Após a demolição, talhou-se na pedra a inscrição
em honra da Rainha
Deixem-me dormir descansado
no bravio rio da minha infância,
a ouvir o canto lúdico das águias,
o silêncio sagrado das fragas
e o suave murmúrio das águas...
(que a mão do Homem derrubou,
destruindo o que Deus criou)
que eu quero terminar o meu canto,
escrevendo o meu último verso,
no grande poema da Humanidade,
sobre os mistérios da Vida, da Morte e do
Universo...


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