sábado, 24 de janeiro de 2015

NOTÍCIAS OBSCENAS (1)


Estudo: Colégios dão 'ajuda' na hora de ingressar na faculdade
Há colégios que, por ‘regra’, inflacionam sistematicamente as notas dos alunos, para facilitar o acesso aos cursos superiores. E é precisamente nos cursos com médias de entrada mais altas que tal se nota. Segundo um estudo de investigadores da Universidade do Porto, o fenómeno pode permitir um salto de até 90% nas listas de ingresso em cursos particularmente exigentes, como Medicina.

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Caso BES/GES: CMVM negou documentos à Comissão de Inquérito
Escreve este sábado o Expresso que a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários recusou entregar à Comissão Parlamentar de Inquérito documentos sobre a transação de ações do BES na última semana antes da resolução do banco.
Segundo o ofício a que o Expresso teve acesso, o regulador português invocou, neste sentido, todos os segredos (profissional, bancário e de justiça) para fazer valer a sua posição perante os deputados que investigam o caso BES/GES.

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ISS: Mulher de deputado 'escapa' a lista de requalificação
Elza Andrade, mulher de um deputado da Assembleia da República, constava da lista de requalificação do Instituto da Segurança Social. Em Bragança serão 151 pessoas a mudar de regime. Mas, pelo menos por enquanto, esta funcionária evita a requalificação.
O nome de Elza Andrade fazia parte da lista de funcionários do Instituto da Segurança Social (ISS) cujo posto de trabalho, em Bragança, ia ser extinto. Mas na lista final o seu nome deixou de constar. A mulher do deputado socialista Mota Andrade foi entretanto escolhida para um cargo de chefia, revela o Jornal de Notícias.

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Por cinco cêntimos, este salário foi penhorado
Um empresário de Paços de Ferreira dirigiu-se às Finanças para pagar o seu imposto de selo do carro, mas quando lá chegou descobriu que o salário da sua mulher tinha sido penhorado por uma dívida de cinco cêntimos, em virtude dos juros por atraso no pagamento do selo de um outro carro.
“Por cinco cêntimos penhoraram o salário da minha mulher! Ainda estive para perguntar se poderia pagar os cinco cêntimos em prestações”, diz Augusto Gonçalves, de 46 anos, num tom de ironia ao Jornal de Notícias.
“Disseram-me que o sistema eletrónico é cego e que, por haver juros, foi emitida uma penhora imediata sobre o salário da minha mulher”, conta.

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