quarta-feira, 7 de março de 2018

Não é a Síria o país agressor…


Ler comunicado da CPPC aqui


Não é a Síria o país agressor…

Nesta guerra hedionda, não é a Síria o país agressor. Devido à sua oposição ao Estado de Israel, que lhe invadiu e ocupou os Montes Golã, em 1967, a Síria sempre esteve na mira dos EUA, cujas sucessivas administrações obedeceram e obedecem ao poderoso Movimento Sionista Internacional.

Não podendo fazer uma guerra directa, como aconteceu no Iraque de Sadam Hussein, devido à impopularidade que tal decisão acarretaria, no mundo e entre os os seus cidadãos, os EUA optaram, a partir dessa altura, por encomendar guerras a terceiros, através da CIA, quer organizando, treinando e financiando exércitos de mercenários, em países árabes amigos, que se fazem passar por opositores rebeldes dos regimes recalcitrantes, a abater, quer estimulando minoritários grupos separatistas.

Este modelo foi testado na Líbia, tendo a França, de Nicilas Sarkozy, tomado parte activa.

Trata-se de uma nova forma de terrorismo, ao qual os países ocidentais têm dado cobertura, quer pela cumplicidade dos respectivos governos, quer pela acção desinformativa da comunicação social domesticada, e que é necessário desmascarar, a fim de fazer prevalecer o Direito Internacional e de garantir a paz mundial.

Alexandre de Castro

2018 03 07

P.S.


Quem é que lançou napalm sobre estas crianças vietnamitas?

Os sírios?

Os russos?

Os chineses?

Não!... Foram os americanos!..

E o mundo ficou calado e mudo!...