância, que aflige a maioria dos alunos do ensino secundário, e à qual o Ministério da Educação não tem dado uma solução eficaz, remetendo o problema da escolha para a intuição de cada um e para o seu foro pessoal. Desta forma, o ministério está a lançar os alunos e as suas famílias para os braços de profissionais, alguns sem preparação adequada, que se dedicam empiricamente a fazer orientação profissional, baseando-se numa curta e redutora entrevista de confessionário e nas notas obtidas ao longo do percurso escolar. Normalmente, estes orientadores profissionais actuam em função das expectativas dos pais e dos alunos.
Nas próprias escolas, deveriam existir psicólogos, bem preparados através pós-graduações qualificadas e certificadas e devidamente enquadrados numa carreira profissional, que ao longo dos anos, e recebendo o contributo dos respectivos professores, traçassem continuamente o perfil psico-profissional dos alunos e lhes corrigissem atempadamente as ideias fantasiosas, assimiladas ao longo do tempo, em relação a algumas profissões, principalmente aquelas que, por serem muito sedutoras, preenchem o imaginário de um qualquer jovem e vão ao encontro dos desejos dos pais.
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1386588