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quinta-feira, 2 de junho de 2016

Penas pesadas no caso BPN. Acusação pede 13 a 16 anos para Oliveira Costa


Penas pesadas no caso BPN. Acusação pede 13 a 16 anos para Oliveira Costa

É completamente injustificado o alarme social que esta notícia está a provocar de norte a sul do país, até com os sinos de algumas igrejas já a tocarem a rebate. Os portugueses devem manter-se calmos e sossegados, pois os arguidos do caso BPN, independentemente do número de anos de prisão. a que venham a ser condenados, beneficiarão sempre do estatuto jurídico da pena suspensa. Depois, lá mais para a frente, uma qualquer condecoraçãozinha, no 10 de Junho, lavará a nódoa. Tenham calma, pois o Dr. Cavaco ainda tem alguma influência e não deixará de fazer uma forcinha, para proteger os seus amigos de coração.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Maria Luís mandou esconder contas da Parvalorem para reduzir prejuízos, avança Antena 1


Maria Luís mandou esconder contas da Parvalorem para reduzir prejuízos, avança Antena 1

A administradora da Parvalorem Paula Poças, admite à Antena 1 o pedido da actual ministra das Finanças para 'maquilhar' os números.

O Governo terá mandado alterar as contas da Parvalorem para que os prejuízos fossem menores que do aquilo que eram na realidade, baixando em 150 milhões de euros, revela hoje a Antena 1.
Numa investigação, a rádio estatal avança que a ministra das Finanças, Maria Luis Albuquerque, enquanto secretária de Estado do Tesouro, pediu para a administração da Parvalorem, empresa pública que ficou a gerir os activos de má qualidade do ex-Banco Português de Negócios (BPN), que mexesse nas contas de forma a que estas revelassem um cenário de perdas mais optimista do que o real, reduzindo os prejuízos reconhecidos em 2012.
Revela a investigação da Antena 1 que, quando Maria Luís Albuquerque soube, em Fevereiro de 2013, que as contas da Parvalorem apresentavam perdas de 577 milhões de euros com créditos em riscos de incumprimento, o que iria engordar o défice orçamental, fez o pedido à administração da empresa pública.
Tal pedido é admitido à Antena 1 pela administradora da Parvalorem Paula Poças, recordando a pergunta da então secretária de Estado: "qual é melhor expectativa quanto à informação que tínhamos às garantias no momento. Nós considerámos que não fazia sentido estar a agravar no momento as imparidades".
No entanto, e de acordo com declarações à Antena 1 de uma fonte que refez o relatório da Parvalorem, a empresa pública fez uma operação contabilística para baixar os prejuízos em 150 milhões de euros, sendo o impacto adiado para exercícios futuros.
Para responder positivamente a Maria Luis Albuquerque, a administração da Parvalorem mudou as contas já auditadas, entregando-as três dias depois após o pedido, adianta a Antena 1.
"Foi uma martelada que demos nas contas, eu nem questionei, as ordens vinham de cima, para recalcular as imparidades de forma a baixar o valor, atuámos dentro da margem que tínhamos", revela à Antena 1 uma das fontes que refez o relatório.
Segundo um documento enviado à tutela, a Parvalorem anuncia: "após o trabalho cirúrgico conseguimos reduzir o valor das imparidades de 577 milhões de euros para 420 milhões de euros".
De acordo com a investigação, no mesmo dia, a empresa recebeu um agradecimento de Maria Luís Albuquerque, referindo que queria uma redução ainda superior, mas a admitir que talvez "não fosse possível melhor".
Na sua peça, a Antena 1 diz que pediu segundo-feira esclarecimentos à ministra das Finanças sobre esta questão, mas ainda não recebem.

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Sabe-se já que, para a Parvalorem esconder os prejuízos do BPN, a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, quando ainda era secretária de Estado do Tesouro, pediu à Volkswagen aquele software malicioso, que já estava a ser aplicado nos automóveis, com bons resultados.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Pintura: Os 85 Mirós do BPN que vão a leilão em Londres - Expresso


A Christie's, escolhida pelo Estado para leiloar os Mirós, que pertenceram ao BPN, em Londres, no mês de fevereiro, atribuiu à coleção um valor de 35,9 milhões. O leilão poderá render 80 milhões de euros. [Das 85 pinturas], 68 vieram de offshores com dívidas ao banco.
Expresso 
Veja aqui

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Petição pela Manutenção em Portugal das obras de Miró (do património BPN)


Governo não vê a colecção Miró do BPN
como “prioridade” para o Estado

A venda de 85 obras do artista catalão, agendada para Fevereiro na Christie’s de Londres, está a ser alvo de contestação através de uma petição e chega ao Parlamento na sexta-feira. Secretaria de Estado diz que a sua aquisição “não é considerada uma prioridade” ( ver artigo de ontem no Público)

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Além dos graves danos patrimoniais, artísticos, culturais e financeiros, que a decisão comporta, temos de considerar também a ignóbil leviandade ou a grosseira ignorância dos respetivos decisores, que assim, desta forma, também ofendem, insultam e a desconsideram a memória do grande pintor Miró. O povo português não pode consentir tamanha afronta à sua dignidade!.
AC

Assine a Petição aqui

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

A NOVA MINISTRA DAS FINANÇAS E O BPN - Paulo Morais

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Há uns anos, quando um grupo de investigadores pretendia recolher amostras dos ossos do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, para as submeter a um inovador processo de análise do DNA celular, o poder político, refletindo o medo, que se apoderou de muitos portugueses, de que essas investigações trouxessem surpresas desagradáveis em relação ao atual registo da História, proibiu a abertura do respetivo túmulo, que se encontra na igreja de Santa Cruz, em Coimbra. Com o BPN, passa-se a mesma coisa. Não se abre o túmulo com medo dos fantasmas, que nele dormem, e que, se algum dia acordarem, farão estremecer a sociedade portuguesa. As surpresas serão muitas e serão muito graves, a envolver muita gente importante, que não quer a revelação da verdade, antes de morrer. É que já passou o tempo em que se enforcavam os cadáveres!

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Cavaco Silva: Este algarvio manhoso...

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É mesmo assim que está titulado este email que agora reencaminho. Um pedaço da nossa história recente. Uma estória que ainda não tem fim, mas cuja 'moral' já todos sabemos. Os ladrões viraram gente importante, e os sicários continuam prontos para prender e calar os que se recusam ao silêncio.
O BPN, dizia o governo de Sócrates, «era um risco sistémico'. Daí a intervenção. Hoje sabemos onde e a quem beneficiou esta 'nacionalização' encapotada. Porque razão o Ps a fez, e o PSD, silencioso, agradeceu. Salvaram-se os pobres amigos. O Povo, reconhecido, paga.
Mas há mais. O Isaltino continua a ter direito a suspensões de execução de sentenças, que a outros foi e é recusada. Também este é uma 'vitima' do sistema algarvio. Uma outra estória a seguir.
Texto de um email que circula na internet, juntamente com o vídeo
Amabilidade do João Fráguas

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Caso BPN: O que esconde Cavaco?

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É bom não esquecer. Como é possível um país progredir quando os seus mais altos dirigentes são suspeitos de venalidade! Em nenhum país da Europa, esses dirigentes poderiam continuar em funções. Em Portugal, até são reeleitos. Alguma coisa está a correr mal neste país.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Notas do meu rodapé: A subversão na Justiça...

Justiça sem meios no caso BPN
É o mais importante processo de criminalidade económica julgado em Portugal. Mas nem há armários para tanta papelada.
Tem 70 volumes e 700 apensos e milhares de documentos em ficheiros informáticos encriptados. O juiz-presidente pediu à direcção geral da administração da justiça armários para colocar os volumes na sala de audiência. Pediu também um funcionário judicial para apoiar no acesso aos milhares de documentos. Mas tudo foi negado. Desolado, Luís Ribeiro desabafou perante os arguidos, advogados e jornalistas: "A justiça está dependente do poder político. Só faz o que a deixam fazer".
Diário de Notícias
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Já não há volta a dar-lhe. O sinais alarmantes da degradação do regime democrático são cada vez em maior número. O que antes se cozinhava nos segredos dos gabinetes, passou, sem qualquer decoro, a exibir-se às claras, como se os dirigentes políticos já tivessem assumido que os portugueses estão rendidos a uma resignação paralisante, perante o desbragamento das instituições. Quando o juiz titular do mais importante processo judicial de criminalidade económica confessa, desolado, que a justiça está dependente do poder político, e que só faz o que a deixam fazer, está a denunciar a quebra de um dos valores mais importantes da democracia, a total independência do poder judicial, em relação ao poder político e ao poder económico.
É antiga, a pulsão dos dois últimos governos do Partido Socialista em tentar controlar a justiça, promovendo a sua governamentalização, indo ao ponto de se ter pretendido, em tempos, retirar ao Ministério Público a competência no estabelecimento das prioridades da investigação criminal, o que muito conviria a quem andou acossado pela justiça naqueles casos mediáticos em que eram evidentes os sinais da prática de graves delitos criminais. Agora, surge este criativo expediente de negar o apoio logístico indispensável ao tratamento de um processo judicial, volumoso e complexo, jugulando a funcionalidade da justiça. Percebe-se a intenção. É importante que o caso do BPN, na sua tramitação judicial, não surja aos olhos da opinião pública como uma condenação de toda uma classe política que, através dos dois maiores partidos, se assenhoreou do poder do Estado, para proveito próprio, num conúbio escandaloso com os lobies e as clientelas partidárias. É incomensurável o valor das secretas fortunas, construídas pelo compadrio entre os políticos e os homens de negócios, com nítido prejuízo para o Estado e para os cidadãos. E eu já não vejo, sinceramente, que o regime se reforme a si próprio, no sentido de moralizar a acção governativa, que já chafurda no terreno pantanoso da criminalidade clandestina. E para que nada seja descoberto, torna-se necessário transformar os juízes em comissários políticos da justiça.
O juiz Luís Ribeiro já é uma peça fora do baralho.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Frases que eu subscrevo...

“O Banco Português de Negócios (BPN) é uma montanha de fraudes e de esquemas para enriquecimento de alguns e isso está mais que provado. Foi um autêntico roubo e uma plataforma de acumulação indevida de riqueza. Esse é que é o problema do BPN. Quem se envolveu e como se envolveu compete à justiça clarificar e há que assumir responsabilidades”.
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“o desenvolvimento do compadrio e da corrupção, do jogo de interesses entre o poder económico e poder político, sempre escondido e executado, contaminou profundamente a sociedade portuguesa nos últimos anos”.
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“A pré-campanha eleitoral para as presidenciais reflete essa podridão: Só surgem os problemas porque a podridão existe”.
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"O caso BPN degradou o principio da ética e dos valores morais da governação, no seu conceito amplo, e só haverá saídas para a situação em que o país se encontra quando houver governantes com autoridade moral e com princípios éticos capazes de mobilizar e responsabilizar os portugueses".
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“Nós não sairemos dos bloqueios onde estamos se não dinamizarmos a capacidade produtiva dos portugueses e se não formos capazes de responsabilizar cada homem e mulher e isso só é feito pelo seu trabalho”.
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"Cavaco Silva é hoje o maior animador do projeto da indústria da pobreza".
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“Nós recusamos iniciativas caritativas, pois não são solução para os problemas”.
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Declarações de Carvalho da Silva, secretário-geral da CGTP.
PÚBLICO