sábado, 7 de dezembro de 2013

Homenagem a Nelson Mandela


Um gigante que transformou em anões os seus algozes do passado e todos os hipócritas que falsamente o adulam no presente. Ergueu-se da terra para libertar o seu povo, acabando por iluminar o mundo com o seu humanismo e o seu exemplo. Regressa à terra na apoteose olímpica da sua vitória sobre as forças do Mal. Mesmo morto, Mandela continuará a lutar, porque um homem desta envergadura e desta têmpera nunca morre.
Alexandre de Castro

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Invictus, foi o poema mais famoso de William Ernest Henley, um poeta e jornalista britânico, do século XIX, e que Mandela considerava um poema inspirador. Lia-o sempre, quando necessitava de retemperar a sua coragem. (Descobri este vídeo na página da Silvia Fontes).
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http://www.noticiasaominuto.com/mundo/142696/primeiro-ministro-checo-espera-conseguir-nao-ir-ao-funeral#.UqSXWtJdUWR
Não foi preciso esperar muito tempo, para que um dos tais hipócritas, aos quais me refiro no meu texto de homenagem a Mandela, se revelasse cruamente, através de um traiçoeiro e indiscreto microfone. Também anda por aí mascarado um indígena lusitano, de igual quilate.