sábado, 31 de julho de 2010

Anotação do Tempo: Fio de prumo


Fio de prumo

O fio de prumo dos meus olhos
desceu na vertical do teu corpo
traçou o rumo do desejo
no equilíbrio possível
daquilo que me ofereces
e daquilo que me negas
invocaste a tua torre de marfim
onde escondeste o teu silêncio
para que a solidão a que te entregas
não seja devassada por mim.

Alexandre de Castro

3 comentários:

Anónimo disse...

Pelo amor de Deus, mas que "poema" horroroso!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! É preciso ter muita coragem para tornar pública uma desgraça dessas!

Hilário Franco

Alexandre de Castro disse...

Anónimo Hilário Franco: O fio de prumo não deu para mais. Lamento. Nem todos têm vocação para exercer o nobre ofício de pedreiro.

Anónimo disse...

Sugiro a esse Anônimo Hilário Franco que publique coisa melhor, ao invés de se arvorar a crítico literário ou coisa que o valha.
Cada uma...