terça-feira, 16 de março de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
Rui Pedro Soares: Este rapaz é um génio!...
Rui Pedro Soares, convicto que está da sua impunidade, até se permite "brincar" com a situação e desrespeitar os deputados, que o ouviam no âmbito das audições sobre a liberdade de imprensa. O presidente da comissão, perante a diatribe, foi demasiadamente bem educado e cortês para com o rapazola. Ele teria merecido outro tratamento, a condizer com a sua grosseira desfaçatez. E é esta gentinha, medíocre e arrogante, que trepa na vida, através da política. O filme provocou-me um enorme vómito, tal foi o nojo que senti.
domingo, 14 de março de 2010
Citações: Paul Krugman

Ferreira Leite acha "muito bem" sanções a quem discorde da direcção

Mário Soares critica privatizações previstas no Plano de Estabilidade e Crescimento
sábado, 13 de março de 2010
Notas do meu rodapé: Defender o serviço público dos CTT é um imperativo nacional (e patriótico)!...
sexta-feira, 12 de março de 2010
O melhor, seria ir à bruxa!...

Fernando Nobre defende exames médicos periódicos para titulares de órgãos de soberania
Desenho: Pormenor da Quinta da Rita - de João Grazina
Carvão - Pormenor da Quinta da RitaGovernador Civil de Aveiro confirma de buscas da PJ

quinta-feira, 11 de março de 2010
Notas do meu rodapé: Economia portuguesa voltou às quedas no final de 2009

Isabel Allende conta histórias de paixão... (e de amor)

Não sei o que mais admirar, nesta intervenção de Isabel Allende. Se a forma, se o conteúdo. Desformalizando o discurso, naturalmente solene nestas ocasiões, ela denunciou causticamente a impiedosa exploração das mulheres e das crianças, principalmente nos países mais pobres, onde a miséria anda sempre de mãos dadas com a ignorância. Recorrendo à sua destreza de contadora de histórias e exibindo a sua vivacidade e o seu talentoso humor, Isabel Allende contou meia dúzia de histórias verdadeiras, de um dramatismo lancinante, que arranham as nossas consciências e incomodam a nossa cúmplice indiferença.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Deixai vir a mim as criancinhas, porque delas será o reino dos céus!...

Pode-se bater. Mas, devagarinho...
Agora já percebo por que as muçulmanas têm de usar a túnica, o chador, o niqabe e o véu.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Notas do meu rodapé: O Brasil já não é o quintal das traseiras dos Estados Unidos...

Porto-Cidade: o que existe debaixo do solo...
Imagens enviadas por M.J. Nevesdomingo, 7 de março de 2010
Freitas do Amaral avisa: Vem aí uma "tempestade"

Manuel Godinho: "Nunca paguei a ninguém para obter favorecimentos"
Esclarecimento (2)

Com artifícios de linguagem, o CSMP blindou mais mais uma porta da fortaleza do Procurador...

Fraca produtividade na Procuradoria Geral da República: Três dias a dactilografar despacho das escutas!

Está explicada a morosidade da justiça em Portugal!
quarta-feira, 3 de março de 2010
Esclarecimento
Com artifícios de linguagem, o CSMP blindou mais mais uma porta da fortaleza do Procurador...

Fraca produtividade na Procuradoria Geral da República:Três dias a dactilografar despacho das escutas

Jorge Lacão acusa PSD de precipitar inquérito para promover "ataque pessoal" a Sócrates
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terça-feira, 2 de março de 2010
Grécia: Nana Mouskouri abdica de pensão por causa da crise

Nana Mouskouri renunciou à sua pensão
de eurodeputada num gesto de solidariedade
para com os cortes na despesa pública que
O Governo socialista está a fazer na Grécia.
A Madeira que não vemos
Não gosto de unanimismos. Como a prática ensina, os unanimismos trazem hipocrisia e cinismo atrelados. Algo que a tragédia da Madeira dispensa. Na verdade, não tenho de simpatizar com os regimes para ser solidário com os seus povos. Choro a Madeira. Mas não a Madeira erguida ao longo de décadas pelo doutor Alberto João Jardim. Essa não me merece qualquer tipo de condescendência ou caridadezinha de telejornal, à boleia de um qualquer heroísmo.Explico: Jardim construiu no arquipélago um modelo de irresponsabilidade e inconsciência política. Está à vista. Tragicamente. A sua governação - ainda que disfarce algumas benfeitorias - entusiasmou e apadrinhou comportamentos, práticas e medidas que, em casos estudados e documentados, deixaram uma boa parte da região autónoma entregue à sua sorte. E quando a sorte de um povo depende da bondade ou maldade do tempo que faz, o crime tem nome: chama-se incúria. No mínimo.
O doutor Jardim terá dado à Madeira o betão e o folclore de que precisa para a sua sobrevivência política. Por demasiadas vezes - e assim continua - os governos da República lhe toleraram o intolerável. Não falo sequer das dívidas da região ou do saco sem fundo da governação de Jardim, permitido sem escrutínio nem açaime. Falo do olhar turístico que sempre tivemos sobre o problema clínico: como o doutor Jardim é um Carnaval em permanência, ignoramos o desplante e rimos com a alarvidade. O homem e a prática têm, por isso, mais cúmplices do que se julga.
Não se iludam: depois da lama, do entulho, das mortes, dos desaparecidos, dos sem abrigo, a Madeira imprevidente, a Madeira das negociatas e das obras de fachada que tentam domar a natureza, continuará sem julgamento nem condenação. Provavelmente, até ganhará com o regresso à normalidade.
Os outros, os que neste País perdem família numa ponte, num desabar de terras, numa fúria das águas e numa qualquer tragédia anunciada e documentada, têm a sentença escrita: mesmo com toda a solidariedade do mundo e do momento, continuarão sós. Entregues a quem deles não cuida, a quem os ignora quando faz sol. Até à próxima tragédia.Se não perceberam o Haiti, tentem ao menos perceber a Madeira. E aí talvez ainda se vá a tempo de responsabilizar quem merece. Uma vez que seja.
Lisboa competitiva: um caso perdido - por Luís Todo Bom*
A competição entre as Cidades assume cada vez maior preponderância nos modelos competitivos globais, pelo que a competitividade de Lisboa surge, periodicamente, como um tema de análise recorrente. A competitividade das cidades nestes modelos é analisada através de um conjunto de indicadores, nomeadamente, a sua capacidade para atraírem sedes de empresas multinacionais, o volume do seu turismo de negócios, a dimensão e qualidade dos seus congressos e exposições, a sua base de produção e transformação do conhecimento e a qualidade de vida dos seus cidadãos, em geral. Nestes modelos de análise competitiva, o posicionamento de cada cidade nas diferentes variáveis é estabelecido, não só em termos individuais, mas sobretudo em termos de comparação ou de "bench-marking" em relação aos seus competidores mais directos, no caso de Lisboa, em relação a Madrid e Barcelona. A minha opinião sobre este tema, suportada na análise do sistema competitivo, é clara: Lisboa é uma cidade não competitiva em praticamente todos os indicadores referidos, com a agravante de se assistir a uma degradação desse sistema competitivo, em relação às suas congéneres Ibéricas. De facto, Lisboa é uma cidade pouco limpa, com um património urbanístico deplorável, um trânsito caótico, uma indisciplina sistemática no estacionamento, edifícios mal conservados, monumentos nacionais em degradação, com alguns mesmo em ruínas, com uma paisagem social em que se incluem os famosos "arrumadores", deprimente, com um parque académico, sobretudo universitário, mal organizado e sem prestígio internacional, sem um conjunto relevante de institutos de investigação ligados a incubadoras de empresas, com um sistema de transportes urbanos caro e ineficiente e com uma medíocre qualidade de vida genérica dos seus cidadãos. Só quem não conhece Madrid e Barcelona pode acreditar que Lisboa conseguirá atrair alguma empresa multinacional que esteja lá sediada. Pelo contrário, aquelas cidades continuam a atrair empresas localizadas em Lisboa que passam a concentrar em Espanha todos os seus negócios na Península Ibérica. Aliás, a única razão pela qual todos nós, que estudámos, trabalhamos e vivemos em Lisboa, continuamos a gostar desta cidade é porque nos recusamos a ver a sua realidade e sobretudo a compará-la com outras cidades europeias. É pois, um sentimento irracional e afectivo - "quem feio ama…". A entidade gestora da cidade de Lisboa é a Câmara Municipal de Lisboa, organização que costumo dar de exemplo aos meus alunos como a organização portuguesa mais mal gerida que se conhece. E, infelizmente, dou esse exemplo há vários anos, pelo que não se aplica especificamente a nenhum período de tempo limitado a um determinado executivo camarário. De facto, a Câmara Municipal de Lisboa, tem um excesso de pessoal enorme qualquer que seja o indicador que se utilize, uma situação de debilidade financeira crónica, um "ratio" entre despesas correntes (em especial despesas de pessoal) e despesas de investimento desajustada, uma ineficiência enorme em termos de prazos de aprovação de qualquer actividade que exija a intervenção camarária, uma completa incapacidade para disciplinar o estacionamento, regular o transito e melhorar a eficiência dos transportes colectivos, uma gestão social medíocre, sendo incapaz de resolver os problemas dos "arrumadores", tóxico-dependentes e pequenos delinquentes, incapaz de garantir a segurança, limpeza e qualidade de vida dos seus cidadãos. Com orçamentos anuais muito significativos e superiores a todas as Câmaras dos municípios limítrofes, não se vê em Lisboa um programa estratégico de intervenção, um desígnio estratégico para onde se move, obras e intervenções significativas, o ataque e a melhoria dos pontos negativos atrás referidos. Pelo contrário, as receitas da autarquia vão sendo consumidas por aquela máquina enorme, ineficiente e insaciável que se auto-alimenta sem qualquer produção externa relevante, fazendo com que Lisboa caminhe inexoravelmente para a sua insignificância como Capital Europeia. Os famosos e já antigos programas de reabilitação habitacional, de requalificação do património imobiliário nomeadamente na área cultural, de reordenamento do estacionamento através da construção de novos parques e criação de condições de obrigatoriedade de libertação das vias públicas, de criação de condições para o desenvolvimento de novos parques tecnológicos ligados às Universidades e de novos centros de investigação de nível europeu, são miragens que todos os lisboetas já perceberam que nunca serão uma realidade. Continuamos a ter de nos contentar, exclusivamente, com a luminosidade com que a natureza abençoou a nossa cidade. Esta não competitividade e baixa qualidade em geral tem reflexos directos em toda a industria turística com a degradação dos preços e das margens das suas unidades de maior qualidade, na vida empresarial com o abandono dos centros de excelência, no imobiliário com a degradação dos preços e das taxas de ocupação, nas universidades que não conseguem atrair alunos internacionais de elevado potencial, nos institutos de investigação que não conseguem atrair bons investigadores internacionais, enfim na qualidade de vida global da cidade para todos os seus cidadãos. É necessária e urgente uma mudança radical na cidade de Lisboa. As dificuldades económicas e financeiras que o País atravessa podiam ser fortemente atenuadas se Lisboa cumprisse a sua função dinamizadora do investimento e do desenvolvimento empresarial, científico e social. Mas os constrangimentos referidos para a entidade gestora da cidade são de tal monta que não acredito que a mudança necessária venha a acontecer. Lisboa competitiva será, assim, definitivamente, um caso perdido. E digo isto com tristeza, porque também faço parte dos que gostam, irracionalmente, desta cidade. segunda-feira, 1 de março de 2010
O humor brasileiro em acção...
Enviado pelo João Fráguas, seguidor deste blogue
A recente prisão de José Roberto Arruda, governador do Estado de Brasília, sob a acusação de corrupção (ver hiperligação), não podia deixar de entrar em força no anedotário do povo brasileiro. Um vídeo traiçoeiro, que a lei criminal portuguesa não aceita como elemento de prova, não deu margem de manobra ao governador, para poder ensaiar a conhecida rábula da campanha negra e da cabala, já com várias edições em Portugal.
http://alpendredalua.blogspot.com/search/label/Pa%C3%ADs%20Brasil























