GUERNICAIl dito negro e adunco della facinorosa mano
Ha tracciato in una sporca mappa le coordinate della Morte!...
… Há condennato il popolo alla sua sorte!...
E la Bestia, nello spessore grottesco del suo portamento
Scalciando l’aria
Spumeggiando bava, sangue e rabbia,
Decretando la scellerata Legge
Por l´Umanitá proscritta,
Emise um insolito grido
E disse:
- Uccidete la libertá! Qui! A Guernica!...
La Besta immonda,
Furia incastellata di venti mortali
Vomitando fuoco, ferro e accialo
Spettro gigante di nere ali svolazzando,
Raschió, sinistra, lo spazio.
Nel cielo negro della notte senza luna
Il terrore é apparso…
Un popolo, dal mondo ignorato
Inquieto e afflito
Di paura e spavento trapassato,
È morto…
Sotto le macerie soccombe
Sepolto nel crateri che il fuoco há aperto…
Alexandre de Castro
Nota: Junto-lhe a versão italiana, traduzida por uma jornalista que pretendia publicá-la numa revista literária do seu país. Perdi o rasto dessa jornalista e não sei se o poema foi ou não publicado. Também não me lembro do seu nome, que deve estar anotado algures, numa agenda esquecida ou num qualquer papel, misturado com os que vou caoticamente acumulando. Gostaria de lhe assinalar o nome na versão traduzida, quer para respeitar as normas instituídas, quer para a homenagear, já que ela conseguiu, através de uma rigorosa tradução, manter, na sua língua, a sonoridade do poema.
Versão em castelhano:
Versão original em português:
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