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quarta-feira, 26 de junho de 2013

Licenciatura de Relvas já está em tribunal


O Ministério Público (MP) instaurou um processo no Tribunal Administrativo de Lisboa contra a Universidade Lusófona, por causa da licenciatura do ex-ministro Miguel Relvas, disse à agência Lusa fonte do tribunal.
O processo 1596/13.2BELSB deu entrada e foi distribuído à Unidade Orgânica 3 nesta terça-feira, conforme pode ser confirmado no portal Citius do Ministério da Justiça.
Miguel Relvas não é réu nesta acção administrativa, mas figura como contra-interessado, podendo ser envolvido em função da relação com os factos aludidos na queixa, de acordo com o código administrativo, relata ainda a Lusa.
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Ou eu me engano muito, ou Miguel Relvas ainda vai sair desta caricatura como Professor Catedrático, com direito a indemnização e a retroativos. 

sábado, 23 de fevereiro de 2013

A questão do Relvas é do Relvas, mas não é do Relvas... - por Carlos Matos Gomes


A questão do Relvas. A questão do Relvas é do Relvas, mas não é do Relvas. O Relvas é como os calos. A culpa dos calos é dos pés, mas é também dos sapatos e de quem os calça. Quero eu dizer: a culpa é do Relvas, porque o Relvas é uma erva daninha (nasceu assim, é da sua natureza). Dá caganeira, comichão, visões, dores. O Relvas, tendo esta essência malsã, não serve para fazer chá. A culpa dos males causados pelo Relvas é do Relvas, neste sentido. Mas é também de quem faz chá com o Relvas. Isto é, quem convida o Relvas para ir falar a um clube de pensadores, nem as pensa! Quem convida o Relvas para ir falar a uma universidade a sério, nem as pensa. Isto é, a culpa dos vómitos no clube de pensadores e no ISCTE, é dos pensadores que não pensam o que os portugueses pensam do Relvas e dos comunicadores que não percebem a imagem que os portugueses têm do Relvas.
Carlos Matos Gomes
Escritor

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Miguel Relvas foge aos protestos no ISCTE

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Mal Miguel Relvas entrou na sala onde decorria a conferência "Como vai ser o jornalismo nos próximos 20 anos", promovida pela TVI, um grupo de estudantes que estava sentado a meio da plateia levantou-se e começou a entoar palavras de ordem.
O ministro subiu ao palco para falar, mas o coro de protestos não baixou o tom. Miguel Relvas esperou alguns segundos e tentou dar início à palestra. Os estudantes intensificaram o protesto, empunhando cartazes do movimento "Que se lixe a troika! O povo é quem mais ordena", impedindo que o ministro com a tutela da comunicação social e da juventude proferisse uma palavra.
O diretor de informação da TVI, José Alberto Carvalho, tentou apaziguar os ânimos, pedindo aos estudantes que ouvissem o que o ministro tinha para dizer. Mas não conseguiu.
Foi, então que Rosa Cullell, administradora-delegada da Media Capital, subiu ao palco com a intenção de acalmar os estudantes. Esforço também em vão.
Os seguranças do ministro decidiram, então, que era altura de o ministro deixar o local. Uma missão que se afigurou complicada. E à saída do anfiteatro do ISCTE procuraram, entre muitos empurrões a quem ali se encontrava, uma saída.
Diário de Notícias
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Foi humilhante! Não me lembro de nenhum ministro dos governos após o 25 de Abril ter sido enxovalhado em público e impedido de falar, como foi Miguel Relvas, tal é a aversão que a sua permanência no governo está a provocar, transversalmente, em todos os setores da sociedade portuguesa. De nada vale vir dizer que se tratou de um pequeno grupo, não representativo. Existe a consciência plena de aquele grupo manifestou o sentir da maioria dos portugueses, que já consideram a criatura uma perfeita aberração. É, sem dúvida, a caricatura de um governo esquizofrénico e demoniacamente perigoso.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Cartão Relvas...

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Em Portugal, nunca um ministro foi sujeito a tanta chacota! Mas o mais hilariante é que o homem não se demite, nem ninguém o demite. Cavaco Silva e Passos Coelho falam do caso como se Relvas fosse uma entidade virtual. Atrevo-me a dizer que o país já perdeu a dignidade. A seguir irá perder a liberdade e, depois, a independência.

Best of (Relvas)

Amabilidade do Carlos Trindade
e do Olímpio Alegre Pinto

terça-feira, 17 de julho de 2012

Notas do meu rodapé: As ligações perigosas das maçonarias.

Clicar na imagem para a ampliar
A Maçonaria, ou melhor, as maçonarias sempre se desenvolveram numa lógica de poder, promovendo a defesa de classe dos interesses dos seus membros e criando entre eles uma forte ligação solidária e fraternal. E é esta linha de pensamento e ação que atravessa desde os tempos imemoriais do ainda incipiente movimento maçónico da chamada Maçonaria Primitiva, de que muito pouco se conhece. Mas é na Idade Média, com a Maçonaria Operativa, alimentada pelos obreiros das catedrais, e com a Maçonaria Especulativa, nascida na época iluminista, e que centrou a sua ação no pensamento e na razão, que esta forma de associativismo secreto e reservado atingiu o seu máximo esplendor, passando a ter uma grande importância no poder político e na sociedade mais intelectualizada. 
Em Portugal, foi o Grande Oriente Lusitano, fundado em 1802, a manter até ao advento do 25 de Abril o monopólio do exercício da atividade maçónica, tendo tido grande influência na instauração do Liberalismo, na implantação da República e na oposição ao Salazarismo. Os principais vultos da intelectualidade e os militares mais prestigiados eram maçons, e era na atividade desenvolvida na sua loja que eles faziam o tirocínio para os altos cargos da política.
Quando se chega ao 25 de Abril, é o Partido Socialista que alberga a maioria desses maçons, que ainda se orientavam, no ponto de vista político, pelos ideais democráticos e republicanos, pugnando pela existência de um Estado, que estivesse ao serviço do bem comum, Mas com a voragem do dinheiro entrado no país com a adesão à então CEE, e devido à rotatividade geracional, o Grande Oriente Lusitano depressa se transformou na placa giratória entre a política e os negócios, dando oportunidade a todo o tipo de oportunistas e e aventureiros.
A direita política estava diminuída a este nível. Daí terem aparecido outras lojas maçónicas, de outras obediências, que pudessem recrutar no meio universitário os estudantes mais aptos e mais fidelizados ideologicamente, para depois serem treinados para a política. Os membros destas novas lojas depressa aprenderam que a política e o exercício de cargos públicos e políticos deveriam ser orientados para o seu interesse pessoal e o do clã a que pertenciam.
Miguel Relvas aprendeu depressa e bem, merecendo por isso, ser distinguido com uma licenciatura de aviário. Só que teve azar. Foi descoberto, e hoje é a personagem central do anedotário nacional e a ovelha negra de um governo desprestigiado

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Portugal: Um país de chicos espertos...

Amabilidade do João Fráguas e do Joaquim Pereira da Silva
Eu já aqui afirmei que as universidades privadas, uma ideia genial de Cavaco Silva, não eram mais do que supermercados de licenciaturas. Agora, parece que já começou a época dos saldos, com a campanha dos cinco em um (pague um e leve cinco).
Os escândalos de Miguel Relvas já são tantos que até Cavaco Silva já está a pensar condecorá-lo com o Grande Colar da Ordem de Mérito, no próximo dia 10 de Junho. E eu apoio, pois claro.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Alegada investigação a Balsemão é “atentado gravíssimo” à democracia - diz bastonário


O bastonário da Ordem dos Advogados considera que a alegada investigação da vida privada de Francisco Pinto Balsemão, presidente da Impresa, por Jorge Silva Carvalho é “um atentado gravíssimo” à democracia, que deve ser “investigado até às últimas consequências”. Contactado pela agência Lusa, Marinho Pinto, afirmou que, a confirmar-se o caso, é “um atentado gravíssimo aos direitos pessoais do visado, mas também um atentado ao próprio Estado de Direito, aos valores fundamentais do Estado de Direito”. Para o bastonário, este caso “tem de ser investigado até às últimas consequências”, para “apurar todas as circunstâncias que envolvem a feitura desse relatório”, nomeadamente “que tipo de devassas foram feitas, quem as fez, a mando de quem, utilizando que meios (...) e que fins visava servir”. “É gravíssimo que uma pessoa que deteve responsabilidades públicas tão elevadas como ele [Jorge Silva Carvalho] na hierarquia do Estado, chefiando o serviço de informações estratégico para a República, saia e vá utilizar os mesmos meios e os mesmos métodos ao serviço de empresas privadas, visando dirigentes de empresas concorrentes”, disse ainda Marinho Pinto
PÚBLICO
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Já não bastava o terrorismo social praticado pelo governo, que ameaça arrasar a economia do país, surge agora a ameaça letal do gangsterismo das polícias secretas portuguesas, dirigidas em tempos por um Al Capone de terceira categoria, com quem um ministro do atual governo evidenciou uma perigosa conivência.
Os factos que constam no processo de investigação judicial são muito preocupantes. Eles mostram o grau de degenerescência a que chegou o sistema democrático. Se este escabroso caso não tiver consequências judiciais e políticas, então, o melhor, é encerrar o país para obras.
 http://www.publico.pt/Política/secretas-alegada-investigacao-a-balsemao-e-atentado-gravissimo-a-democracia-diz--marinho-pinto--1547843