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terça-feira, 31 de maio de 2011

Jovem muçulmana apedrejada até à morte


Katya Koren, uma jovem muçulmana, foi apedrejada até à morte por ter participado num concurso de beleza na Ucrânia. Os alegados autores do crime justificam o acto dizendo que a jovem violou as leis islâmicas.
Jornal de Notícias
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Daqui a uns anos acabam-se os concursos de beleza na Europa, a não ser que as mulheres comecem a desfilar de burka e mostrando apenas o a ponta do tornozelo, o que deve ser muito excitante para os seguidores do profeta.
Que eu saiba, esta é a primeira lapidação de uma mulher em território europeu. 
Eu já escrevi aqui que ainda iria ver a raínha Isabel II, vestida com a burka.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Adolescente recebeu 80 chibatadas e sangrou até à morte

Uma adolescente de 14 anos morreu seis dias depois de receber 80 chibatadas, em Janeiro, no Bangladesh.
... De acordo com a BBC, Hena Begum, tinha sido castigada por um tribunal religioso, por, alegadamente, ter mantido relações sexuais com o primo, que tem 40 anos e é casado.
... O caso de Hena é a segunda morte conhecida, provocada por castigos em nome da Sharia (lei islâmica), desde que as punições foram proibidas no Bangladesh, no ano passado. Em Dezembro, uma mulher de 40 anos morreu, depois de receber uma punição semelhante à de Hena, por um suposto caso extraconjugal com o enteado.
Portugal Diário
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As chibatadas devem excitar muito os mulahs, lá do sítio.

Fotografia de afegã mutilada vence World Press Photo


O retrato de uma mulher afegã, mutilada no nariz, valeu ao repórter fotográfico sul-africano Jodi Beiber, o grande prémio do concurso internacional World Press Photo 2010. O vencedor foi hoje anunciado em Amesterdão. A fotografia, que foi capa da revista “Time” a 1 de Agosto de 2010, revela uma jovem afegã de 18 anos, Bibi Aisha, a quem o marido cortou o nariz e as orelhas por ela ter voltado para a família, depois de o acusar de maus tratos.
PÚBLICO
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A história da mulher a quem cortaram o nariz
Bibi Aisha, de 19 anos, sofria violências constantes às mãos do marido e da família deste. Fugiu de casa e foi apanhada. Cortaram-lhe o nariz e as orelhas. Voltou a fugir e contou a história. O trágico destino de Aisha é comum para as mulheres afegãs, mas, a milhares de quilómetros de distância, está a abalar os Estados Unidos.
RTP (5 de Agosto 2010)
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Naquele remoto lugar do mundo - mergulhado ainda na escuridão medieval, e onde uma sociedade tribal convive com uma religião obscurantista, que, para castigar as mulheres, incentiva o ritual da lapidação e das chicotadas em público - este crime de mutilação, perpetrado sobre a jovem afegã, Bibi Aisha , ficou impune.
http://publico.pt/Cultura/fotografia-de-afega-mutilada-vence-world-press-photo_1479759
http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=A-historia-da-mulher-a-quem-cortaram-o-nariz.rtp&article=365600&visual=3&layout=10&tm=7

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Mulher sudanesa chicoteada no meio da rua por usar calças!...

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A matriz medieval da justiça islâmica, obedecendo cegamente às leis corâmicas do Profeta, está bem vincada neste bárbaro espectáculo, que o vídeo revela.
Como curiosidade aberrante, um dos homens, que parece ser um dos mandantes da execução do cruel castigo, usa gravata, civilizadamente.