segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Marselha ainda é francesa?!

Clicar na imagem para a ampliar


         O PROBLEMA DA INVASÃO ISLÃMICA EM FRANÇA E EM OUTROS PAISES ´
EUROPEUS NÃO PARECE TER SOLUÇÃO E OS GOVERNOS DENTRO
DE ALGUNS ANOS SERÃO TAMBEM ISLÃMICOS.

Quer as políticas de assimilação, praticadas em França, quer a política de integração, posta em prática na Grã-Bretanha e em mais alguns países nórdicos, em relação aos imigrantes, revelaram-se um autêntico fracasso. A religião de origem da maioria destes imigrantes, a religião muçulmana, teve mais força do que as políticas dos estados e a complacência da sociedade autóctone. Os muçulmanos recusam a assimilação ou a integração e alimentam o sonho, tal como se assistiu nas ruidosas e ameaçadoras manifestações em Londres e em Paris, de fazer um ajuste de contas com o Ocidente. Esta postura é surdamente alimentada pelos sacerdotes, que, silenciosamente, trabalham no grande desígnio de um dia, pela força da demografia, imporem o islão aos europeus.
As violentas manifestações dos jovens descendentes dos abnegados imigrantes, em Paris, em 2007, e, este ano, em Londres, confrontaram as respectivas sociedades com os monstros que estavam a ser fabricados no eu seio. Mas os políticos depressa deixaram cair a discussão no esquecimento, já que se trata de uma questão melindrosa, que poderá vir a causar mais tumultos e violência, adoptando aquela atitude conformista de que quem vier atrás, que feche a porta.
Mas não são apenas causas religiosas e culturais a inquinarem as políticas de assimilação e as de integração. Os filhos dos imigrantes não querem ocupar os empregos dos pais. Como estudaram, fazendo a escolaridade obrigatória, por vezes aos tropeções, anseiam empregos mais qualificados, que a sociedade lhes nega. O gueto e a marginalidade são a solução. Solução enganadora, que irá no futuro rebentar na boca dos europeus.
Fotografias enviadas pelo João Fráguas