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sábado, 20 de janeiro de 2018

Lista transnacionais para o PE: uma nova armadilha

Macron e Costa

Lista transnacionais para o PE: uma nova armadilha

Além de já dominarem a Europa, através da economia, com o Mercado Comum a assegurar-lhes um enorme desenvolvimento, a França e a Alemanha querem agora, sub-repticiamente, através da criação de listas transnacionais, para o Parlamento Europeu, abocanhar o poder político, esbatendo assim as seculares identidades nacionais.
A acontecer esta aberração, que iria diminuir o poder de influência dos pequenos países, Portugal passaria a ser os "Trás-os-Montes" da Europa, (que já é).
A obsessão pelo figurino do "bom aluno" tem levado os nossos primeiros ministros a evidenciarem-se, com pompa e circunstância, através da saloia cabotinice, da subserviência rasteira e da fidelidade canina aos senhores da Europa.

Alexandre de Castro

2018 01 19
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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Portugal deve preparar-se «desde já» para saída do euro, disse João Ferreira na apresentação da sua candidatura como "cabeça de lista" pela CDU ao Parlamento Europeu



O cabeça de lista da Coligação Democrática Unitária (CDU) ao Parlamento Europeu, João Ferreira, pediu a «eleição de mais deputados» e defendeu que Portugal deve, «desde já», começar a preparar-se para um eventual abandono da moeda única.
«O futuro do país é inviável dentro do euro. Não devíamos ter entrado, mas também sabemos que a saída, hoje, não nos leva ao ponto de partida e muito menos ao ponto em que estaríamos se não tivéssemos entrado. Daí a importância da adoção de medidas que preparem o país, desde já, face a qualquer reconfiguração da zona euro», afirmou, na cerimónia de lançamento da candidatura, em Lisboa.
O atual eurodeputado referiu que a «preparação deve ser feita não apenas em face de possíveis desenvolvimentos na crise da União Europeia, mas também em nome de uma saída de Portugal do euro por decisão e interesse próprios».
TVI24 (vídeo e texto completo)


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A saída de Portugal do euro não é assumida por nenhum postulado ideológico. É uma necessidade premente, imposta pela racionalidade da ciência económica, que postula que o valor da moeda de um país deve estar em consonância com os objetivos da respetiva política económica. No atual contexto da crise, Portugal necessita de uma moeda que promova acentuadamente as exportações e diminua as importações, desiderato que o euro não facilita. Por outro lado, já se percebeu que a moeda única se transformou numa arma de dominação e de chantagem, tal como a dívida soberana.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Tsipras quer avançar com uma “frente antiausteridade” para as europeia



Líder do Syriza vai ser candidato à Comissão pela Esquerda Europeia e pretende travar “catástrofe económica”.

É contra os “fanáticos do neoliberalismo” e para acabar com a divisão entre ricos e pobres na Europa que Alexis Tsipras, o líder da coligação de esquerda radical grega Syriza, quer avançar com uma “frente antiausteridade” nas próximas eleições para o Parlamento Europeu (PE), em Maio de 2014.
Num artigo de opinião publicado esta quinta-feira no The Guardian, Tsipras assume a candidatura à Comissão Europeia, que deverá ser ratificada no congresso da Esquerda Europeia, em Madrid, no próximo mês. “Eu vou candidatar-me à presidência da Comissão Europeia pelo partido da Esquerda Europeia, e essa decisão é motivada pelo desejo de reunir a Europa e reconstruí-la sobre uma base democrática e progressiva”, revelou Tsipras.
Referindo-se em primeiro lugar à “catástrofe económica e humanitária sem precedentes” que se abateu sobre a Grécia, Tsipras sublinhou que “a tragédia humana” não se limita ao seu país. “Europa fora os salários foram reduzidos e o Estado social recuou a uma velocidade sem precedentes no pós-guerra”, sustentou.
“Fanáticos do neoliberalismo viraram do avesso a vida das pessoas normais. As suas políticas de ajustamento servem um modelo de governação económica que transfere o risco para os ombros dos trabalhadores e dos jovens”, afirmou Tsipras. As lideranças europeias são consideradas “hipócritas” pelo líder do principal partido da oposição na Grécia, que alerta para “a crescente crise de confiança na União Europeia (UE) na catastrófica subida de popularidade dos partidos de extrema-direita”.
O nome de Alexis Tsipras como candidato à Comissão Europeia foi proposto pela Conferência de Líderes do Partido da Esquerda Europeia, que se reuniu no mês passado. O congresso, que vai decorrer em Madrid entre 13 e 15 de Dezembro, deverá confirmar a sua candidatura.
Alexis Tsipras tornou-se num dos rostos mais conhecidos da esquerda radical europeia quando o Syriza ficou em segundo lugar nas eleições legislativas de 2011, ultrapassando o Pasok (Partido Socialista, centro-esquerda).
O novo presidente da Comissão será escolhido pelos chefes de Estado ou de governo da UE em Junho de 2014 e confirmado por um voto do PE que sair das eleições europeias de 22 a 25 de Maio. Com as reformulações introduzidas pelo Tratado de Lisboa, o PE ganha mais peso no processo de decisão do presidente da Comissão, pelo que os partidos europeus são encorajados a apresentar um candidato à sucessão de Barroso.
Até agora apenas o Partido dos Socialistas Europeus confirmou que vai avançar com Martin Schulz, actual presidente do PE e membro do Partido Social Democrata alemão. Este mês foi também anunciada uma aliança de partidos eurocépticos, liderada pela Frente Nacional, de Marine Le Pen, e pelo Partido da Liberdade holandês, de Geert Wilders, que têm o objectivo de criar um grupo parlamentar europeu.

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Alexis Tsipras, o líder carismático grego, já nos disse o que não quer. Fez o diagnóstico correto da situação, que nós já sabemos. Falta-lhe dizer o que quer e prescrever a terapêutica, o que é mais difícil, principalmente para quem ainda não compreendeu que o problema está no euro.
Neste particular, até se parece com António José Seguro.

sábado, 23 de março de 2013

A Europa é dominada pela Alemanha

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O eurodeputado britânico Nigel Farage, co-presidente do grupo dos eurocéticos do Parlamento Europeu, apesar de ser um político controverso no seu país (ele lidera o UKIP, um partido anti-europeu e anti-imigrantes, que está a subir nas intenções de voto), não deixa de ter razão nas duras críticas que faz às políticas da União Europeia. E, neste ponto, aproxima-se das posições dos partidos de esquerda, que também consideram que o projeto da União Europeia é um fracasso, e que, neste momento, apenas serve para defender os interesses da toda poderosa Alemanha. A base da sua argumentação fundamenta-se sempre na falta de legitimidade dos dirigentes da Comissão Europeia, que não se submeteram a nenhum sufrágio para ocupar os seus cargos. Durão Barroso tem sido uma vítima do humor cáustico de Nigel Farage, assim como o Herman van Rompuy, o presidente do Conselho Europeu, a quem ele chamou "esfregona", o que foi considerado um insulto. A frase "Você tem o carisma de uma esfregona húmida e a aparência de um funcionário bancário" foi verdadeiramente assassina e demolidora, já que punha em causa a subserviente ligação política de Rompuy com a senhora Merkel.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

O EURODESASTRE...

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Desengane-se o leitor mais distraído. Não é o primeiro-ministro de Portugal que está a falar, nem nenhum dos dirigentes políticos do arco da traição. Aos dirigentes políticos do PSD, do PS (com honrosas excepções) e do raquítico CDS falta-lhes a dignidade de quem tem a coluna vertebral erecta. São os herdeiros legítimos do Miguel de Vasconcelos, de 1640. Quem está a falar é um corajoso e lúcido eurodeputado, que declarou alto e bom som, não querer uma Europa governada, de forma antidemocrática, pela senhora Angela Merkel. A ditadura financeira, que está a ser imposta aos países do Sul da Europa, alguns já a serem governados por governos não eleitos, não pode sobrepor-se à liberdade e à democracia dos povos, nem colocar em perigo a independência dos países.
(Texto já publicado em 20 de dezembro de 2011. e que agora se repete, acompanhado por um vídeo traduzido em português. Nunca é demais repetir as evidências da verdade).

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

O politico que representa realmente a opinião da população... :-)

Amabilidade da Dalia Faceira
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Políticos ignorantes, incompetentes, estúpidos, falhados e vigaristas, afirmou o deputado britânico, Godfrrey Bloom, no Parlamento Europeu, referindo-se aos políticos dos países altamente endividados. Estes apropriados epítetos também se aplicam aos dirigentes políticos portugueses, pertencentes aos partidos do arco do poder, os quais eu comecei a designar por partidos do arco da traição. É perverso, injusto e imoral que sejam os contribuintes a ter de pagar os desmandos dos governantes e a avidez insaciável dos bancos. As políticas de austeridade não são mais do que a infame legalização do assalto aos rendimentos de quem trabalha e trabalhou. Tal como o senhor Bloom, também eu me interrogo por que razão o dinheiro da minha de reforma está a ser desviado para o Estado, em nome de uma dívida, que não contraí e de um défice orçamental para o qual não contribuí? O dinheiro roubado ao Estado, através da corrupção e do nepotismo, pelas mafias e pelos lobies que gravitam à volta dos ministérios, ultrapassa o valor da dívida e seria suficiente para corrigir o défice orçamental.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Europarlamento

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Desengane-se o leitor mais distraído. Não é o primeiro-ministro de Portugal que está a falar, nem nenhum dos dirigentes políticos do arco da traição. Aos dirigentes políticos do PSD, do PS (com honrosas excepções) e do raquítico CDS falta-lhes a dignidade de quem tem a coluna vertebral erecta. São os herdeiros legítimos do Miguel de Vasconcelos, de 1640. Quem está a falar é um corajoso e lúcido eurodeputado, que declarou alto e bom som, não querer uma Europa governada, de forma antidemocrática, pela senhora Angela Merkel. A ditadura financeira, que está a ser imposta aos países do Sul da Europa, alguns já a serem governados por governos não eleitos, não pode sobrepor-se à liberdade e à democracia dos povos, nem colocar em perigo a independência dos países.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Daniel Cohn-Bendit (legendado português) sobre ajuda econômica a Grécia

Vídeo enviado pelo amigo José Camelo
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As televisões ignoraram por completo esta empolgante intervenção de Daniel Cohn-Bendit no Parlamento Europeu, porque as verdades incómodas são sempre silenciadas pelo poder. Começa a ser cada vez mais evidente para a opinião pública que os gregos, os espanhóis e os portugueses estão a pagar uma elevada factura por uma crise que não compraram.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

domingo, 2 de agosto de 2009

Parlamento Europeu: onde tudo pode acontecer!...





Preguiça, má educação e muita ternura, é o que as traiçoeiras imagens mostram. Só faltam os outros bocejos, porque os da boca estão lá.
Pela primeira vez desde a adesão de Portugal
à UE, o Parlamento Europeu não tem
nenhum vice-presidente português.
(Legenda e fotografia do Público online)
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Intimamente, sempre pensei que a Europa nunca nos levou muito a sério. Olham para o Portugal de Sócrates e de Manuela Ferreira Leite, como nós olhamos para a Madeira do Alberto João Jardim. Daqui por uns anos, todos (europeus e portugueses) iremos unanimemente concluir que Portugal é uma carta fora do baralho.