sábado, 31 de janeiro de 2015

Notas do meu rodapé: Bilderberg - O Clube Secreto dos Poderosos

Amabilidade do Diamantino Silva, que enviou este vídeo.

O governo mundial, há muito ambicionado pelos agentes principais do capitalismo financeiro internacional e pela sua expressão política, plasmada na estrutura do imperialismo judaico-anglo-americano, será necessariamente uma ditadura de verniz democrático, sustentada por políticos locais, previamente convertidos à causa. A igreja de Roma, a igreja anglicana e o sionismo são importantes sustentáculos deste ambicioso plano unificador, até porque as suas estruturas cimeiras também fazem parte, ocultamente, do sórdido mundo da alta finança. Nesta promiscuidade entre o poder político, financeiro e religioso, o islão está do outro lado da equação, com a Irmandade Muçulmana, alimentada pelo dinheiro do petróleo, a promover a filosofia e a estratégia global do espírito radical da jihade islâmica, sendo a inspiradora de todos os grupos terroristas, que fazem guerra aos países ocidentais.
Os oficiais do culto do cristianismo e do judaísmo irão estrategicamente atuar nos subterrâneos das consciências dos seus respetivos fiéis, moldando-lhes habilmente o pensamento e manipulando-lhes a alma.
Será um mundo nivelado pelo rolo compressor da ideologia ultra-liberal do Império, que prescinde da ocupação territorial, por desnecessária, já que contará com a obediência cega de lacaios governantes locais, organizados em rede, à escala mundial.
É certo que, neste novo mundo, as liberdades individuais e a liberdade de imprensa serão asseguradas, a fim de mascarar o totalitarismo ideológico. Mas esta tolerância terminará perante o exercício daquelas liberdades que ponham o sistema em perigo. A repressão será sempre silenciosa e subtil. E não será necessário prender ou matar os revolucionários. Bastará condená-los ao desemprego permanente.
A exploração do trabalho continuará, até, talvez, com maior intensidade. Perante a falta de competitividade revelada pelas economias do ocidente, a desvalorização salarial será sempre o modelo privilegiado para aumentar os lucros das empresas.
Haverá democracia, como já se disse. Uma democracia condicionada a dois partidos, aparentemente diferentes, mas com uma base comum, a defesa dos interesses do capital e com os seus dirigentes a serem caucionados pelo Clube  Bilderberg. Um democracia com substância, mas sem essência.
AC