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sábado, 21 de junho de 2014

Hollande junta vários líderes da UE em apoio a Juncker


Nove líderes da União Europeia, hoje reunidos em Paris pelo presidente francês, apoiaram a indigitação do conservador Jean-Claude Juncker para presidir à Comissão Europeia, após a vitória do Partido Popular Europeu (PPE) nas últimas eleições europeias.
Respeitamos as instituições europeias e o espírito das eleições e o partido com mais votos pode propor o seu candidato, neste caso Junker", disse o presidente francês, François Hollande, no final da reunião.
À reunião assistiram, além do presidente francês, os chefes do Governo de Itália, Bélgica, Roménia, Dinamarca, Eslováquia, Malta e República Checa, assim como o chanceler austríaco.

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Com socialistas destes... nem sei o que deva dizer!...
Um dirigente político de direita não faria melhor. Quem deve estar a rir-se às gargalhadas é a czarina alemã, que já pediu ao seu camareiro-mor o casaquinho branco à Hitler, para, ao espelho, poder dizer: A França já está no papo...
Hollande é a expressão mais eloquente da natureza e da volatilidade dos dirigentes dos partidos filiados na Internacional Socialista: Estão sempre do lado mais conveniente.
Falta-me saber se o camarada Hollande é uma referência inspiradora para António Costa e para António José Seguro.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Hollande: França e Alemanha "querem trabalhar em conjunto pelo bem da Europa"

Alemanha e França têm o dever de trabalhar em conjunto. Esta foi uma das mensagens deixadas por François Hollande e por Angela Merkel no primeiro encontro. A Grécia e o crescimento económico estiveram no centro das declarações.
Angela Merkel sublinhou esta noite que França e Alemanha têm o dever de trabalhar em conjunto e garantiu que ela e François Hollande têm consciência da responsabilidade que têm perante toda a Europa. A França e a Alemanha “querem trabalhar em conjunto pelo bem da Europa” e vão fazê-lo, assegurou o novo presidente de França, no dia em que tomou posse enquanto líder do país.
Jornal de Negócios
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Mais uma vez, a palhaçada do costume. Os discursos eleitorais não são para levar a sério. Hollande e Merkel estão de acordo sobre tudo aquilo que ontem os dividia E tão entusiasmados ficaram, neste seu primero encontro a dois, que até resolveram iniciar em Berlim a próxima campanha eleitoral da Grécia.
Durante os próximos dias vamos deixar de ouvir falar da dívida e do défice para dar lugar a um vazio discurso sobre o crescimento, que ninguém sabe, nas condições atuais, como se vai obter, embora a chanceler alemã, há dias, já tivesse apresentado a sua receita milagrosa, que consistiria, ao nível de cada Estado com poblemas de crescimento, em proceder-se a mais privatizações, a acrescentar às que já estão previstas para pagar a dívida e o seu serviço, a fim de investir as receitas resultantes nas respetivas economias.
Por sua vez, os gregos vão ser intoxicados, ora por promessas redentoras, ora por apocalípticas ameaças.
Espera-se que os gregos não se deixem enganar nem amedrontar e que, na hora de depositarem o seu voto, se lembrem da vultuosa dívida de guerra que a Alemanha não lhes pagou. 

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Chefe do Bundesbank pede que Hollande não toque no pacto fiscal da UE

O presidente do Banco Central Alemão (Bundesbank), Jens Weidman, lançou uma advertência neste sábado ao presidente eleito francês François Hollande, ao recomendar que não se meta com o pacto fiscal europeu e que não toque no status do Banco Central Europeu (BCE).
Agência Frace Press
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A República de França não pode permitir, sob pena de ter de admitir a desonra, que um funcionário alemão de segunda classe venha fazer advertências e ameaças veladas ao seu futuro Presidente. Depois das ameaças proferidas por Angela Merkel e pelos ministros das Finanças e dos Negócios Estrangeiros do governo alemão, vem agora o presidente do Banco Central Alemão (Bundesbank), numa clara falta de respeito pela hierarquia institucionalizada, dizer a François Hollande o que não deve fazer. E que se saiba, François Hollande ainda não reagiu a este enxovalho, atitude que enfraquece a sua imagem, junto da opinião pública francesa e mundial.
Se algumas dúvidas subsistissem sobre a natureza das instituições da União Europeia, às quais falta dimensão democrática e independência política, sendo remetidas, agora sem qualquer disfarce, para o lugar de meras agências administrativas e burocráticas, basta ver o registo das intervenções de Angela Merkel e dos seus ministros, que se assumem cada vez mais como verdadeiros donos do destino da Europa, sem tomar em linha de conta a opinião dos lideres dos outros países membros.
http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5jJAieirVoHK4bSSiReBizcwuGeFw?docId=CNG.ddca8af840f0890092bf4bddbd6dec06.01