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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Os 25 mais ricos de Portugal aumentaram fortunas para 17,4 mil milhões

A fortuna dos 25 mais ricos de Portugal aumentou 17,8 por cento, somando 17,4 mil milhões de euros, revela a lista anual da revista Exame, liderada por Américo Amorim. Após três anos consecutivos de queda, os bilionários conseguiram aumentar os seus activos.
O mais rico é, desde há quatro anos, Américo Amorim. Os activos do accionista da Galp Energia e da corticeira Amorim cresceram 18,2 por cento face à edição do ano passado da lista da Exame e atingem, agora, os 2,6 mil milhões de euros.
Alexandre Soares dos Santos, presidente do conselho de administração da Jerónimo Martins, subiu do quarto para o segundo lugar.
PÚBLICO
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Aguarda-se um gesto patriótico desta gente. Eu presumo que eles estão escandalizados por o actual ministro das Finanças os ter ostensivamente marginalizado do grande esforço nacional para conseguir a redução do défice orçamental. Há quem diga que até chegaram a pensar em fazer uma greve de protesto e montar um acampamento no Rossio. Desistiram da ideia, quando o ministro das Finanças declarou ignorar que havia ricos em Portugal, pois na altura em que o convidaram para integrar o Governo disseram-lhe que apenas havia pobres, a viverem acima das suas possibilidades e que seria aí que ele deveria cortar.     

domingo, 22 de maio de 2011

Curiosidades: E a raínha a vê-los passar e ela a ficar...












São os presidentes da minha contemporaneidade, embora não me recorde de Truman. Lembro-me também de que o primeiro filme a cores que vi, foi o documentário da coroação de Isabel II.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Curiosidades: Diálogo de Colbert e Mazarino

Colbert:

Mazarino

Colbert foi ministro de Estado e da economia do rei Luiz XIV.
Mazarino era cardeal e estadista italiano que serviu como primeiro ministro na França. Notável colecionador de arte e jóias, particularmente diamantes, deixou por herança os "diamantes Mazarino" para Luís XIV, em 1661, alguns dos quais permanecem na coleção do museu do Louvre em Paris.

DIÁLOGO ENTRE COLBERT E MAZARINO, DURANTE O REINADO DE LUíS XIV:

Colbert: Para encontrar dinheiro, há um momento em que enganar (o contribuinte) já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é que é possível continuar a gastar quando já se está endividado até ao pescoço...
Mazarino: Se se é um simples mortal, claro está, quando se está coberto de dívidas, vai-se parar à prisão. Mas o Estado... o Estado, esse, é diferente!!! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se... Todos os Estados o fazem!
Colbert: Ah sim? O Senhor acha isso mesmo ? Contudo, precisamos de dinheiro. E como é que havemos de o obter, se já criámos todos os impostos imagináveis?
Mazarino: Criam-se outros!
Colbert: Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.
Mazarino: Sim, é impossível.
Colbert: E, então, os ricos?
Mazarino: Os ricos também não. Eles não gastariam mais. Um rico que gasta faz viver centenas de pobres.
Colbert: Então como havemos de fazer?
Mazarino: Colbert! Tu pensas como um queijo, como um penico de um doente! Há uma quantidade enorme de gente situada entre os ricos e os pobres: são os que trabalham sonhando em vir a enriquecer e temendo ficarem pobres. É a esses que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais!... Esses, quanto mais lhes tirarmos mais eles trabalharão para compensarem o que lhes tiramos. É um reservatório inesgotável.
Amabilidade do João Fráguas
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E assim foi identificada a classe média, a mais canina de todas as classes sociais, e que começava a emergir fora do contexto medievo da divisão da sociedade em três classes: clero, nobreza e povo.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Investigadores japoneses inventam máquina para beijos via Internet

Fotografia do PÚBLICO
Quem mantém relações à distância, tem frequentemente de se contentar com o e-mail ou as videochamadas por Skype. Mas uma equipa de investigadores japoneses criou uma máquina para dar beijos à distância.
Para além destes beijo em tempo real, a máquina pode também registar um beijo (ou seja, armazenar as movimentações da língua) e reproduzi-lo mais tarde. Isto permite não apenas matar saudades mesmo quando a cara-metade não está online, como até criar um modelo de negócio, notaram os cientistas responsáveis. Uma celebridade, por exemplo, poderia registar o seu beijo e vendê-lo.
PÚBLICO
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A saliva vem numa caixinha, à parte.
Como sou tímido, não registo o meu beijo nem o ponho à venda.

domingo, 6 de março de 2011

O Cortejo Histórico de Lisboa em 1947 (CML)

Amabilidade do João Fráguas, que enviou este vídeo
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Se a Exposição do Mundo Português, realizada sete anos antes, serviu os interesses do regime para impor o seu modelo de arquitectura e de explicitar a sua visão grandiosa sobre o Império, o cortejo histórico para comemorar os 800 anos da conquista de Lisboa, que desfilou com toda a imponência pela avenida da Liberdade, em 1947, perante a "veneranda figura do Presidente da República, o general Carmona, e da do ilustre Presidente do Conselho, Dr. Oliveira Salazar", serviu para prosseguir a tarefa de reescrever a História, tarefa já iniciada e posta em marcha através da adopção dos novos e anacrónicos manuais escolares, onde se fazia sobressair os valores patrioteiros de um nacionalismo exacerbado, ao mesmo tempo que se enaltecia o heroísmo e a grandeza dos feitos de antanho, ignorando as suas misérias, e descontextualizando o discurso histórico. Era como se a história só fosse feita pelos reis e pelos chefes ou por figuras proeminentes das elites, visão interpretativa da História que se encaixava no pensamento político de Salazar, onde uns estavam predestinados para mandar e a maioria tinha de contentar-se em obedecer.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Presos filipinos fazem nova coreografia em homenagem a Michael Jackson - 2010 (oficial)

Sugerido pela amiga Pilar Vicente
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Estes são os presos do Centro de Detenção e Reabilitação da Província de Cebu, que se dedicam à dança. Têm imensas coreografias - que fazem sucesso, muitas no youtube e que foram uma ideia de Byron Garcia, um consultor de segurança do governo da província de Cebu. Ele afirma que a nova rotina de exercícios melhorou "drasticamente" ocomportamento dos presos e dois ex-detidos transformaram-se em dançarinos, desde então. "Usando a música, pode-se envolver o corpo e a mente. Os prisioneiros têm que contar, memorizar passos e seguir a música", disse Garcia à BBC.
"Os presos dizem-me: "preciso colocar a mente longe da vingança, da loucura ou de planos para escapar da prisão ou juntar-me a uma gangue'", acrescentou Garcia.
A dança é obrigatória para todos os 1,6 mil detidos na prisão de Cebu, excepto para os idosos e doentes.
Texto de autor desconhecido, recebido por email.