Mostrar mensagens com a etiqueta País Iraque. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta País Iraque. Mostrar todas as mensagens

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Jihadistas recrutam, escravizam e enterram crianças vivas no Iraque


As minorias são as principais vítimas. Há crianças muito pequenas usadas como bombistas suicidas ou escravas sexuais. Os radicais também decapitam e crucificam menores, diz a ONU.

***«»***
Nunca pensei viver num tempo em que estes crimes acontecessem e ficassem impunes! Soltaram-se todos os demónios do mal no mundo da barbárie. Depois disto, a Humanidade não será a mesma, pois envergonhar-se-á da infâmia.
É a descida ao inferno!...

terça-feira, 15 de junho de 2010

Amazing speech by war veteran_LEGENDADO_PT_BR

Vídeo enviado pelo meu amigo Diamantino
***
Segundo a informação que me chegou, este corajoso soldado americano, cujo nome desconhecemos, apareceu morto, dois dias depois de ter proferido esta desassombrada denúncia. Ele disse, de uma forma incisiva e vibrante, aquilo que todos os homens, amantes da paz, gostam de ouvir. A invasão do Iraque constituiu a maior maquinação engendrada pela forças do Império. Condenou-se um povo pacífico a uma ocupação injusta e cruel, apenas porque o seu seu subsolo é rico em petróleo e a sua localização geográfica é favorável ao controlo militar do Médio Oriente.
Depois de desmascarar, num discurso objectivo e directo, a hipocrisia dos governantes, que vendem as guerras em nome da paz e da segurança, um homem destes não poderia continuar a viver. O diagnóstico da autópsia, genericamente, referiu apenas o ataque cardíaco como causa da morte.

sábado, 30 de janeiro de 2010

QUE RAIO DE FIXAÇÃO!... por Diamantino Silva

O defeito deve ser meu, quase de certeza, com esta minha mórbida fixação, que há uns tempos me anda para aqui a atormentar.
Há muito tempo que venho para aqui matutando numa hipotética linha que vem unindo criaturas como Bill Clinton, Tony Blair e Lionel Jospin, a que depois se juntou o nosso mais comezinho Toni (de Matos) Guterres, um quarteto de sócios fundadores de uma coisa que nunca se chegou a saber verdadeiramente o que era, mas que registaram com o nome de 3ª Via, à saída dos escombros da Grande Implosão. Uma linha que manteve o Velho Continente, a tal "Velha Europa" ligado ao Novo Mundo, a tal América (do Norte, não haja confusão), isto apesar da saída do Clinton e da emergência de J.W.Bush, tudo dentro do princípio de que já não haveria nenhuma razão para distinções de esquerda e direita, de progressistas e conservadores. Cá por casa, o Barroso foi um acidente só para servir os cafés aos dois líderes que resolveram tomar em mãos as rédeas do mundo.
Do lado de cá, ao "veterano" destas coisas que era o Tony Blair, vieram depois a associar-se, não como sócios, mais como simpatizantes, os companheiros Zapatero e o nosso Sócrates, todos eles modelos de uma nova vaga de dirigentes, rapazes bem apessoados, escrupulosamente cuidados e maquiados e... determinados e, como o figurino estava a dar, foi sem surpresas que aqui se vieram juntar outras mais sinistras criaturas de que os melhores exemplos ainda serão Sarkozy e Berlusconi.
E agora digam-me se não estou mesmo a ficar maluco quando hoje, (30Jan), ao ler a peça do jornal "Público" (pag.13) com o título "Foi uma enorme oportunidade perdida" a propósito das audições do Tony Blair sobre a Guerra do Iraque, logo anotei ao lado, como legenda: "Sócrates a papel químico". Só com uma pequena diferença de pormenor: onde está a Margarida, que se ponha Cavaco Silva.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Blair tem medo de um julgamento público


Toda a gente ainda se lembra das armas de destruição maciça, escondidas no deserto por Saddam Hussein, e que estariam prontas de, a qualquer momento, poderem ser utilizadas contra os pacíficos cidadãos europeus e norte-americanos. Os políticos referenciavam a existência de relatórios das polícias secretas, a confirmar a sua existência. As televisões e os jornais amplificavam toda essa artilharia noticiosa, destinada a convencer a hesitante opinião pública de que era necessário abater o ditador e libertar os iraquianos. Ainda me lembro de Paulo Portas, então ministro da Defesa de Durão Barroso, a peremptoriamente afirmar, numa esforçada tentativa de contrariar a informação de que ninguém ainda encontrara tais armas, que uma bomba nuclear poderia ser facilmente escondida e manipulada numa simples pasta de executivo.
A necessária diabolização de Saddam Hussein contou com os depoimentos de pretensos especialistas em direitos humanos que, posteriormente, perante a denúncia de Abu Ghraib, Guantánamo e das prisões secretas da CIA, seria previsível que viessem, por vergonha, a suicidar-se.
Desde os tempos de Hitler, nunca a mentira para fins políticos tinha sido utilizada com tanto cinismo, com tanto requinte e com tanta eficácia. A cimeira da vergonha, nas Lages, entre Bush, Blair, Aznar e Durão Barroso, assinalou o regresso à barbárie, decidindo-se por uma guerra de agressão, que apenas tinha por objectivo defender a estratégia dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha em relação ao controlo do petróleo do Médio Oriente. Escavacaram o Iraque e proporcionaram as condições para que o terrorismo islâmico ali se instalasse e continuasse a matança. As empresas de Bush pai e do vice-presidente de Bush filho, Richard Cheney, encarregar-se-iam de assegurar a reconstrução com o dinheiro do petróleo iraquiano.
Agora, Blair treme como varas verdes e tem um medo patológico de ser julgado publicamente pelos seus concidadãos e pelo mundo inteiro. Tem medo que, por um qualquer revez da História, tenha de se sentar no Tribunal de Haia, destinado por enquanto aos dirigentes políticos hostis aos interesses dos Estados Unidos.