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sábado, 4 de fevereiro de 2017

Cartazes contra Papa Francisco espalhados pelas ruas de Roma


Cartazes contra Papa Francisco espalhados pelas ruas de Roma

Francisco deu ao seu enviado [arcebispo do Vaticano, Angelo Becciu] “todos os poderes necessários” para ajudar a estabelecer as bases de uma nova constituição para a Ordem [de Malta], conduzir a renovação espiritual dos seus cavaleiros e preparar a eleição de um novo grão-mestre, esperado dentro de três meses.
Sapo 24
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O Papa Francisco só não deu dinheiro para comprar cavalos.
Pelo teor da mensagem, inscrita nos cartazes, e pelo “modus operandi” utilizado, conclui-se que isto foi obra do grupo reaccionário de cardeais do Vaticano, que estão a fazer a vida negra ao Papa, um homem mais aberto à renovação e à adaptação da Igreja Católica aos novos tempos.
Mas temos de concluir que, instituições religiosas, como a Ordem de Malta, cheiram a mofo medieval. São um viciado anacronismo dos tempos actuais, mesmo para os católicos mais beatos.


sexta-feira, 13 de maio de 2016

MILAGRES...

Afresco representando o milagre eucarístico de Turim

Hoje, é dia da Santa. Não deixe de olhar para o céu (use óculos) para ver o Sol a dançar.
De caminho, veja aqui a descrição do mais fantástico e inacreditável milagre, que ocorreu em 1453, e em que até os burros se ajoelharam aos pés do Santíssimo.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Milagres!...

Imagem importada do blogue Ponte Europa

Os milagres operam-se por hipnose ou por ilusionismo... A crendice popular faz o resto...
A ideia subjacente ao conceito de milagre, e que inspira quem os inventa e, metodicamente, os organiza, vai ao encontro da ambição de cada ser humano pretender vir a adquirir uma capacidade  restauradora e renovadora da sua confiança no futuro, que as difíceis condições da existência ameaçam constantemente. O desejo que aconteça um milagre, que inverta o sentido de uma realidade adversa, nasce do sentimento de impotência do Homem, perante a Natureza e perante a Vida, quando não a sabe interpretar, compreender e explicar. Fica assim aberto o caminho para os operadores e técnicos dos milagres, que os transformam em investimento imaterial e com proveitos imateriais e materiais.
AC

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Os perigos e as virtudes de combinar ciência com religião


O papa Francisco aprova as teorias do Big Bang e da Evolução das Espécies mas também defende que "é precisa" a criação divina para as explicar por completo. Demonstrou abertura ou tentou usar a ciência como fudamento para a crença?
Carlos Fiolhais, físico e um dos mais conhecidos divulgadores científicos portugueses, avisa que pode ser "perigoso" recorrer à ciência para tentar fundamentar as crenças religiosas. E dá o exemplo de Galileu Galilei, que dizia: "O Espírito Santo ensina-nos como ir para o céu, não como é o céu".
Já a teóloga Teresa Toldy defende que o Papa pretendia apenas demonstrar que ciência e religião não são incompatíveis e que não estava a tentar enciaxar as duas variáveis numa só.

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A religião e a Ciência são totalmente incompatíveis. A religião baseia-se no fundamento da crença, enquanto a Ciência elege a racionalidade empírica sobre factos objetivos, observáveis e mensuráveis. A religião cultiva a subjetividade, enquanto a Ciência procura a objetividade da realidade. São como a água e o azeite. Não miscíveis…
A aceitação (envergonhada?), por parte da igreja católica, das teorias do Big Bang e da Evolução das Espécies já vem tardia, e demonstra a dificuldade que a  Cúria Romana revela em lidar com a Ciência, naqueles aspetos em que os dogmas são desmascarados.

sábado, 30 de março de 2013

Arcebispo de Braga critica classe política “incompetente” e monopólio dos bancos


O arcebispo de Braga, Jorge Ortiga, manifestou-se preocupado com os suicídios, depressões e frigoríficos vazios resultantes da crise e criticou a “incompetência” da classe política e o monopólio dos bancos.
Ao falar na homilia da celebração do Paixão do Senhor, na Sé de Braga, Jorge Ortiga também não poupou a “corrupção judicial” e as “mentiras dos astrólogos”.
Por que é que nós consentimos que tantos seres humanos continuem a ser vítimas da miséria social, da violência doméstica, da escravatura laboral, do abandono familiar, do legalismo da morte, da corrupção judicial, das mortes inocentes na estrada, das mentiras dos astrólogos, do desemprego, de uma classe política incompetente e do monopólio dos bancos?”, questionou o prelado.
Jorge Ortiga manifestou-se preocupado com o número de suicídios “que aumentam diariamente” em Espanha, por causa da penhora de casas, e advertiu que, “em breve, este drama poderá chegar” também a Portugal.
Uma preocupação extensiva às depressões dos jovens portugueses, “que se fecham nos seus quartos por causa do desemprego”, e às famílias “cujo frigorífico se vai esvaziando”.
“Os políticos, por seu turno, refugiam-se em questões sem sentido do verdadeiro bem comum e o sistema bancário, depois de ter imposto a tirania de consumos desnecessários para atingir metas lucrativas, hoje condiciona o crédito justo às jovens famílias portuguesas, com taxas abusivas que dificultam o acesso a uma qualidade de vida com dignidade”, criticou.
Para Jorge Ortiga, a solução está em Jesus, “o autêntico libertador do povo, porque concede crédito (atenção) aos mais pobres, defende o ideal da fraternidade”.
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A análise está certa, mas a solução está errada. Não é com o crédito de Jesus aos mais pobres que a miséria social desaparece e os astrólogos deixam de mentir. O tempo dos milagres da multiplicação dos pães já passou, se é que ele alguma vez existiu, nem são as orações dos fiéis que fazem nascer os empregos e encher os frigoríficos.
No entanto, ficou a denúncia, feita por um alto dignitário eclesiástico, que centrou a sua análise na “incompetência da classe política e no monopólio dos bancos”, para explicar as causas da atual crise económica e social, o que representa já um avanço na posição de uma igreja, que, historicamente, nunca deixou de estar comprometida com as classes possidentes. E congregar o descontentamento dos fiéis, para o canalizar para o aprofundamento da religiosidade, à volta da ideia de que Jesus é “o autêntico libertador do povo”, é remeter esses mesmos fiéis para a passividade da resignação. É fazer o jogo dos inimigos do povo. É como anestesiar um doente e recusar-lhe a intervenção cirúrgica.   

segunda-feira, 18 de março de 2013

Opinião: A ICAR está obsoleta - por Carlos Esperaça*

O alfaiate enganou-se nas medidas...

A ICAR está obsoleta
A Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR), incapaz de inovar, para manter fiel a clientela, regressou aos velhos truques numa sociedade alfabetizada. Os milagres, o aparecimento da Virgem (a obsessão pela virgindade é esquizofrénica) a uns pobres de espírito a quem transmite recados do divino filho, visitas do Cristo, ele próprio, a uns inocentes a quem faz pedidos patetas e um ror de prodígios capaz de adormecer crianças e imbecilizar adultos, são os truques em que reincide para manter a clientela e alargar a base de apoio. 
Nem lhe ocorre encomendar hóstias com sabores às pastelarias diocesanas, perfumar a água benta com aromas testados à saída da missa pela pituitária dos devotos, temperar a água com que batiza as crianças, evitando o choro e o resfriado, ou inovar a música e ir além do cantochão. Até os chocalhos que anunciam a viagem da hóstia, rente ao sacrário, estão desafinados e distorcem o som com o verdete acumulado.
O passado pouco recomendável de papas, bispos e padres não ajuda à propagação da fé e à frequência do culto. O livro de referência - a Bíblia - tão arcaico e cruel, tão cheio de incoerências e maldições, não prestigia Deus nem facilita a vida ao clero. 
Que resta, pois, à ICAR, perdido o medo do inferno, desinteressados homens e mulheres do destino da alma, incapaz de conter o consumo de carne de porco à sexta-feira, sem clientes para a compra de bulas e com o dízimo caído em desuso? 
Cada vez se encontra em maiores dificuldades para introduzir no código penal o pecado como crime. Não consegue para os pecados veniais uma simples coima nem para os mortais uma pena de prisão. A blasfémia é ignorada em juízo, o divórcio é facilitado e o adultério deixou de interessar ao Estado. Apenas o aborto consegue ainda, em países de forte poder clerical, devassar a vida íntima das mulheres e submetê-las ao vexame de um julgamento e ao opróbrio da prisão. Até a apostasia, uma abominação para os pios doutores da ICAR, é uma prática com popularidade crescente e um direito inalienável.
Assim, resta à ICAR vociferar contra o preservativo, atirar-se à pílula como S. Tiago aos mouros e execrar a investigação em células estaminais. Já poucos lhe ligam quando apostrofa a eutanásia, afronta a proibição do ensino da religião nas escolas do Estado ou injuria os casamentos entre pessoas do mesmo sexo.
Os últimos padres vão enegrecer ao fumo das velas, abandonados pelos crentes, impedidos de ter uma companheira que lhes alivie a solidão, enquanto os bispos e o papa satisfazem o narcisismo com a riqueza e o colorido dos paramentos. Acabam por descrer da virtude da Igreja, da bondade do seu Deus e a renunciar à salvação da alma.
Resta-lhe a festa do novo Papa, onde os crentes veem virtudes e os hereges procuram nódoas do passado.
Carlos Esperança
Presidente da Direção da Associação Ateísta Portuguesa

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Manipulação grosseira!...



Alguém mal intencionado, e aproveitando alarvemente a recente informação sobre a eventual adesão do papa Bento XVI, enquanto adolescente, à Juventude Hitleriana, resolveu fazer, a partir de uma fotografia original - onde se vê, com vestes eclesiásticas, o futuro papa e o seu irmão, a executarem um gesto litúrgico - uma habilidosa montagem de truncagem, apresentando apenas o jovem Ratzinger a fazer a saudação nazi.  
É uma manipulação grosseira e inaceitável, que descredibiliza o seu autor. A amplitude do humor cessa no limite da fronteira entre a verdade e a mentira e quando se recorre à adulteração das fontes. Ao nível da caricatura, é legítimo pôr um preservativo no nariz do papa, pelo significado discursivo que representa, mas é inadmissível transformar um gesto realizado num contexto litúrgico, ligando-o à saudação nazi. Isto, independentemente de Ratzinger ter abraçado ou não a ideologia nazi.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Igreja católica e futebolistas com o dinheiro a arder no BPP


IGREJA PEDE MAIS DE QUATRO MILHÕES
Várias instituições ligadas à Igreja reclamam junto da comissão liquidatária do BPP um valor acima dos quatro milhões de euros. Segundo a lista de credores, quatro únicas entidades reclamam 4 143 515,97 euros. A Celestial Ordem Terceira da Santíssima Trindade alega ter em falta 1 171 970,91, contudo, a comissão liquidatária entende que os respectivos créditos totalizam só 845 743,52 euros.
Da mesma forma, os Missionários Combonianos Coração de Jesus reclamam 2 249 728,57 euros, apesar de os créditos contabilizados dizerem respeito a apenas 1 351 953,92. Por sua vez, o Seminário Diocesano de Leiria queixa-se de ter em falta 381 971,1 euros quando a comissão liquidatária lhe atribui 208 739,74. Já o Secretariado dos Pastorinhos – entidade ligada à Igreja, cujo objectivo é a canonização de Francisco e Jacinta Marto – reclama 339 845,39 euros, tendo direito a apenas 320 428,16.
Correio da Manhã
***
Que os homens da bola, cujos neurónios migraram para as pernas, tenham os tiques do novo-riquismo, não me causa nenhum espanto. Na realidade, alguns futebolistas preenchem as duas principais características do perfil do novo-riquismo: são ricos, porque ganham milhões à custa da saloiice dos papalvos que os idolatram, e são analfabetos funcionais, como se pode constatar nas suas intervenções televisivas. Agora a igreja católica, uma instituição consagrada à propagação da Fé e destinada a iluminar aos crentes os caminhos da salvação, a querer operar o milagre da multiplicação do dinheiro dos ingénuos fiéis, que não lhe regateiam esmolas e donativos, é que me espanta e escandaliza. É certo que a promiscuidade da igreja católica com o mundo obscuro do dinheiro sujo já é antiga, e para sustentar a verdade de tal afirmação basta recordar o escândalo do Banco Ambrosiano, em Itália, e da ligação do arcebispo Paul Marcinkus, enquanto presidente do Banco do Vaticano, ao mundo da Mafia e da loja maçónica P2, para se chegar à conclusão de que a igreja católica comporta-se como se fosse uma grande empresa multinacional. Mas eu, talvez ingenuamente, julgava que os estragos ao nível da sua credibilidade, provocados por aquele escândalo, a tivessem obrigado a abandonar tal comportamento. Mas não! A sede de fazer render o dinheiro das esmolas, que em Fátima atingem valores astronómicos, levou a igreja católica a alinhar com o Diabo no mundo da especulação financeira.
Eu não sei se o Secretariado dos Pastorinhos, ao arriscar perder cerca de 340 milhões de euros, não poderá comprometer a canonização de Francisco e Jacinta Marto. Neste caso, talvez deus tivesse escrito direito por linhas tortas. Também sei que tenho actuado correctamente ao deitar para o caixote do lixo a amável carta que, todos os anos, pelo Natal, os Missionários Cambonianos me enviam, a desejar as Boas-Festas, acompanhada por um envelope RSF destinado a enviar um donativo. Mas agora também já sei que a igreja católica fez uma profissão de fé com a farisaica agiotagem lusitana.

sábado, 6 de novembro de 2010

Arcebispo belga esbofeteado na missa...

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O chefe da Igreja Católica belga, o arcebispo
André-Joseph Léonard, foi esbofeteado
durante uma missa...
André-Joseph Léonard suscitou recentemente
a indignação em muitas pessoas ao afirmar que
a primeira propagação do vírus da sida foi uma
"espécie de justiça perdurável".
Sobre a homossexualidade, o arcebispo disse que
"não está em coerência com a lógica objectiva da
sexualidade".
Jornal de Notícias
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Se repararem bem, o arcebispo, piamente, ofereceu a outra face.