quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

O Pântano (1): Processo de Vale e Azevedo desaparece do tribunal


A 10ª Vara Cível de Lisboa do Palácio da Justiça decidiu anular um processo de 2002 da família Dantas da Cunha que pedia a impugnação da venda dos bens de Vale e Azevedo. O argumento é que uma das empresas envolvidas, a V&A Capital Limited, com sede em Londres, não foi citada.
António Pragal Colaço, advogado da família Dantas da Cunha, alega que o Tribunal já perdeu partes do processo, depois de este ter andado por três varas cíveis, e que esta decisão deita por terra uma luta de quase nove anos.
Correio da Manhã
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Seria melhor inscrever na Constituição da República Portuguesa que os altos dirigentes da política, dos negócios e do futebol não podem ser condenados em tribunal, por crimes que tenham praticado, e estão isentos de cumprir pena de prisão. Era mais higiénico e transparente.

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