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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O Quarto Reich: A guerra pode ter já recomeçado - por Filipe Luís - VISÃO

O Hitler de saias que planeia o "Holocausto" financeiro da Grécia e Portugal
A inflamada declaração de Angela Merkel, numa entrevista à televisão pública alemã, ARD, em que sugere a perda de soberania para os países incumpridores das metas orçamentais, bem como a revelação sobre o papel da célebre família alemã Quandt, durante o Terceiro Reich, ligam-se, como peças de puzzle, a uma cadeia de coincidências inquietantes. Gunther Quandt foi, nos anos 40, o patriarca de uma família que ainda hoje controla a BMW e gere uma fortuna de 20 mil milhões de euros. Compaghon de route de Hitler, filiado no partido Nazi, relacionado com Joseph Goebbels, Quandt beneficiou, como quase todos os barões da pesada indústria alemã, de mão-de-obra escrava, recrutada entre judeus, polacos, checos, húngaros, russos, mas também franceses e belgas. Depois da guerra, um seu filho, Herbert, também envolvido com Hitler, salvou a BMW da insolvência, tornando-se, no final dos anos 50, uma das grandes figuras do milagre económico alemão. Esta investigação, que iliba a BMW mas não o antigo chefe do clã Quandt, pode ser a abertura de uma verdadeira caixa de Pandora. Afinal, o poderio da indústria alemã assentaria diretamente num sistema bélico baseado na escravatura, na pilhagem e no massacre. E os seus beneficiários nunca teriam sido punidos, nem os seus empórios desmantelados.
As discussões do pós-Guerra, incluíam, para alguns estrategas, a desindustrialização pura e simples da Alemanha - algo que o Plano Marshal, as necessidades da Guerra Fria e os fundadores da Comunidade Económica Europeia evitaram. Assim, o poderio teutónico manteve-se como motor da Europa. Gunther e Herbert Quandt foram protagonistas deste desfecho.
Esta história invoca um romance recente de um jornalista e escritor de origem britânica, a viver na Hungria, intitulado "O protocolo Budapeste". No livro, Adam Lebor ficciona sobre um suposto diretório alemão, que teria como missão restabelecer o domínio da Alemanha, não pela força das armas, mas da economia. Um dos passos fulcrais seria o da criação de uma moeda única que obrigasse os países a submeterem-se a uma ditadura orçamental imposta desde Berlim. O outro, descapitalizar os Estados periféricos, provocar o seu endividamento, atacando-os, depois, pela asfixia dos juros da dívida, de forma a passar a controlar, por preços de saldo, empresas estatais estratégicas, através de privatizações forçadas. Para isso, o diretório faria eleger governos dóceis em toda a Europa, munindo-se de políticos-fantoche em cargos decisivos em Bruxelas - presidência da Comissão e, finalmente, presidência da União Europeia.
Adam Lebor não é português - nem a narração da sua trama se desenvolve cá. Mas os pontos de contacto com a realidade, tão eloquentemente avivada pelas declarações de Merkel, são irresistíveis. Aliás, "não é muito inteligente imaginar que numa casa tão apinhada como a Europa, uma comunidade de povos seja capaz de manter diferentes sistemas legais e diferentes conceitos legais durante muito tempo." Quem disse isto foi Adolf Hitler. A pax germânica seria o destino de "um continente em paz, livre das suas barreiras e obstáculos, onde a história e a geografia se encontram, finalmente, reconciliadas" - palavras de Giscard d'Estaing, redator do projeto de Constituição europeia.
É um facto que a Europa aparenta estar em paz. Mas a guerra pode ter já recomeçado.
Filipe Luís
VISÃO
5/10/2011
Amabilidade do João Fráguas e do João Grazina

domingo, 30 de outubro de 2011

Na Alemanha, foi assim que começou a perseguição aos judeus...

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Painel exposto numa rua de uma cidade alemã (imagem recebida por email)
No século XX, a Alemanha tentou duas vezes, através das armas, dominar a Europa. Perdeu sempre. Agora, procura alcançar o mesmo objectivo com a ditadura do euro. Prescinde das forças da  Wehrmacht, mas está a impor o ideário de um fascismo de novo tipo, o fascismo financeiro alemão. Em Portugal, tem fiéis servidores.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

O Quarto Reich: A guerra pode ter já recomeçado

A inflamada declaração de Angela Merkel, numa entrevista à televisão pública alemã, ARD, em que sugere a perda de soberania para os países incumpridores das metas orçamentais, bem como a revelação sobre o papel da célebre família alemã Quandt, durante o Terceiro Reich, ligam-se, como peças de puzzle, a uma cadeia de coincidências inquietantes. Gunther Quandt foi, nos anos 40, o patriarca de uma família que ainda hoje controla a BMW e gere uma fortuna de 20 mil milhões de euros. Compagon de route de Hitler, filiado no partido Nazi, relacionado com Joseph Goebbels, Quandt beneficiou, como quase todos os barões da pesada indústria alemã, de mão-de-obra escrava, recrutada entre judeus, polacos, checos, húngaros, russos, mas também franceses e belgas. Depois da guerra, um seu filho, Herbert, também envolvido com Hitler, salvou a BMW da insolvência, tornando-se, no final dos anos 50, uma das grandes figuras do milagre económico alemão. Esta investigação, que iliba a BMW mas não o antigo chefe do clã Quandt, pode ser a abertura de uma verdadeira caixa de Pandora. Afinal, o poderio da indústria alemã assentaria diretamente num sistema bélico baseado na escravatura, na pilhagem e no massacre. E os seus beneficiários nunca teriam sido punidos, nem os seus empórios desmantelados. As discussões do pós-Guerra, incluíam, para alguns estrategas, a desindustrialização pura e simples da Alemanha - algo que o Plano Marshal, as necessidades da Guerra Fria e os fundadores da Comunidade Económica Europeia evitaram. Assim, o poderio teutónico manteve-se como motor da Europa. Gunther e Herbert Quandt foram protagonistas deste desfecho. Esta história invoca um romance recente de um jornalista e escritor de origem britânica, a viver na Hungria, intitulado "O protocolo Budapeste". No livro, Adam Lebor ficciona sobre um suposto diretório alemão, que teria como missão restabelecer o domínio da Alemanha, não pela força das armas, mas da economia. Um dos passos fulcrais seria o da criação de uma moeda única que obrigasse os países a submeterem-se a uma ditadura orçamental imposta desde Berlim. O outro, descapitalizar os Estados periféricos, provocar o seu endividamento, atacando-os, depois, pela asfixia dos juros da dívida, de forma a passar a controlar, por preços de saldo, empresas estatais estratégicas, através de privatizações forçadas. Para isso, o diretório faria eleger governos dóceis em toda a Europa, munindo-se de políticos-fantoche em cargos decisivos em Bruxelas - presidência da Comissão e, finalmente, presidência da União Europeia. Adam Lebor não é português - nem a narração da sua trama se desenvolve cá. Mas os pontos de contacto com a realidade, tão eloquentemente avivada pelas declarações de Merkel, são irresistíveis. Aliás, "não é muito inteligente imaginar que numa casa tão apinhada como a Europa, uma comunidade de povos seja capaz de manter diferentes sistemas legais e diferentes conceitos legais durante muito tempo." Quem disse isto foi Adolf Hitler. A pax germânica seria o destino de "um continente em paz, livre das suas barreiras e obstáculos, onde a história e a geografia se encontram, finalmente, reconciliadas" - palavras de Giscard d'Estaing, redator do projeto de Constituição europeia. É um facto que a Europa aparenta estar em paz. Mas a guerra pode ter já recomeçado.
Filipe Luís
Visão de 5 de Out de 2011
Amabilidade do João Grazina
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A ideia central deste texto coincide com aquilo que aqui tenho afirmado, várias vezes: Está a nascer uma nova forma de fascismo, o fascismo financeiro da Alemanha; Angela Merkel pretende fazer com o rolo compressor do euro o que Hitler não conseguiu com os tanques e os submarinos. Se a guerra é a política por outros meios, agora, a guerra está a fazer-se através da economia.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Ministro alemão fala de ajuda a Portugal em Junho

O jornal alemão "Handelsblatt" escreve na edição de hoje que Wolfgang Shaeuble, ministro das Finanças de Angela Merkel, terá antecipado que Portugal vai requerer auxílio financeiro ao Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF).

Diário de Notícias

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Se os portugueses quiserem saber alguma coisa sobre as perspectivas futuras da política portuguesa, eles têm de estar atentos às declarações dos governantes alemães, que já olham para Portugal como se este fosse um mero protectorado da Alemanha. Alguém dizia, há dias, que aquilo que Hitler não conseguiu fazer com os tanques, iria fazê-lo Angela Merkel com o euro, esmagando os países europeus com maiores dificuldades.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Quem está mais exposto a Portugal

Espanha é o país mais exposto a Portugal, mas os bancos alemães são os que têm mais a perder com problemas na banca nacional. Veja aqui a infografia com os activos que cada país tem sobre Portugal.
Quando nos corredores de Bruxelas e das principais capitais europeias se discutem os planos de resgate às economias em dificuldades não são apenas - ou talvez até essencialmente - as questões políticas que influenciam as decisões dos chefes de Estado e banqueiros centrais. O dinheiro conta muito, o que não é uma surpresa se considerarmos os montantes em questão e quem os pode perder.
Dados publicados em Dezembro pelo Banco de Pagamentos Internacionais (BIS) - referentes a meio de 2010 - mostram que os bancos que reportam à instituição (de 56 países) tinham uma exposição a Portugal de 292,6 mil milhões de dólares (cerca de 213 mil milhões de euros ao câmbio actual ou mais que o PIB anual nacional).
Jornal de Negócios
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José Sócrates vai hoje apresentar a Angela Merkel, para aprovação, o PEC3, que já está na forja, e que a chanceler insistentemente tem vindo a pedir.
Como se pode ver nesta notícia do Jornal de Negócios, o problema reside no dinheiro e não na política. Melhor dizendo: a política orienta-se por questões de dinheiro. Portugal tem uma dívida colossal aos bancos alemães, franceses e espanhóis, os principais credores da dívida externa portuguesa. A solidariedade europeia esfuma-se perante esta realidade financeira, e os principais dirigentes europeus não vão deixar comover-se com os discursos populistas do primeiro-ministro de Portugal. Por outro lado, a chanceler alemã, ao exibir a sua irredutibilidade em não querer flexibilizar as condições de funcionamento do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira e ao tentar impor o seu Pacto de Competitividade, prejudica as pretensões do governo português, que poderia, através daquele fundo, obter créditos a um juro mais baixo.
Mas o que Angela Merkel pretende saber da parte de José Sócrates, não é apenas a questão do défice orçamental. O problema principal é saber como é que a economia portuguesa vai crescer para poder pagar as dívidas. E aí, será muito difícil a José Sócrates encontrar argumentos convincentes.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=471099

domingo, 25 de julho de 2010

Sexo na varanda só com pára-quedas!...

Casal foi levado para o hospital após sessão de sexo
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Amantes caem da janela enquanto fazem sexo
Um casal de amantes que praticava relações sexuais junto à janela do apartamento, em Lübeck, Alemanha, distraiu-se e acabou por cair de uma altura de cerca de cinco metros.
Os vizinhos garantem que o casal estava a praticar actos sexuais, no entanto, a mulher refutou esta ideia, afirmando que os dois estavam só a brincar.
Segundo o jornal alemão Bild, a queda obrigou a receber tratamento hospital, dado que sofreram ferimentos significativos, mas o curioso foi a mulher que é casada ter encontrado o marido no hospital, internado a recuperar de uma queda que sofrera há alguns dias.
Correio da Manhã
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E ainda por cima, não foi com o marido!...

quarta-feira, 17 de março de 2010

Notas do meu rodapé: Merkel defende expulsão da zona euro de países que não cumpram as condições



A chanceler alemã, Angela Merkel,
admitiu hoje que um país europeu
seja obrigado, em último recurso,
a sair da zona euro se,
“repetidamente, não cumprir as
condições” necessárias para se manter
na moeda única.
PÚBLICO

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Os países mais pobres da zona euro irão agora começar a pagar, e com juros elevados, a pesada factura da sua adesão ao euro. Se, inicialmente, esses países recolheram alguna benefícios com a abertura de novas oportunidades para as suas exportações, compostas essencialmente por produtos com pouco valor acrescentado, e cuja competitividade se baseava nos baixos custos do trabalho, a actual crise económica e financeira, que atravessou o Atlâtico, a desmentir assim todos aqueles que, por ignorância ou por sofisma, a davam como terminada, veio dar razão a todos aqueles que, na altura, alertaram para os perigos futuros da precipitada integração, que iria apenas beneficiar as economias mais fortes do Eurogrupo.
A Alemanha, a primeira economia da Europa, soube preparar a longo prazo a sua posição dominante para poder concretizar a sua ambição de se transformar numa potência imperialista, não numa base territorial, mas através da dominação económica dos outros países europeus, com base na moeda única. O euro não é mais do que o marco europeizado e o Banco Central Europeu herdou a matriz e a cultura do Deutsch Bank, quando este banco tinha as funções de Banco Central. Apostando nas exportações, a Alemanha conseguiu um alto nível de poupança, que lhe permitiu suportar a crise de 2008. Ao mesmo tempo, durante esta década, travou a massa salarial, que cresceu menos do que a média europeia, diminuindo o poder de compra dos alemães, o que se reflectiu na diminuição das suas importações, e causando problemas nas balanças comerciais dos países que têm a Alemanha como seu principal cliente, o que é o caso de Portugal e da Grécia.
Perante o recente ataque especulativo sobre o euro, tirando partido dos problemas orçamentais dos países da Europa do Sul, que as agências de rating intencionalmente empolaram, a Alemanha, para defender a sua economia, tudo fez para transferir todos os sacrifícios para os povos desses países, impondo-lhes draconianamente, e com urgência, a obrigatoriedade da regularização das dívidas públicas e a correcção dos défices orçamentais.
Agora, para os países incumpridores, paira no ar o espectro da expulsão do clube do euro.
http://economia.publico.pt/Noticia/merkel-defende-expulsao-da-zona-euro-de-paises-que-nao-cumpram-as-condicoes_1427663

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Mamas à conquista de votos!...

***
A Alemanha tem sido um dos países da Europa, além dos civilizados países nórdicos, a resistir à americanização das campanhas eleitorais, enquadrando-as sobriamente, tanto quanto possível, no estricto patamar da acesa discussão política e evitando o recurso ao gratuito e fútil espectáculo mediático, através do qual se procura promover a estupidificação do eleitorado. Os alemães aprenderam a lição com Hitler e Goebbels, que os punham constantemente a marchar pela ruas, para que não tivessem tempo para pensar.
Mas, no melhor pano cai a nódoa, e, agora, em meados do mês passado, a candidata da União Democrata-Cristã, Vera Lengesfeld, resolveu fazer-se aparecer num cartaz de campanha, ao lado da sua camarada, Angela Merke, em que ambas exibiam, sob um largo decote, umas nutridas mamas, ilustradas com a legenda «Nós temos mais para oferecer», o que provocou uma grande polémica na opinião pública e no próprio partido a que pertencem.
Se a moda chegar a Portugal, não sei como é que José Sócrates, Paulo Portas, Jerónimo de Sousa, Francisco Louçã e, também, Manuela Ferreira Leite irão encontrar um par de mamas daquela envergadura.
http://diario.iol.pt/internacional/alemanha-cdu-seios-merkel-vera-lengesfeld-tvi24/1081502-4073.html