sábado, 21 de junho de 2014

Meco: MP recusou investigar trajetos de carros dos 'dux'


Os pais pediram para investigar as vias verdes dos carros de quatro ‘dux’ para saber se teriam estado na casa alugada pelos estudantes da Universidade Lusófona, em dezembro passado, mas o Ministério Público negou a investigação, de acordo com o Diário de Notícias.
A investigação que a família pedia junto da Via Verde tinha como objetivo clarificar se haveriam mais ‘dux’ na casa alugada pelos estudantes, além do sobrevivente João Gouveia e das seis vítimas.

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Paira no ar uma sombra de muitas dúvidas sobre a forma como o Ministério Público e a Polícia Judiciária (PJ) estão a investigar o caso do Meco. As sucessivas denúncias das famílias das vítimas e do seu advogado, que acusam aquelas autoridades de não efetuarem todas as diligências necessárias para o apuramento da verdade, inclusivamente negando avançar com os procedimentos devidos para aquelas que lhes são sugeridas, leva-nos a perguntar que tipo de cavernosos poderes ocultos e sinistros estão por detrás do mundo nebuloso das praxes académicas.
A morte trágica daqueles jovens universitários, em circunstâncias estranhas, que não se enquadram na narrativa daqueles que vieram logo a terreiro defender a tese do acidente fortuito, sem qualquer ligação com exercício de práticas iniciáticas (como é que eles sabiam?!), exige uma investigação séria e profunda. É a credibilidade da Justiça que está em causa.

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