domingo, 24 de maio de 2009

Economia subterrânea - alterne e prostituição


A prostituição e o negócio das casas de alterne movimentam uma quantidade colossal de dinheiro, juntando-se a outras actividades da economia subterrânea, que, no seu conjunto, representam em Portugal, cerca de 22 por cento do PIB anual.
Começa a saber-se também que não são as mulheres, que se dedicam à prostituição e ao alterne, quem mais beneficia dos avultados rendimentos gerados. Nestas actividades, existem situações claras de escravatura e de tráfico de mulheres, que as autoridades têm dificuldade em identificar e desmantelar.
O congresso do Sindicato das Carreiras de Investigação e Fiscalização do SEF, realizado este fim de semana em Bragança, traçou um quadro negro desta situação, bem caracterizada quando se afirmou que "O dinheiro ilegal realizado pelas casas de alterne durante um ano dava para pagar uma nova auto-estrada entre Amarante e Bragança".
Esclarecedor!
AC

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