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sábado, 4 de junho de 2011

Marchas populares começaram “maratona” para conquistar público e júri no Pavilhão Atlântico

Fotografia do PÚBLICO

As mais de duas mil pessoas que assistiram ontem à noite às marchas populares não foram suficientes para ocupar todos os lugares do Pavilhão Atlântico, em Lisboa, mas bastaram para mostrar o entusiasmo das claques e acentuar o nervosismo dos participantes.
PÚBLICO
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Vá lá! A troika ainda deixou uma margem para o povo se divertir. Para o ano vai chorar.
http://publico.pt/Local/marchas-populares-comecaram-maratona-para-conquistar-publico-e-juri-no-pavilhao-atlantico_1497471

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Teixeira dos Santos quer "aproveitar a energia do touro" que recebeu em Wall Street

Fotografia do Diário de Notícias

Ministro das Finanças agradeceu a estatueta que lhe foi entregue destacando o simbolismo da mesma.
“Obrigado por esta estatueta. É muito simbólica. É para acordar o touro e aproveitar a energia do touro”, disse Teixeira dos Santos depois de receber uma estatueta com o tradicional touro, que simboliza a subida dos mercados bolsistas.
Jornal de Negócios
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Não seria melhor, para Teixeira dos Santos, dar uma corridinha à volta da Praça de Touros do Campo Pequeno?
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=486185

terça-feira, 17 de maio de 2011

Golpe do multibanco


O golpe, que exige uma boa coordenação de movimentos entre os três elementos do grupo, que o executam, procura habilmente induzir o desvio da atenção da vítima e de uma outra pessoa, que, eventualmente, apareça, depois de iniciada a operação do saque, e que se coloque na fila da caixa do multibanco, a aguardar a sua vez.  
Quando a vítima começa a operação do levantamento do dinheiro, o primeiro elemento do grupo aproxima-se e coloca-se na fila. Se, entretanto, aparece outra pessoa para se servir da caixa de multibanco, avança o segundo elemento do grupo, que de uma maneira exuberante pede a essa pessoa uma informação. Para obrigar a incómoda testemunha a desviar a atenção, esse elemento do grupo gesticula com o braço, apontando insistentemente para na direcção mais conveniente. Quando a vítima carrega na tecla do OK, para as notas saírem, o primeiro elemento deita para o chão um papel amachucado, que empurra com o pé, e toca no ombro da vítima, ao mesmo tempo que lhe chama a atenção para aquele papel. Este é o momento crucial do golpe. A vítima abandona a tarefa que estava a executar e baixa-se para apanhar o papel. Com uma precisão milimétrica, e num movimento rápido, o terceiro elemento surge para sacar as notas que, entretanto, já estão a sair pela ranhura da caixa, desaparecendo rapidamente. Enquanto a vítima recupera a atenção e regressa à caixa do multibanco, o primeiro elemento do grupo de assaltantes também desaparece pelo lado oposto. Em cena, apenas fica a vítima, já desorientada, pois não encontra as notas, e o terceiro elemento, que o vai controlando com o olhar, enquanto continua a falar e a gesticular, com muita determinação, com a única pessoa que poderia testemunhar o assalto, mas que foi habilmente distraída.
O resto da história já o leitor conhece. É o costume. O resultado do saque foi divido por três e a vítima prometeu que nunca mais o apanhavam com na armadilha. Mas, armadilhas há muitas...