terça-feira, 8 de setembro de 2009
Os grandes burlões da economia virtual (especulativa)
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Opinião: O PS de Sócrates é contra a liberdade
No Plano Tecnológico da Educação também o iPOD será importante!...
O Plano Tecnológico da Educação não pode retroceder...

O Plano Tecnológico da Educação (PTE), que não se resume à distribuição do computador Magalhães, não pode retroceder, pois desperdiçar-se-ia o enorme esforço financeiro efectuado. Aceitam-se as críticas da oposição às várias opções nesta matéria, mas não se pode desvalorizar o mérito deste governo em dotar as escolas e os alunos com computadores, a ferramenta básica necessária sem a qual não se poderia avançar para outras etapas, que aperfeiçoassem o plano com outra dinâmicas. É importante salientar que em 2005 havia nas escolas públicas um computador para 18 alunos, passando-se em 2009 para um rácio de 5,3 alunos por computador. Este investimento, que na sua fase inicial ascendeu aos 400 milhões de euros, vai ter consequências na formação da actual geração de estudantes do ensino básico ao secundário, possibilitando-lhes a aquisição de competências, que vão ser úteis à economia nacional quando eles começarem a integrar-se, daqui por una anos, no mercado de trabalho. Não se pode falar em revolução tecnológica na economia se não se constituir, a diversos níveis de formação, uma base alargada de trabalhadores que se adaptem com facilidade às constantes evoluções da tecnologia. O importante, é que os futuros governos não se deslumbrem com os planos elaborados e não se esqueçam da sua eficaz aplicação no terreno, nem cedam à tentação de fazer a fácil demagogia eleiçoeira, baseados apenas nas ilusões das aparências.
domingo, 6 de setembro de 2009
G20: O grande objectivo é restabelecer a velha ordem financeira
Para aqueles que ainda acreditam em bruxas, ou seja, para aqueles que ainda pensam na bondade das políticas neoliberais e que acreditam na exclusividade do mercado para se regular a si próprio, com eficiência, atrevo-me a aconselhar-lhes a leitura da notícia da hiperligação anexa. Talvez aí, ainda possam perceber quatro aspectos importantes, que vou assinalar, e extraídos das conclusões da reunião dos ministros dos negócios estrangeiros do G20, que se realizou este fim de semana, em Londres.
A colonização da Cisjordânia avança impunemente...

http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1354334
sábado, 5 de setembro de 2009
A promoção ao "Jornal Nacional" da TVI censurada
Portugal não pode ter um primeiro ministro sob suspeita!...

Num dos e-mails, agora na posse da PJ, datado de 18 de Maio de 2002, e enviado por Charles Smith para o seu sócio na Smith & Pedro, Manuel Pedro, lê-se: "Temos que pedir ao Freeport para enviar 80 mil libras ainda esta semana para podermos pagar ao pinochio algo no dia 31 de Maio, conforme eu combinei com o Bernardo, para não arriscar nada."
O desmentido da Prisa sobre o papel de Cébrian no cancelamento do ‘Jornal de Sexta’ de Manuela Moura Guedes foi muito mal recebido na administração da Media Capital. Uma fonte do grupo espanhol fez saber à Lusa que o conselheiro-geral da Prisa nada tinha a ver com assunto e que a decisão tinha sido tomada pela administração da Media Capital, isto é, por Bernardo Bairrão. Acontece que, como o CM noticiou ontem, a ordem irreversível de cancelamento foi dada na terça-feira por Cébrian a Bernardo Bairrão, e este ainda tentou, face à ameaça de demissão da direcção de direcção da TVI e ao terramoto político que a decisão iria provocar em plena campanha eleitoral, adiar para depois das eleições o fim do ‘Jornal de Sexta’. Apenas depois de Cébrian se ter mostrado inflexível o processo seguiu os seus termos, com a direcção de Informação a dizer na quarta-feira Manuela Moura Guedes que ia ser afastada dos ecrãs. O CM contactou a Prisa em Madrid, e o gabinete de comunicação do grupo espanhol referiu apenas que não havia nadaa dizer sobre a matéria.
Sócrates ataca TVI e Manuela Moura Guedes [Entrevista 21-04-2009 @ RTP1]
Psicologia com um cheirinho esotérico...

Aumento do desemprego nos EUA desmente as previsões mais optimistas sobre o fim da crise

sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Uma pandemia inventada?!...
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
O programa do PSD tem um objectivo: destruir o Serviço Nacional de Saúde - Mário Jorge Neves

A leitura do programa do PSD relativo ao sector da saúde permite verificar que há uma perspectiva assumida de proceder à liquidação integral do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Ao longo do seu texto não existe uma única referência ao SNS e às carreiras dos profissionais de saúde, havendo uma clara recuperação dos conceitos e da terminologia que presidiram à desastrosa reforma empreendida no final da década de 1980 por Thatcher na Grã-Bretanha e que conduziu à destruição do NHS britânico, até aí considerado como um modelo internacional de garantia da universalidade de cuidados de saúde.
A “liberdade de escolha pelo utente… dentro ou fora do sistema público”, “aumentando a competição e, consequentemente, a qualidade dos serviços prestados”, “uma separação funcional, e porventura orgânica, entre o financiamento, a prestação e a regulação da saúde que permita simultaneamente a maior abertura ao mercado concorrencial…” e o “retomar outras parcerias público-privadas”, são conhecidos conceitos que enquadraram a política do governo conservador de Thatcher e que, por sua vez, caracterizam desde há décadas o sistema de saúde americano.
Estes eufemismos pretendem, tal como já aconteceu no passado, esconder da opinião pública um objectivo bem definido e de consequências desastrosas que é a destruição gradual dos serviços públicos de saúde e a transformação deste direito constitucional num qualquer bem de consumo dependente da capacidade económica de cada cidadão, ou seja, quem tem dinheiro paga os cuidados de saúde que necessita e quem não o tem fica abandonado à evolução natural da doença.
Estas propostas mostram que a actual direcção do PSD não aprendeu nada com a actual e preocupante crise internacional, ao insistir em modelos que, de forma inquestionável, estão na sua origem.
É surpreendente que no nosso país sejam apresentadas estas propostas ao mesmo tempo que no país onde este modelo impera há décadas, o seu presidente, Barack Obama, esteja a desenvolver esforços para proceder à sua alteração no sentido de criar um sistema universal de cuidados de saúde, de modo a impedir que continue a crescer o número dos actuais 50 milhões de americanos que não têm acesso a quaisquer serviços de saúde.
O conceito apresentado nesse programa de separação funcional e orgânica entre o financiamento e a prestação constitui o elemento basilar que tem presidido em vários países à efectiva e integral privatização dos serviços públicos de saúde e à transformação deste direito humano e civilizacional num negócio a favor de grandes consórcios privados.
Quando esse programa estabelece que “reavaliaremos a possibilidade de celebrar novamente acordos de gestão de serviços de saúde com entidades do sector social ou do sector privado, bem como de retomar outras parcerias público-privadas”, estamos perante um novo facto clarificador das efectivas preocupações comerciais desta abordagem.
Depois do falhanço da experiência do acordo de gestão privada do Hospital Amadora/Sintra que levou à sua não renovação e consequente retorno à gestão pública, a actual direcção do PSD insiste neste modelo e até pretende alargá-lo.
Por outro lado, a posição assumida de retomar outras parcerias público-privadas ignora completamente a experiência existente na Grã-Bretanha desde há mais de 10 anos, onde este modelo tem conduzido a resultados desastrosos e a cortes sucessivos nos serviços prestados aos respectivos cidadãos.
O programa global da actual direcção do PSD aparece assumidamente subordinado à velha máxima do “menos Estado”, mas esconde que todos estes conceitos que apresenta só são viabilizados à custa dos dinheiros públicos.
Então, o “menos Estado” é para quem? Para os cidadãos ou para os interesses privados que são viabilizados pelo dinheiro dos contribuintes?
Relativamente à suposta “liberdade de escolha”, quem não tem recursos para pagar integralmente os cuidados de saúde de que necessita tem liberdade de escolher o quê?
Além disso, essa liberdade de escolha para outros cidadãos nunca esteve em causa no nosso país.
O relatório mundial da OMS sobre os sistemas de saúde referiu que em Portugal, em 2000, as despesas públicas de saúde no total das despesas nacionais de saúde eram de 57,5%, enquanto que, por exemplo, na Alemanha eram de 77,5%, na Bélgica de 83,2%, na França de 76,9% e na Suécia de 78%.
Neste contexto, é possível verificar que a existência do SNS no nosso país nunca foi sinónimo de qualquer perspectiva estatizante e que as pessoas que têm maiores recursos económicos sempre puderam escolher os serviços onde pretendem ser tratados
Assim, o que significa em termos práticos e objectivos a consigna neoliberal de “menos Estado”?
Naturalmente, que o ainda “menos Estado” do que estes números revelam seria a destruição integral do SNS.
É curioso que estes círculos ideológicos clamem por “menos Estado” quando se trata de assegurar a viabilização dos negócios privados, mas quando estão confrontados com os resultados desastrosos da sua gestão cheguem a ficar roucos de tanto apelar ao Estado para que evite a sua falência, como se tem assistido em vários países, incluindo o nosso, com múltiplas entidades bancárias e seguradoras.
Por último, uma referência à medida proposta no programa sobre “ aumentar a eficiência e reduzir o tempo médio em lista de espera…”.
É até irónico que apareça esta medida depois daquilo que foi a gestão das listas de espera para as cirurgias do governo anterior pela acção do então ministro Luís Filipe Pereira, que eliminou o programa de recuperação destas listas e substitui-o pelos chamados “vales-cirurgia”.
O resultado prático desta medida foi o contínuo agravamento destas listas e a criação destes vales, com o objectivo de encaminhar preferencialmente os doentes para as entidades privadas, nada resolveu.
Assim, a curto prazo, os eleitores terão a palavra decisiva em torno desta importante e crucial matéria: ou optam pela manutenção do direito constitucional à saúde corporizado pelo SNS ou aceitam que a sua saúde seja transformada numa mercadoria para viabilizar os negócios privados daqueles para quem a vida humana nada representa.
Mário Jorge Neves,
médico
Nota do editor: É com muito prazer que o Alpendre da Lua publica este importante texto sobre o Serviço Nacional de Saúde, da autoria do médico Dr. Mário Jorge Neves, um homem que ao longo da sua vida tem pugnado pela defesa intransigente deste pilar importante do ideário da revolução de Abril.
Um acto censório inadmissível num regime democrático...

As teorias neoliberais são indiscutivelmente boas, mas só para alguns!...

Foi assim que os vi ontem, na televisão!...

Paulo Portas e José Sócrates são os dois maiores demagogos, produzidos pela política portuguesa, desde o 25 de Abril. Nunca dizem o que verdadeiramente pensam, mas aquilo que lhes convém no momento, para melhor poderem atingir os seus objectivos. Paulo Portas diz agora aquilo que, enquanto foi ministro, renegou. Sócrates desmente-se a si próprio, neste último percurso eleiçoeiro do seu mandato, procurando esconder, com um artificial discurso socializante, a perversidade da sua política, retintamente neoliberal, e marcada por um escabroso conúbio com o capital financeiro e com as grandes empresas. Ambos são uns verdadeiros animais políticos, possuidores de um feroz instinto de oportunidade e de um acutilante raciocínio instantâneo, o que os torna num verdadeiro perigo público, pois conseguem sempre fazer passar a mentira por verdade e transmitir alguma racionalidade à irracionalidade dos seus interesses políticos secretos. De comum, também, cada um deles tem o seu caso com a Justiça. Um já foi ilibado e o outro está a caminho de vir obter o mesmo estatuto, embora muitos portugueses, onde eu me incluo, não acreditem na sua inocência. quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Quando a obra não sobrevive ao seu autor...
Parque Escolar: Estado pagou a arquitectos mais de 20 milhões de euros sem concurso

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1396335&idCanal=62
My Lai: arrependimento tardio!...

Quando a ética é uma batata!...


Assim, se a chegar ao Governo, a dra. Ferreira Leite extinguirá o pagamento especial por conta que a dra. Ferreira Leite criou em 2001; a primeira-ministra dra. Ferreira Leite alterará o regime do IVA, que a ministra das Finanças dra. Ferreira Leite, em 2002, aumentou de 17 para 19% ; promoverá a motivação e valorização dos funcionários públicos cujos salários a dra. Ferreira Leite congelou em 2003; consolidará efectiva, e não apenas aparentemente, o défice que a dra. Ferreira Leite maquilhou com receitas extraordinárias em 2002, 2003 e 2004; e levará a paz às escolas, onde o desagrado dos alunos com a ministra da Educação dra. Ferreira Leite chegou, em 1994, ao ponto de lhe exibirem os traseiros. No dia anterior, o delfim Paulo Rangel já tinha preparado os portugueses para o que aí vinha: "A política é autónoma da ética e a ética é autónoma da política".
A avaliação dos professores marcou decisivamente, pela negativa, o mandato de Maria Lurdes Rodrigues
Negar o óbvio, por estupidez ou por ignorância, já é dramático. Negá-lo por conveniência, além de dramático, é desonesto. E quando essa negação vem de um responsável ministerial, a atitude é abjecta. Maria de Lurdes Rodrigues sabe muito bem que, durante o seu mandato, como ministra da Educação do governo de José Sócrates, pouco fez para que a qualidade do ensino melhorasse. Nos últimos tempos, passou o tempo entrincheirada para salvar o seu absurdo modelo de avaliação dos professores, que se resumia unicamente a um vasto e confuso questionário, e a tentar defender-se dos ataques certeiros dos sindicatos, que também já demonstraram não estar interessados em nenhum modelo de avaliação.
Bill Haley - Rock Around The Clock (1956)
terça-feira, 1 de setembro de 2009
O refinamento da mentira nas democracias ocidentais!...

Imitação: Isaltino Morais estreia Programa de Culinária
Sugestão do Pedro Frias, um seguidor deste blogue
Na UE e em Portugal as desigualdades e a pobreza persistem...
Gráfico do Jornal de NegóciosLinha de Saúde 24: Onde está a eficiência dos operadores privados?!...
Alguém está a mentir! Não sou eu...

Imagens retiradas do blogue abnoxioQuando alguma tragédia ocorre em Portugal, em situações que reportam para a responsabilidade do Estado, os políticos apressam-se a sacudir a água do capote. Nunca assumem qualquer culpa. Foi assim em Entre-os-Rios e continuou a ser assim na praia Maria Luísa, em Albufeira. Actuar atempadamente, nas situações de risco, já anteriormente identificadas, a fim de evitar tragédias previsíveis, poderá não render votos. Mas, seguramente, quando a tragédia ocorre, a ceifar vidas humanas, muitos votos irão perder-se. Antes de fazer aquelas declarações levianas, José Sócrates deveria ter tido a precaução de certificar-se se o risco de desabamento daquela falésia já teria sido identificado pelos organismos públicos competentes, o que, a ser verdade, terá de conduzir à responsabilização de alguém.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
SARDEGNA CANTA - "In Trese" di Elena Ledda
Vieira da Silva sofre de amnésia!...
7. José Sócrates
8. José Marques
9. João Cabral
10. 10 Manuel Pedro"
Mamas à conquista de votos!...
Não se lembraram de espetar a baioneta no cavalo!...
Cortesia do João Fráguas
O Exército do Reich foi sempre considerado estúpido. Foi uma das facturas da derrota, que os alemães tiveram de pagar.
A jogar aos berlindes, ninguém nos ganha!...
Cansados com a humilhação de vermos Portugal a ocupar sempre os último lugar em todos os indicadores europeus, eis que surge uma notícia a salvar a nossa honra e a espevitar o nosso decadente patriotismo. Temos o maior casino da Europa, o Casino Estoril-Sol. Espero que o engenheiro Sócrates não se esqueça de reivindicar para si, para o seu governo e para o seu PS este emblemático troféu, que faz a inveja de toda a Europa. http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1398399&idCanal=57
domingo, 30 de agosto de 2009
Fotografias de João Fráguas
O Pink Floyd Roger Waters narra filme sobre o muro israelense
O Muro da Vergonha, o muro que Israel está a construir na Cisjordânea, isolando completamente populações palestinianas, que vivem em territórios sem contiguidade, e manietando a sua liberdade de movimentos, continua a suscitar protestos contra o estado judaico e a aumentar a solidariedade pelo povo da Palestina.Sócrates seria condenado a prisão perpétua!...

http://diario.iol.pt/internacional/tvi24-internacional-bocejar-prisao-julgamento-eua/1081741-4073.html
Caso Freeport: Incompetência ou conivência?

http://arquivogeralpress.blogspot.com/2009/08/jose-socrates-mantido-fora-da-acusacao.html
http://jornal.publico.clix.pt/noticia/29-08-2009/situacao-de-socrates-ainda-esta-dependente-dos-peritos-ingleses-17675544.htm
Ehud Olmert, ex-chefe de Governo israelita acusado de fraude
Desta vez, os Estados Unidos não perderam a guerra!...
O Homem supera-se sempre a si próprio...
Thousand-Hand Guan Yin
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Poema: Carta a Picasso (no flickr)
Les Demoiselles d’ Avignon







