terça-feira, 13 de outubro de 2009
Saia Justa Portugal- O vídeo do insulto aos portugueses...
Matança cruel de golfinhos, em nome de uma tradição bárbara num país civilizado!...









Uma questão de tamanho, apenas!...
Enviado pelo João Fráguas, um seguidor deste blogue
Nestas coisas fica-se sempre longe da verdade. É como aquele dilema do coxo, que nunca chega a saber se tem uma perna muito comprida ou é a outra que é mais curta.
O presidente russo, Medvedev, depois do almoço de uma cimeira do G8!...
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Sócrates/Morais: uma ligação explosiva!...
A vingança serve-se fria!...
Oeiras transformou-se num sultanato!...
Um planeta ameaçado pela loucura dos homens!...
Vídeo da Quercus
Nas três campanhas eleitorais, realizadas este ano, as questões ambientais e as alterações climáticas estiveram arredadas do discurso político. Não rende votos. Os políticos são como os burros. Só andam, quando picados.
domingo, 11 de outubro de 2009
Notas do meu rodapé: Uma democracia anémica...
sábado, 10 de outubro de 2009
Financeiro condenado a 13 anos de prisão por fraude

A pena, a mais severa na história do Canadá por este tipo de crime, soma-se a uma condenação a cinco anos de prisão determinada em 2007, num processo penal em que o financeiro já cumpriu três de cadeia.
Lacroix, 42 anos, pode acumular 18 anos de prisão mas pode também pedir liberdade condicional no fim do próximo ano. O financeiro tem afirmado frequentemente que está arrependido das fraudes que cometeu".
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Obama: Uma polémica distinção com o Prémio Nobel da Paz...
A atribuição do Prémio Nobel da Paz ao actual presidente dos Estados Unidos, Barak Obama, está, naturalmente, a levantar uma grande polémica, com muitas personalidades a denunciarem a falta de consistência da justificação apresentada pelo respectivo comité.
La Dra Rauni Kilde habla sobre la Conspiración de la Gripe Porcina
O presidente da câmara de Évora não é um autarca! É um autocrata!...
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Com amigos destes, Manuela Ferreira Leite não precisa de ter inimigos!...
Marcelo Rebelo de Sousa é o exemplar mais cínico da política portuguesa. Quando menos se espera, e com uma candura bem estudada, lança a ferroada venenosa sobre o alvo a abater. Constrói com mestria a palavra assassina que destrói num àpice a reputação do seu adversário. Coube agora a vez a Manuela Ferreira Leite de ter de engolir o fel da sua viperina língua. http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=414112
HOPE (Visions of Whitefeather)
AC
Douro: Um património paisagístico, cultural e económico!..
HISTÓRIA do VINHO do PORTO
Rivalidades, guerras, picardias e invasões decorrentes no século XVII entre os povos da europa do norte acabaram por promover os vinhos portugueses em detrimento dos mais conhecidos vinhos franceses, que sempre estiveram ao alcance da Inglaterra e Holanda em função da sua privilegiada localização geográfica. Os ingleses passam, então, a importar quantidades apreciáveis de Vinho do Porto e, com o Tratado de Methuen (1703), é forçado um escoamento bipartido em que Portugal passaria a comprar parte da produção inglesa de tecidos, em contrapartida para as exportações de vinho.
Procura acentuada, preços altos, disputas entre produtores e importadores, problemas causados por desconfiança e interesses nem sempre escorreitos acabam por conduzir a uma mais profunda intervenção do Marquês de Pombal que promoveu a criação da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, em 10 de Setembro de 1756. Com isto tentou-se garantir a qualidade do produto em si, equilibrando, ao mesmo tempo, a produção e o comércio do mesmo. Demarcam-se as serras usando-se 335 marcos de pedra que irão conferir a designação de Vinho Fino ao vinho de melhor qualidade aí produzido e que poderá ser exportado para a Inglaterra.
Depois vieram as doenças nos vinhedos produzidas pelo oídio (um fungo) e pela filoxera (um parasita importado nas vides americanas) a partir de meados do século XIX, com a consequente destruição de grande parte das vinhas e ampliação da linha de demarcação para o Douro Superior onde o problema se fazia sentir em menor escala. Novas técnicas de plantio, seleção de castas e enxertos, uso de adubos e evolução no processo de vinificação surgem a partir desta altura firmando-se como práticas correntes para as décadas seguintes; todavia, os problemas só estavam a começar, pois o inimigo maior surgia na forma de uma crise comercial aliada às primeiras fraudes e imitações do Vinho do Porto. Data deste tempo, início do século XX, uma nova demarcação da área produtiva e restabelecimento do rio Douro e do porto de Leixões como eixo de exportação do produto, bem como a reserva de denominação “PORTO” para os vinhos com graduação alcoólica mínima de 16,5º, deixando a protecção e fiscalização da marca a cargo da Comissão de Viticultura da Região do Douro.
Regras novas, proibindo a destilação dos vinhos durienses, obrigando outras regiões a cederem a sua aguardente para o processo de beneficiação, aliadas a um alargamento excessivo da área de demarcação originaram polémica, acabando por obrigar nova demarcação, desta feita por freguesias, o que reduziu a área produtiva conduzindo-a, a bem dizer, ao estado actual (Dec. Lei 10 Dezembro 1921).
A despeito da organização e da crescente capacidade produtiva e exportadora (mais de 100 000 pipas entre 1924 e 25) o povo da região duriense continuava a viver de maneira miserável o que provocou descontentamento e levou a agitação social durante boa parte do início do século XX. Como consequência dessas acções e do novo regime militar de 1926, novos ditames seriam impostos à região, forçando a criação de um entreposto em Vila Nova de Gaia, onde todas as empresas ligadas ao comércio do Vinho do Porto deveriam ter a sua representação para finalização do processo produtivo e armazenamento.
Em 1932 criam-se diversas organizações para representação dos viticultores (Grémios Concelhios), que acabariam por se associar na Federação Sindical dos Viticultores da Região do Douro – Casa do Douro, instituição encarregada, desde então, de zelar e disciplinar a produção do Vinho do Porto, assumindo oito anos mais tarde uma acção mais abrangente e controlodora de todo o processo.
Um ano mais tarde surge o Grémio dos Exportadores de Vinho do Porto e algum tempo depois o Instituto do Vinho do Porto que se propõe a estudar e promover a qualidade, bem como disciplinar o comércio do mesmo. Sistematiza-se e classifica-se a produção de mostos, atribuindo-se a cada produtor uma quota e um preço a ser pago de acordo com a qualidade produzida (de A a F). A isto chamou-se Sistema de Benefício.
Em meados do século surge um movimento cooperativo que não se espalha sobremaneira, atingindo aproximadamente 10% dos produtores regionais. Em 1974 dá-se nova alteração ao nível organizativo, extinguindo-se alguns organismos corporativos, mas mantendo a Casa do Douro e o IvdP em funções e substituindo o Grémio dos Exportadores pela Associação dos Exportadores de Vinho do Porto, actualmente Associação das Empresas de Vinho do Porto.
Os anos passam, o mercado muda, tendências acentuam-se e a exigência ao nível concorrencial acaba por apontar o caminho na direção da concentração de marcas em grupos de empresas. Grandes investimentos são feitos ao nível de novos vinhedos e espaços de plantio, Quintas. Como consequência surge em 1986 a Associação de Produtores Engarrafadores de Vinho do Porto, com o fito da exportação directa, das quintas para o estrangeiro.
Em 1995, nova alteração na Região Demarcada do Douro, novo organismo: CIRDD, Comissão Interprofissional da Região Demarcada do Douro. Nesta, todos têm representação, tanto os profissionais da lavoura, como os do comércio e apontam um objectivo comum em que a disciplina e o controle da produção e comercialização dos vinhos da região norteiam o seu funcionamento; contudo, duas vertentes internas orientam os princípios da instituição, uma voltada para a designação “Porto” e outra para os restantes vinhos de qualidade da região (VQPRD). Mais recentemente um modelo alterado substituiu a CIRDD, integrando-a no IvdP, em 2003.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Há perguntas que uma mulher não deve fazer, sem saber que tipo de homem tem pela frente!..
Gentileza do João Fráguas, seguidor deste blogue
Com uma pergunta destas, Judite de Sousa arrisca-se, por castigo, a ser nomeada ministra da Educação do próximo governo.
O Islamismo- por F. Fernandes
A integração dos muçulmanosExistem aproximadamente vinte milhões de muçulmanos na Europa. Estes representam todo o espectro de atitudes religiosas possíveis, desde a indiferença até ao fanatismo.
Os muçulmanos europeus tendem a viver agrupados em comunidades, quase sempre mal integrados, seja nos subúrbios das grandes cidades, como em França, ou em bairros abandonados pela população autóctone, como em Bruxelas ou Londres. São mais pobres, sofrem uma taxa de desemprego elevada. A maioria chegou à Europa em vagas desde a Segunda Guerra, numa altura em que estes precisavam de emprego e a Europa devastada pela guerra, precisava de mão-de-obra para a sua reconstrução. Pela primeira vez na sua história, a Europa encontra-se na difícil situação de ter que integrar uma enorme massa de imigrantes não europeus. Um desafio difícil que custa levar a bom termo.
A maioria dos muçulmanos europeus, concorda com a emancipação da mulher, com o papel que a esta cabe na sociedade, é a favor de um Islão moderado e não considera os europeus hostis ao Islão. Mas não nos enganemos, o Islão continua a ser o principal pólo identitário dos muçulmanos. A integração destas comunidades na Europa não é realmente um êxito. Apesar de milhões de muçulmanos viverem a sua vida sem causarem problemas no país de acolhimento, nem por isso se fundem na cultura que os rodeia. De nada serve ignorar o problema da integração, ele existe.
Na Europa existem dois modelos de integração, o modelo republicano francês e o comunitário britânico. O primeiro tenta integrar as identidades estrangeiras, transformando os imigrantes em franceses. O segundo aposta em preservar as identidades estrangeiras num mosaico de muçulmanos. Nenhum dos dois resulta. Sustentados por sólidas muralhas ideológicas, as tragédias recentes – o assassinato de Theo van Gogh em Amesterdam, os atentados de Londres, e os tumultos nos subúrbios franceses - derrubaram as muralhas e mostraram o fracasso de tal ideologia. Há que reconhecer: os modelos, cada um, com suas incongruências, acabaram por criar guetos. O multiculturalismo é uma gafe?
A ideologia multiculturalista é ambígua, serve para cobrir com roupagens novas o velho racismo. - Cada um em sua casa e deus na de todos… A ideologia multiculturalista parte quase sempre de uma boa intenção; peca então por ingenuidade. Não existem critérios para determinar o famoso limite de tolerância, mas, queiramos ou não, o multiculturalismo conduz ao gueto. Uma coisa é certa, estão melhor integrados os avós e os pais, do que os filhos, porque será?
A capacidade de integrar, e proporcionar a cidadania a milhões de cidadãos alienados, de criar as condições de autêntica pertença a esse princípio espiritual que é a Nação, é necessariamente geradora de frustração, de isolamento comunitário, da busca de sentido onde haja uma possibilidade de o encontrar. Nem por isso se convertem todos em fanáticos dispostos a matar, mas reúnem-se as condições para que alguns o façam. Uma integração harmoniosa não é só por si, uma garantia contra o fanatismo assassino, mas a capacidade de recrutar adeptos ficaria minorada.
Efectivamente, do trabalho de socialização que o estado se mostra incapaz de realizar, se encarrega o Islamismo. Financiado com dinheiro saudita, através dos irmãos muçulmanos, uma enorme rede de organizações, realiza um incrível trabalho de islamização profunda das comunidades muçulmanas. As mesquitas, associações, instituições caritativas e educacionais, em princípio, não são instituições terroristas. A sua estratégia a longo prazo, tem quatro objectivos bem definidos: assegurar o monopólio da representação das comunidades muçulmanas, impedir a assimilação dos muçulmanos da Europa, preservando e afirmando a sua identidade; reforçar a sua própria capacidade de influência na política nacional nos centros de decisão, e transformar paulatinamente o Islamismo numa força política decisiva na Europa.
中川財務相 眠そうな記者会見 - Tradução: Grande bebedeira!...
Nakagawa na cimeira do G7
O que fez Shoichi Nakagawa nos últimos minutos da sua vida? O que causou a morte do político que ganhou fama pelas suas bebedeiras? A resposta às perguntas é a chave para resolver o caso que está a dar que falar no Japão.
O pouco que se sabe alimenta o mistério. A polícia confirmou a morte do velho liberal mas não desvenda pormenores até estar concluída a autópsia. Os media japoneses revelaram que Nakagawa, 56 anos, foi encontrado pela mulher, deitado de barriga para baixo na cama, na sua casa em Tóquio.O cadáver não tinha ferimentos visíveis, o que dá força à tese de que o álcool esteve por detrás da morte.
Nakagawa é conhecido no Japão e no mundo por não saber resistir ao prazer da bebida. O ex-ministro das Finanças do último Governo de maioria liberal fez notícia, em Fevereiro, quando apareceu embriagado numa cimeira do G7 - grupo das sete maiores economias do mundo - em Roma.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Mercedes Sosa, "La Negra": Calou-se a voz mestiça da liberdade!...


Morreu Mercedes Sosa, La Negra, cujas canções emocionaram a América Latina e o mundo. Integrou, no início da década de sessenta, o movimento musical, Nueva Canción, onde desempenhou um papel de relevo, juntamente com o seu primeiro marido. As suas canções eram profundamente marcadas ideologicamente pela constante denúncia do imperialismo norte-americano e pelo protesto contra as desigualdades sociais do seu povo. Criou um estilo musical, onde se cruzavam influências da música africana, cubana, andina e espanhola.
É muito mais interessante do que o roubo por esticão!...
Gentileza do amigo Jorge Ribeiro
Convenhamos que as coisas vistas assim ao natural e sem encenações enganadoras têm um outro interesse. Afinal, o brincalhão até acabou por fazer um bom serviço àquelas gentis moças. De outra forma, não teriam tido a oportunidade de exibir os seus belos e esculturais corpinhos, perante uma plateia tão alargada. É certo que não exibiram tudo o que tinham de bom, mas isso compete a cada um adivinhar!...
Figuras proeminentes do cinco de Outubro e da República (4)
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Figuras proeminentes do 5 de Outubro e da República (3)
Figuras proeminentes do 5 de Outubro e da República (2)
Figuras proeminentes do 5 de Outubro e da República (1)
Eusébio Leão formou-se em Medicina e tirou a especialidade de Urologia e participou activamente na propaganda republicana em torno da questão do Ultimatum britânico de 1890. Entrou para a Maçonaria, em 1893, e, em 1909, foi eleito secretário do Directório do Partido Republicano Português. Coube-lhe a incumbência de ler a proclamação da República, no dia 5 de Outubro, na varanda dos Paços do concelho de Lisboa.
Viva República!...
Quem não se orgulha do seu passado, não pode ter esperança no seu futuro. E isto é válido tanto para os indivíduos, considerados isoladamente, como para os povos e as nações. Recordar e comemorar a revolução republicana de 5 de Outubro é, pois, um dever cívico da sociedade portuguesa, que não pode alhear-se do espírito associado a esta importante data. O regresso ao esclavagismo, pela mão do Partido Socialista!...
domingo, 4 de outubro de 2009
Irlanda: uma eleição que poderia ter sido fatal para a União Europeia...
Cada um usa as armas de defesa que pode, e a mais não é obrigado !...
Às vezes, dá vontade de ser porco!...
Portugal tem a melhor fábrica de "produção" de engenheiros!...
Cortesia do João Fráguas, seguidor deste blogue
Não tenho nada contra este engenheiro. O meu receio é que ele, um dia, também venha a ser primero ministro.
sábado, 3 de outubro de 2009
Parabéns, BRASIL !...

Irlanda: Espera-se que os irlandeses defendam a sua dignidade...

sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Ardi: um esqueleto que "fala" sobre a nossa origem e sobre o nosso longínquo passado...

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1403329&idCanal=13
Justiça, precisa-se!
Imagem do DN
















