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sábado, 19 de maio de 2018

Bruno de Carvalho quer ter mais visibilidade pública do que a Rainha de Inglaterra



Bruno de Carvalho quer ter mais visibilidade pública do que a Rainha de Inglaterra


Bruno de Carvalho, que está a ocupar todo o espaço mediático, "masturba-se" intelectualmente, de cada vez que uma figura pública o critica. Atingirá o clímax, quando o Papa ou  Trump ou a Madona falarem dele. Aí, o "Estádio de Alvalade até abana".

O "homem", a quem já só falta o bigodinho e a edição do seu livro, Mein Kampf (A Minha Luta), está a trabalhar a sua imagem de "durão", e tudo fará para que se fale dele, negativamente, para assim poder explorar o estado de graça da "vitimização", junto das massas alienadas sportinguistas, que parece controlar. Quanto mais o perseguirem, mais a aura do homem invencível se agigantará, pensa ele.

Bastaria que a comunicação social, em bloco, boicotasse as suas declarações públicas e não noticiasse as suas iniciativas e os seus movimentos, para que ele optasse, imediatamente, pela sua demissão de Presidente do SPC, já que não poderia entregar-se mais ao seu delirante espectáculo mediático, sendo obrigado a regressar ao estado vegetativo da sua inutilidade primária.

Ele sonha, com outros horizontes, para além do futebol. E Marcelo Rebelo de Sousa que se cuide, pois é muito possível que o tenha à perna, nas próximas eleições, para a Presidência da República. Ele já deu um sinal, como, remotamente, se pode inferir dos remoques enviados para o Palácio de Belém (Ver notícia).

O homem acusa um distúrbio psíquico, que pode detectar-se naquele olhar vago, embaciado e errático, que o caracteriza, o que o poderá enquadrar numa qualquer entidade nosológica da Psiquiatria.

Era importante saber se ele já tem ficha aberta no Hospital Psiquiátrico Júlio de Matos.

Alexandre de Castro
2018 05 18

O regresso ao Sporting...



O regresso ao Sporting...


Na minha juventude, adoptei o Sporting como o meu clube de eleição. Hoje, estou tão distante do futebol, como estou da Lua. Mas, neste momento, de vergonha para este clube e para o país, quero afirmar, num gesto de inteira solidariedade para com os jogadores e o seu treinador, assim como para com toda a equipa técnica, que volto a ser um fervoroso adepto do Sporting Clube de Portugal.
Excluo, evidentemente, desta minha singela homenagem, o actual presidente do clube, que é, no meu entender, o grande culpado de toda esta inédita confusão.

Alexandre de Castro
2018 05 16

quarta-feira, 16 de maio de 2018

O regresso dos Bárbaros...

Jogador do Sporting Clube de Portugal ferido no ataque de adeptos, em Alcochete


O regresso dos Bárbaros


Na última terça-feira, uma horda de criminosos, a mando de alguém, irrompeu pelo Centro de Treinos do Sporting Clube de Portugal, em Alcochete, e atacou com uma violência inaudita os jogadores e o treinador daquele clube.

Passado algum tempo, o presidente Bruno de Carvalho chegou às instalações, e, interrogado pelos jornalistas, respondeu, com um grande desplante e com uma frieza arrepiante, e cito de memória, “que era chato a agressão aos jogadores, mas que tínhamos de nos habituar a estes crimes”.

Confesso que fiquei siderado com tanta frieza e com tanta  irresponsabilidade.

Eu julgo que o "homem" (Bruno de Carvalho) alimenta ambições, que vão para além do Sporting e do futebol. Procura passar a ideia subliminar de que é um dirigente duro e que até conseguiria endireitar um país, ou até o mundo, se tivesse um mandato para tal. Profere discursos incendiários, a fim de gerar apoios, entre os mais ignorantes, o que é uma técnica tipicamente fascista.

Mas o que é certo, é que ele está a destruir um clube centenário, que é uma referência nacional, mesmo para os que não gostam da bola, o que é o meu caso.

Soube ontem, através de um amigo, que o pequeno "Hitler Verde" fez parte, enquanto jovem, das hordas ruidosas e, pelos vistos, extremamente perigosas, da Juv Leo, onde, possivelmente, teria selado amizades duradouras, que, agora, parecem ser muitos úteis, para a sua estratégia desestabilizadora e conflituosa.

Hitler, enquanto jovem, foi um pintor falhado e, durante a Primeira Guerra Mundial, serviu, como cabo, o exército austríaco. Ninguém podia adivinhar que, daquela insignificante personagem, de média estatura, iria nascer um monstro...

Alexandre de Castro
2018 05 16

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Parabéns, campeões... [TOU CHIM]

TOU, CHIM...

"Não sou bruxo nem vidente, mas tenho feelings e senti que o Éder ia fazer o golo"
Cristiano Ronaldo
***«»***
Parabéns à Selecção Nacional de Futebol, pelo importante troféu conquistado, feito que galvanizou o país, as comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, principalmente a de França, bem como todo o espaço lusófono, com uma especial referência para o povo de Timor-Leste.

Exceptuando as esquizofrénicas e doentias rivalidades clubísticas, o futebol possui esta magia de unir ludicamente e sentimentalmente as pessoas, embora de uma maneira efémera e ocasional. No caso da selecção nacional, é o sentimento identitário de pertença a uma comunidade, a um território e a uma história colectiva, que prevalece, Mas é também a erupção emocional do momento e a alegria do prazer da festa, que importa realçar nestas situações.

Seria injusto não fazer-se aqui uma elogiosa referência ao brilhante comportamento de quatro atletas portugueses (três mulheres e um homem), no palco do recente campeonato europeu de atletismo.

Patrícia Mamona conquistou a medalha de ouro de triplo salto; Sara Moreira venceu a meia maratona e Jéssica Augusto ficou com o bronze; e Tsanko Arnaudov ficou em terceiro lugar no lançamento do peso.
Merecem o nosso reconhecimento e também o usufruto de uma  exposição mediática adequada, por parte dos órgãos de comunicação social

Alexandre de Castro

Fotografia do Diário de Notícias
2016 JUL 11

domingo, 19 de maio de 2013

Raha foi a primeira mulher saudita a alcançar o cume do Evereste


Expedição de Raha Moharrak é um marco para a Arábia Saudita, onde o desporto ainda está interdito à maioria das mulheres.
Raha Moharrak, de 25 anos, foi a primeira mulher saudita a alcançar o cume do Evereste, a mais alta montanha do mundo, no Nepal, informaram as autoridades de turismo nepalesas.
De acordo com a organização não governamental Human Rights Watch, a Arábia Saudita, um reino muçulmano conservador, é o único país do mundo que ainda proíbe a participação de mulheres em actividades desportivas nas escolas públicas.
***«»***
Não se tratou apenas de um grande feito desportivo. A sua importância reside no significado do corajoso desafio à tirania dos clérigos muçulmanos da Arábia Saudita, que nega às mulheres os direitos da cidadania e o usufruto pleno da sua liberdade, incluindo o direito à prática do desporto, que, naquele país de mentalidade obscurantista e medieval, apenas está reservado aos homens.
As três religiões do Livro, que marcaram totalitariamente o destino milenar de grande parte da Humanidade, sempre tiveram dificuldade em lidar com o corpo e a sexualidade das mulheres, impondo-lhes regras cruéis ao seu comportamento e obrigando-as a uma obediência cega ao poder masculino. A religião islâmica, em muitos países, é aquela que tem resistido ao avanço imparável da modernidade dos direitos universais, que agora também começam a estar em perigo nos países ocidentais,  não já por causas religiosas, mas por outras frentes totalitárias e não menos obscurantistas e perversas, apoiadas na ditadura do capitalismo financeiro, que escolheu outra divindade, o mercado, e outros instrumentos de tortura, a dívida dos países periféricos. As multinacionais da Fé e as multinacionais do Capital complementam-se assim, na sua determinação de domesticarem o Homem, tentando submetê-lo aos seus desígnios e aos seus interesses egoístas. 

Nota: Na sua forma original, este texto foi publicado, contendo duas frases, na sua parte final, que, por erro de revisão, não foram eliminadas atempadamente, aparecendo, pois, descontextualizadas e incorretamente escritas. As minhas desculpas aos leitores.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Correia dos Santos: Morreu o último violino do hóquei em patins

Fotografia do Correio da Manhã

Fotografia de A Bola

Era o tempo em que meio Portugal colava o ouvido ao aparelho de rádio de válvulas (o outro meio não tinha o luxo de captar as ondas hertezianas) para ouvir os famosos relatos dos campeonatos do mundo ou da Europa em hóquei patins. Mas era todo um Portugal que vibrava com a magia dos cinco violinos, cujos nomes eu nunca mais esqueci, por tanto os citar nos meus relatos de fantásticos jogos imaginários: Emídio Pinto, Edgar, António Raio, Jesus Correia e Correia dos Santos. Correia dos Santos foi o último morrer. Morreu hoje aos 84 anos, e com a sua morte também morre um pedaço daquela minha alegria da minha infância, que se manifestava quando Portugal marcava um golo ou quando se sagrava campeão.

O hóquei patins era a única modalidade desportiva que puxava o lustro ao orgulho dos portugueses, e que se extremava quando derrotávamos a Espanha. Nas outras modalidades, Portugal, apenas ganhava moralmente, o que valia zero pontos.

Presto aqui a minha sentida homenagem a Correia dos Santos.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/morre-ultimo-violino-do-hoquei
http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=237989

domingo, 30 de agosto de 2009

O Homem supera-se sempre a si próprio...

***
Sempre que é estabelecida uma nova marca na corrida dos 100 metros, pensa-se que será impossível ultrapassá-la. O jaimaicano Usain Bolt, em Berlim, desmontou o mito, como já outros atletas, anteriormente, o tinham feito, demonstrando que o Homem supera-se sempre a si próprio.
Em Berlim, em 2009, sem Hitler na tribuna, fez-se História.