sábado, 7 de abril de 2012

Portugal não pode ser uma "colectividade pacífica de revoltados"...

Amabilidade do Olímpio Alegre Pinto
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Além do direito à indignação, é necessário exercer o direito ao protesto e à revolta. Um governo, que usa descaradamente a mentira como suporte da sua argumentação política, não pode, em nome da ética, continuar a exercer o poder. Um Presidente da República, que se remete ao silêncio, quando o país está a ser confrontado com a falta de caráter de governantes sem escrúpulos, que não cumprem o que prometeram e que se limitam servilmente a cumprir o que a troika lhes impõe, não está seguramente, por falta de estofo moral, a defender os interesses de Portugal. Governo e Presidente da República já não são a solução para resolver os problemas do país. Eles já são o problema que, forçosamente, só vai ser resolvido na rua.

1 comentário:

Bilder disse...

A mediocridade e a fraude estão instaladas neste país tanto no povo em geral como nos poderes instalados,mas há sempre um jogo ou uma telenovela ou um show qualquer para alienar ainda mais os tolos,pobre país e tristes figuras de estado e restantes figurantes parlamentares!