sexta-feira, 24 de setembro de 2010

O ridículo mata!...


Quando passar numa das principais artérias da cidade de Lamego, não vai precisar de muita atenção para esbarrar numa original placa. Não se trata de um escritório de advogado, ou um consultório médico, nem mesmo de um gabinete de contabilidade, mas sim da novíssima profissão liberal de, imagine lá... deputado!! A mediocridade não enxerga além de si mesma, já dizia Doyle e, antigamente este tipo de pessoas recebiam apropriado adjectivo mas hoje, ainda que tal aconteça pouco lhes importa... já perderam a noção do ridículo e a vergonha!
Enviado pelo João Fráguas
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Portugal sempre foi pacóvio e parolo. Neste caso, a ostentação é ridícula, mas eu julgo que a atitude deriva da nova cultura, reinante nas cúpulas do Partido Socialista, e que foi introduzida há uns anos atrás pelos aventureiros da política.
Lamego, a minha cidade, a cidade onde estudei, é pródiga em parir deputados, que se celebrizaram pelo ridículo. Há uns anos, Natália Correia vergastou com um poema satírico um deputado, também ele de Lamego, que, num discurso na Assembleia da República, para gáudio do país, defendia a cópula só para fins reprodutivos.