domingo, 18 de janeiro de 2015

O NAZISMO VOLTOU: A Ucrânia que a imprensa não mostra


Trazem o ódio nas línguas de fogo, com que acendem as tochas, e masturbam-se com a visão do sangue das suas vítimas, enquanto entoam cânticos pornográficas, que glorificam a morte. As pegadas da Besta que ensanguentou a Europa, há setenta anos, não foram apagadas, e são agora pisadas pelas botas cardadas dos carregadores do medo e do pesadelo, que, em triunfo, transportam nos ombros de ferro as novas suásticas.

9 comentários:

Maria Eu disse...

A imprensa está cada vez mais sob o jugo do(s) poder(es) dominante(s)!

Boa noite, Alexandre! :)

Alexandre de Castro disse...

Maria Eu: Há dias escrevi esta frase, que se apliva à sua pertinente observação:
"Curiosamente, a ameaça à segurança coletiva e à paz mundial e a violação dos Direitos Humanos apenas existem nos países que são estratégicos para a política do imperialismo americano".
Uma boa semana.

Carlos Pulido Almeida disse...

Estes comunistas deviam olhar para o próprio umbigo antes de falarem dos outros. Prefiro ser governado por nacionalistas,que por comunistas.

Alexandre de Castro disse...

Tenho argumentos para tudo e para todos.
Só não tenho argumentos para a cegueira, a cegueira dos que não vêem, dos que não podem ver e dos que querem ver.

Alexandre de Castro disse...

O fascismo deixou sementes por todo o lado. Também aqui, em Portugal. O vírus maligno não foi extirpado, totalmente. Ficaram rancorosos resíduos adormecidos, à espera de serem reanimados pelos seus donos, que os soltarão do canil, quando perceberem que os seus interesses estão em perigo.
Começa-se a respirar o mesmo ar do período entre as duas guerras mundiais, em que a grande burguesia já não se revia nos seus partidos dos regimes parlamentares, cada vez mais desacreditados, o que a levou a deitar a mão aos mastins que furiosamente ladravam às massas nas gigantescas marchas paramilitares.Foi o horror! Milhões mortos, entre civis e militares, cidades destruídas totalmente, e a vergonha do Holocausto. Nem na Idade Média, a barbárie atingiu esta eloquência, na violência e no nojo. E é neste cenário dantesco, que os nossos nacionalistas indígenas se revêm.

Alexandre de Castro disse...

Por incorreção, publica-se novamente o comentário supra, no qual faltava a inclusão da partícula "não".

Tenho argumentos para tudo e para todos. Só não tenho argumentos para a cegueira, a cegueira dos que não vêem, dos que não podem ver e dos que não querem ver".

Carlos Pulido Almeida disse...

Acho graça a estes comunistas, auto titulando-se de literários, que como sao conhecedores de tudo o que rodeia, só se dignam a responder a quem não sofre de cegueira e a quem não é ilaterado. Afinal o comunismo é isto mesmo. Democracia quando está tudo de acordo. Nunca ninguém explicou por que razão o nazismo ser condenado pela morte de 20 000 000 de pessoas e o comunismo com os seus 100 000 000 ser idolatrado pelos mesmos iluminados.

Carlos Pulido Almeida disse...

O seu conceito de nacionalista é aberrante e só demonstra raiva por o nacionalismo trazer prosperidade.
O melhor exemplo disso é Salazar ...
livrou o país inteiro da 2a guerra, salvando a vida de milhares de portugueses. Resumindo, ele agarrou num país em caos profundo e ao fim de 40 anos portugal estava próspero. Relativamente a Hitler, salazar nunca se identificou com o mesmo. Portanto não relacione o nacionalismo com o holocausto (que para mim não passa de 1 mito, nos termos em que "ensinam").

O Puma disse...

EUA a grande e permanente ameaça dos povos, a grande sanguessuga dos bens patrimoniais , os fazedores de ódios,
os bárbaros de serviço aos impérios financeiros.Quando digo EUA não confundo o seu povo