segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

OJOS TIERNOS - por Olímpio A. Alegre Pinto


Naquele recanto quente de luz candente iluminado
Num Oriente, bem presente, docemente perfumado
Ouviu-se, em noite nunca ausente... em coração fundo gravado
A mais bela, permanente, suave intensa melodia...

Violino transcendia...
Solo...

E só dizia, só cantava, e sem cansaço, ele repetia:
"Ojos Tiernos", - yo te quiero, te quiero mucho...
Desde siempre e para siempre, mi corazón, mi vida!
Escucha mi grito, mi mal sana, insana, fantasía...

Oí mi alma!... Sente!...
E...
Jamás olvides el puro amor da mor pasión!... siempre vivida!
Olímpio António Alegre Pinto
Abril 2011

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