Estas duas belas mocinhas estão prontas para dar tudo pelo défice e pela Pátria.
sábado, 16 de outubro de 2010
Governo quer apresentar proposta de alteração da Lei de Imprensa
O objectivo é “contribuir para o incremento das
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Sinais exteriores de riqueza!...
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Notas do meu rodapé: O euro tem futuro?
PÚBLICO
O regabofe continua!...
.
A Comissão de Trabalhadores, em resposta ao CM, assume que o assunto "é falado entre os trabalhadores da EPAL e em termos nada abonatórios para os envolvidos directa ou indirectamente na sua admissão, assim como para a justificação do vencimento mais isenção de horário de trabalho".
COMENTÁRIO: Assessora de um assessor!!!! looooooooooooooool 2103€ + 452€ (21,5%) = 2555€ por mês!!! Para quem era precária....de um momento para o outro não é nada mau!!! É para isto que servem os Institutos Públicos, Empresas Públicas e Municipais, Fundações...
Maurice Bejart- Bolero de Ravel
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Função Pública
Portugal já se transformou num circo: Ministro das Finanças Suíço fala sobre Portugal
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Uma pedrada no charco num país que está a afundar-se...
A saúde mental dos portugueses
Alguns dedicam-se obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas. Recentemente, ficámos a saber, através do primeiro estudo epidemiológico nacional de Saúde Mental, que Portugal é o país da Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população. No último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas perturbações durante a vida.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque assisto com impotência a uma sociedade perturbada e doente em que violência, urdida nos jogos e na televisão, faz parte da ração diária das crianças e adolescentes. Neste redil de insanidade, vejo jovens infantilizados incapazes de construírem um projecto de vida, escravos dos seus insaciáveis desejos e adulados por pais que satisfazem todos os seus caprichos, expiando uma culpa muitas vezes imaginária. Na escola, estes jovens adquiriram um estatuto de semideus, pois todos terão de fazer um esforço sobrenatural para lhes imprimirem a vontade de adquirir conhecimentos, ainda que estes não o desejem. É natural que assim seja, dado que a actual sociedade os inebria de direitos, criando-lhes a ilusão absurda de que podem ser mestres de si próprios.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque, nos últimos quinze anos, o divórcio quintuplicou, alcançando 60 divórcios por cada 100 casamentos (dados de 2008). As crises conjugais são também um reflexo das crises sociais. Se não houver vínculos estáveis entre seres
humanos não existe uma sociedade forte, capaz de criar empresas sólidas e fomentar a prosperidade. Enquanto o legislador se entretém maquinalmente a produzir leis que entronizam o divórcio sem culpa, deparo-me com mulheres compungidas, reféns do estado de alma dos ex-cônjuges para lhes garantirem o pagamento da miserável pensão de alimentos.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque se torna cada vez mais difícil, para quem tem filhos, conciliar o trabalho e a família.
Nas empresas, os directores insanos consideram que a presença prolongada no trabalho é sinónimo de maior compromisso e produtividade. Portanto é fácil perceber que, para quem perde cerca de três horas nas deslocações diárias entre o trabalho, a escola e a casa, seja difícil ter tempo para os filhos. Recordo o rosto de uma mãe marejado de lágrimas e com o coração dilacerado por andar tão cansada que quase se tornou impossível brincar com o seu filho de três
anos. Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque a taxa de desemprego em Portugal afecta mais de meio milhão de cidadãos. Tenho presenciado muitos casos de homens e mulheres que, humilhados pela falta de trabalho, se sentem rendidos e impotentes perante a maldição
da pobreza. Observo as suas mãos, calejadas pelo trabalho manual, tornadas inúteis, segurando um papel encardido da Segurança Social.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque é difícil aceitar que alguém sobreviva dignamente com pouco mais de 600 euros por mês, enquanto outros, sem mérito e trabalho, se dedicam impunemente à actividade da pilhagem do erário público. Fito com assombro e complacência os olhos de revolta daqueles que estão cansados de escutar repetidamente que é necessário fazer mais sacrifícios quando já há muito foram dizimados pela praga da miséria.
Finalmente, interessa-me a saúde mental de alguns portugueses com responsabilidades governativas porque se dedicam obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas. Entretanto, com a sua displicência e inépcia, construíram um mecanismo oleado que vai inexoravelmente triturando as mentes sãs de um povo, criando condições sociais que favorecem uma decadência neuronal colectiva, multiplicando, deste modo, as doenças mentais.
E hesito em prescrever antidepressivos e ansiolíticos a quem tem o estômago vazio e a cabeça cheia de promessas de uma justiça que se há-de concretizar; e luto contra o demónio do desespero, mas sinto uma inquietação culposa diante destes rostos que me visitam diariamente.
Pedro Afonso
Médico psiquiatra
PÚBLICO, 21-06-2010
Sugestão do João Fráguas
Infertilidade: Tratamentos na Maternidade Alfredo da Costa “brutalmente” interrompidos após circular da tutela

As mulheres que estão a fazer tratamentos de
infertilidade pela segunda vez este ano na
Maternidade Alfredo da Costa (MAC) estão a ver
o processo “brutalmente” interrompido por
determinação da tutela, mesmo aquelas que já
receberam várias injecções hormonais.
PÚBLICO
domingo, 10 de outubro de 2010
Imagens inéditas do III Reich (1)
sábado, 9 de outubro de 2010
Um Poema ao Acaso: Fomos apanhados a desaparecer

Fomos apanhados a desaparecer
Fomos apanhados a desaparecer
do mundo, uma noite em Madrid,
cobertos de decibéis e querosene,
depois de termos gasto metade do corpo
em tratados de tauromaquia,
massagens idiomáticas
e aulas práticas de suicídio
reversivo.
Era costume atirarmo-nos para a noite
e darmos saltos ornamentais
da plataforma da vida
para uma piscina de corpos
com menos de um metro de profundidade
e águas amarelas.
Era nítido o desejo pelo desaparecimento,
como uma aparição em ruínas.
Mas a pátria recomeçava invariavelmente no dia seguinte,
bombardeada e indiferente.
Hasta aquella fría noche de Madrid,
en una casa ubicada en la Avenida de los Aparentes,
cuando hemos por fín comprendido
la sagrada inutilidad de desaparecer.
André Domingues
Os novos cavalos da GNR...
Finalmente, o Governo começou a reduzir as despesas do Estado. Os animais passarão a ser alimentados com palha transgénica.
Para os membros de GREVE GERAL contra o ataque brutal - Dia 24 Novembro*
Jorge Antunes Jorge
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
É preciso ter lata!...

quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Mineiros chilenos.33 Homenagem (Geogirna Efigénio)
Amabilidade de Maria Alonso Seisdedos, que enviou o vídeo.
De forma admirável, do ponto de vista pictórico, e numa manifestação de homenagem, a pintora Georgina Efigénio retratou o rosto dos 33 mineiros chilenos, que, desde há dois meses, continuam presos numa mina, a 700 metros de profundidade. Um caso trágico que emocionou o mundo.
A visualização do objecto do trabalho teria sido feita, segundo creio, através das fotografias dos mineiros, publicadas nos jornais, o que aumentou o grau de dificuldade da tarefa. Para a obviar, Geornina Efigénio refugiou-se na opção do contraste do preto e do branco, o que lhe permitiu, sem defraudar o rigor das expressões faciais, prescindir da observação dos pormenores pouco significativos, detendo-se antes, e carregando-os com o seu traço vigoroso, naqueles que, por si só, marcam a identidade de cada rosto. Por outro lado, a opção pelo preto e branco reproduz melhor o ambiente escuro de uma mina. Há pois, em todas as figuras, uma força pictórica a emergir com vigor e realismo, que o jogo de sombras, bem marcadas e a alternar com o branco, reforça.
Trata-se de um trabalho artístico primoroso de técnica e de arte.
Oportuno, o enquadramento musical com a voz rouca da grande cantora argentina, Mercedes Soza, que o Alpendre da Lua homenageou no ano passado, depois de conhecida a sua morte, em 4 de Outubro.
Estudo sobre sexo oral dos morcegos vence Prémio IgNobel
Tudo o que você queria saber sobre o sexo
Sabia, por exemplo, que os morcegos fazem sexo
António José Seguro: portugueses “estão fartos de fazerem sacrifícios sem ver resultados"
O deputado socialista António José Seguro lançou,
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Inovação & Desenvolvimento
Este rapaz, se começar a pôr a língua a render, enriquecerá rapidamente. Ele, possivelmente, é que ainda não descobriu a janela de oportunidade que um nicho de mercado, em franco crescimento, lhe poderá abrir. terça-feira, 5 de outubro de 2010
Notas do meu rodapé: Economia portuguesa a caminho da anemia

Com o investimento público e privado em declínio e sem grandes expectativas de conseguir um significativo aumento das exportações, principalmente, devido às incertezas sobre evolução da economia espanhola, uma das principais clientes, o governo optou por assumir medidas que vão diminuir o consumo, principalmente o consumo privado. O aumento do IVA para 23 por cento é a medida mais emblemática desta estratégia. Os cortes dos apoios sociais e a anunciada intenção de passar a cobrar IRS aos reformados que, devido ao baixo valor das suas reformas, se encontravam isentos daquele imposto, aponta no mesmo sentido. Aliás foi este o conselho da OCDE, quando no seu boletim, Economic Survey of Portugal 2010, afirmava que “é necessário restaurar a competitividade da economia portuguesa mediante um aumento da produtividade e uma transferência do consumo para as exportações como motor do crescimento”.
Estamos perante uma confissão clara da incapacidade da economia portuguesa conseguir aumentar a sua competitividade externa através da inovação e desenvolvimento, quer por incúria dos últimos governos, quer pelo comodismo atávico dos empresários, que, habituados ao proteccionismo do Estado, nunca aprenderam a competir com audácia nos mercados externos nem perceberam a tempo a mudança de paradigma que a globalização impôs, de forma radical e incontornável.
Perante este quadro, a economia portuguesa irá descer nos próximos anos no ranking mundial, como resultado do empobrecimento do país. Por outro lado, os custos da estratégia deste governo irão repercutir-se ao nível do emprego e ao do agravamento da desigualdade social. Durante os próximos anos, Portugal terá de conviver com uma taxa de desemprego muito elevada e com o aumento generalizado da pobreza.
Viva a República!...
A revolução de 5 de Outubro, que implantou o regime republicano, foi também uma revolução generosa, que procurou abnegadamente devolver ao povo português a sua dignidade, que a dinastia dos braganças tinha usurpado. Por erro dos homens e pela acção dos que contra ela sempre conspiraram, não cumpriu integralmente o seu destino. Mas cumpriu a democracia!domingo, 3 de outubro de 2010
Governo compra Mercedes de 141 mil euros
Mais de um milhão de pensionistas passam a pagar IRS

Ao contrário do que acontecia até agora, um
pensionista com um rendimento anual de seis
mil euros verá 2112 euros dos seus rendimentos
serem sujeitos a IRS já no próximo ano.
As medidas de combate ao défice anunciadas pelo
Governo vão afectar directamente os rendimentos
de mais de um milhão de pensionistas até agora
isentos do pagamento de IRS. As contas foram
feitas pelo economista Eugénio Rosa, do Gabinete
de Estudos da CGTP. E apontam para um
agravamento da factura fiscal para os pensionistas
que recebem menos de seis mil euros por ano.
Diário de Notícias
A campanha de intoxicação mediática contra o presidente Lula e contra a candidata Dilma Rousseff

Os órgãos da comunicação social privada em guerra contra Lula e Dilma **
Por: Leonardo Boff *
Sou profundamente a favor da liberdade de expressão pela qual fui castigado com “silêncio obsequioso” pelas autoridades eclesiásticas do Vaticano. Com o risco de ser preso e torturado, ajudei a editora Vozes a publicar o livro Brasil Nunca Mais, onde se denunciavam as torturas, usando exclusivamente, como suporte, as fontes militares, livro esse que contribuiu para a aceleração da queda do regime autoritário.
Esta história da minha vida dá-me autoridade para fazer as críticas que faço agora da guerra actual entre o presidente Lula e os meios de comunicação social, que se queixam de que está a ser menosprezada a sua liberdade. O que está ocorrendo já não é um embate de ideias e de interpretações sobre o uso legítimo da liberdade de imprensa. Pelo contrário, está a ocorrer um claro abuso da liberdade de imprensa, porque, prevendo uma derrota eleitoral, esses meios da comunicação social decidiram desencadear mediaticamente uma guerra tenaz contra o presidente Lula e a candidata Dilma Rousseff. Nesta guerra vale tudo: A ocultação de factos, a distorção e a mentira directa.
É necessário dar o nome destes poderosos meios e dos seus agentes. São famílias que, quando vêem contrariados os seus interesses comerciais e ideológicos, se comportam como «família mafiosa». São patrões que pretendem falar para todo o Brasil e manter sob a sua tutela a chamada opinião pública. São os patrões de O Estado de São Paulo, A Folha de São Paulo, O Globo e a revista Veja, nos quais se instalou a razão cínica e o que há de mais falso e mafioso na imprensa brasileira. Estão ao serviço de um bloco histórico, assente sobre o capital, que sempre explorou o povo e que não aceita um presidente proveniente desse povo. Mais que informar e fornecer material para a discussão pública, pois essa é a missão da imprensa, esses meios empresariais comportam-se como um feroz partido da oposição.
* Teólogo brasileiro e o principal mentor da Teologia de Libertação.
sábado, 2 de outubro de 2010
Agradecimento
Um Poema ao Acaso: POEMA À MÃE - Eugénio de Andrade (declamado)
POEMA À MÃE
No mais fundo de ti,
eu sei que traí, mãe.
Tudo porque já não sou
o menino adormecido
no fundo dos teus olhos.
Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais.
Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.
Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura.
Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos.
Mas tu esqueceste muita coisa;
esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!
Olha - queres ouvir-me? –
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;
ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura;
ainda ouço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal…
Mas – tu sabes – a noite é enorme,
e todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber.
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas.
Boa noite. Eu vou com as aves.
Eugénio de Andrade
Do livro “Os Amantes sem Dinheiro”
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Um Poema ao Acaso: Cardiologia - Fernando Pinto do Amaral
Nadir AfonsoCardiologia
Talvez na sua vida o maior estímulo
fosse a curiosidade.
Era o motor de tudo: aproximava-se
de todas as mulheres que conhecia,
mas só lhe interessavam os seus corações.
Cultivava com método essa obsessão
e tal como as crianças costumam fazer
aos brinquedos preferidos,
também ele queria vê-los por dentro,
saber ao certo como funcionavam,
desfibrar lentamente cada esperança,
dissecar com um rigor quase científico
cada angústia ou desejo inconfessável
até saborear o gosto sempre novo
de cada uma dessas células.
Após cada experiência, observava
aqueles corações já desmontados
e, por não conseguir juntar as peças,
guardava-as uma a uma no seu peito.
Era um lugar seguro
e com tantos pedaços de outras vidas
na sua pulsação descompassada
podia enfim acreditar
que tinha também ele um coração.
Fernando Pinto do Amaral
Poemas Escolhidos (1990-2007)
Estatísticas do blogue do mês de Setembro de 2010
Número de páginas visitadas por mêsquinta-feira, 30 de setembro de 2010
Para onde vai a economia portuguesa?

O retrato não é animador. As empresas ainda
não estão a investir, o desemprego continua
a aumentar e o consumo privado teima em cair.
E a situação só tenderá a alterar-se a partir
de 2012.
As conclusões são do estudo Eurozone Forecast,
da Ernst & Young, que hoje está a ser apresentado
a nível europeu e que aponta para que a economia
portuguesa tenha regressado à recessão no segundo
semestre.
PÚBLICO
Perante esta negra perspectiva, dominada por um dramático clima de incerteza, também os investidores privados adiarão os seus projectos e os seus investimentos, o que se reflecte negativamente na oferta de novos postos de trabalho.
E a pergunta continua a ser esta: Para onde vai a economia portuguesa?
http://economia.publico.pt/Noticia/portugal-arrisca-um-regresso-a-recessao-no-final-do-ano_1458750
Um Poema ao Acaso: Auto-retrato com fantasmas e mamíferos
.
A sociedade aquosa e secreta dos fantasmas. Espécie de produto
A casa deserta, continuamente adiada, sem episódios de maior
Tudo parece evitar-se a custos baixíssimos. Um aquário cheio de
Eu e tu, dois mamíferos elegantemente despidos, maravilhados com
A luz da Lua que atravessa o postigo e descola imagens e desloca
E no entanto, passeiam-se à nossa volta as formas plenas da
André Domingues
(Do Amor Mau)
terça-feira, 28 de setembro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
Farmville: Pensado para viciar, garante especialista
O Farmville é um verdadeiro engodo, assim como a filosofia que enforma o Facebook. Como diz este especialista da Universidade do Minho, que o Expresso entrevistou (ver ligação), o jogo apenas se destina a fidelizar os aderentes. Eu acrescentarei que existe naquele jogo a técnica manipulatória da infantilização, habilmente concebida para sublimar o desejo, que cada ser humano manifesta inconscientemente, de regressar aos tempos da infância, ou, pelo menos, de recuperar ludicamente a sua respectiva memória. É essencial continuar a apoiar o mercado de trabalho, segundo o FMI e a OIT
Para os que ficam desempregados pode ser
provavelmente afectar as atitudes de forma a






























